<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418</id><updated>2012-02-07T16:57:46.858-08:00</updated><category term='Olhos abertos'/><category term='Remake do Blog'/><category term='Universally speaking'/><category term='Post it'/><category term='Tom maior'/><category term='O Antes'/><category term='Livro Branco'/><category term='Mal do século.'/><category term='&quot;Nova-mente&quot;'/><category term='Monólogos'/><category term='Eme-ô.'/><category term='Datas comemorativas'/><category term='Últimas palavras - Textos não aproveitados.'/><category term='Olhos fechados'/><category term='Quase-paradoxos'/><category term='G.B.'/><title type='text'>"Ver, sentir e imaginar"</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>110</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4408079404495213570</id><published>2012-02-06T21:12:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T21:12:58.921-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Perto e longe.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.planetaeducacao.com.br/portal/imagens/artigos/vozprofessor/Imagem-de-rapaz-de-jaqueta-jeans-parado-e-cabisbaixo-em-frente-a-um-castelo-antigo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://www.planetaeducacao.com.br/portal/imagens/artigos/vozprofessor/Imagem-de-rapaz-de-jaqueta-jeans-parado-e-cabisbaixo-em-frente-a-um-castelo-antigo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dizem que era pra eu estar aqui ainda, parando, parado, esperando, esperando e esperando. Aguardando a resposta que não vem, o abraço que não foi dado, a carta de amor não entregue, o soldado voltar para levar seu cão para casa. Sinceramente, realmente, originalmente, não sei por que eu ainda insisto nessa vaga esperança de te ver saindo por aquele portão, sorrindo e me chamando para andar do seu lado como outrora fizemos. Compartilhar daquelas mesmas, velhas e incansáveis, veredas ímpares de um par de corpos que juntos tornam-se denominador comum. Contudo, não estou aqui. Não era pra estar, contudo estou. Contudo, não estou.&lt;br /&gt;Pode-se dizer que meu corpo está aqui, de pé, de olhos abertos, olhando ansioso e aflito para enxergar aquilo que mais se deseja ver. Entretanto a alma encontra-se longe, distante, onde os olhos não podem alcançar. Simples e complexo. Fato consumado, consumido e assumido. O relógio marca uma hora a mais que o sol forte que faz escorrer suor e molhar a malha estampada com uma grande gota. Lágrima. Não estou aqui ainda pra chorar, pois o corpo não chora. O choro, quando vem, vem da alma e esta está distante, longe, onde os olhos não podem enxergar, ouvidos não podem escutar, mãos não podem tatear. &lt;br /&gt;Foi-se. Desapareceu e evaporou. Voou, voou e voou. Pra onde será que foi essa alma minha, cansada de ser corpo e de esperar o corpo que não sai de dentro daquele labirinto. Achei que eu era Teseu, não Ariadne. Achei que o minotauro estava dentro de meus medos, envolto às minhas sombras, não que fossem as sombras do passado a me assombrar. Mil anos em uma tarde, com flores nas mãos e espinhos no peito, de tanto esperar, espetando profundo. Bate o coração, coçam as mãos, formigam os pés. Eu não consigo ver, pois não estou lá, apesar de ainda estar. &lt;br /&gt;Os olhos cansados serram-se em sincronia com o crepúsculo. O corpo ainda resiste firme, imóvel. Torcendo para que o primeiro movimento possa ser o de pôr um pé na frente do outro e correr para o seu encaixe. &amp;nbsp;Correr, correr, correr e, antes de abraçar, largar flores pelo chão, dores pelo passado e temores pelo caminho. Percorrido, comprido, largo. Cumprido, cumprimentado, completado o trajeto. Seria se a porta se abrisse e depois o portão e depois ainda o baú de segredo de sentimento daquela que me completa. E mesmo esta lacuna preenchida não me satisfaz e mesmo esse cálice não me embriaga. Estou farto de esperar e saber que esperar não pode ser mais do que ficar em pé, olhando, torcendo para que aconteça algo que não acontecerá. &lt;br /&gt;É a alma que move o corpo. São os sentimentos que nos levam a fazer todos nossos atos. Minha alma se deu ao trabalho de deixar meu corpo criando raízes em frente aquela esperança quase morta de poder ver um rosto, mesmo que se surgisse outro no lugar deste que era pra se ver. Paciência, logo. Para quem esperou, esperou e esperou tanto tempo, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;under the moon by midnight&lt;/i&gt;, talvez eu possa ter uma vaga esperança de ter uma vaga dentro daquele lar, um dia qualquer. Espero até o almoço do dia seguinte? Farei isso. Estou esperando, contudo não estou. Estou longe, em outro lugar. De qualquer forma esperando para voltar para meu corpo, para receber minha alma de braços abertos e, juntos, poder gritar, bater, tocar campainha, insistir, insistir e insistir. &lt;br /&gt;Insistir no amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4408079404495213570?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4408079404495213570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4408079404495213570' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4408079404495213570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4408079404495213570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2012/02/perto-e-longe.html' title='Perto e longe.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7777458123150948725</id><published>2012-02-02T19:09:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T19:13:25.465-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Post it'/><title type='text'>Breve.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1n_escQVeMc/TytP9MNRT6I/AAAAAAAAAaE/5yJIVTuupc8/s1600/100_0835.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-1n_escQVeMc/TytP9MNRT6I/AAAAAAAAAaE/5yJIVTuupc8/s200/100_0835.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ver, sentir e imaginar.&lt;br /&gt;Ver. Enxergar, perceber e distinguir cores, formas e dimensões.&lt;br /&gt;Tamanho de papel, tinta de caneta, porta, janela, horizonte e nada mais.&lt;br /&gt;Somente o que a retina retém. Matéria prima e bruta, obtusa, vasta e intacta&lt;br /&gt;por mais que as mãos do homem já tenham fundido metais, cortado madeiras.&lt;br /&gt;Por mais que o ato de atar as mesmas mãos sejam laços mais fortes do que nó.&lt;br /&gt;Sentir. Tocar, mergulhar, submergir. De todos os lados e formas&lt;span class="st"&gt;. Formais ou não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="st"&gt;Difuso, profuso, completo e longínquo, c&lt;/span&gt;omo disse-o em Pessoa&lt;br /&gt;outra que nao esta.&lt;br /&gt;Desafiando as palavras e as leis naturais.&lt;br /&gt;Um corpo em repouso com sua mente em movimento,&lt;br /&gt;enviando sinais e comandos para bombear, para irrigar e para barganhar nutrientes.&lt;br /&gt;Pois sinto-o. Sim. Sinto-o debatendo-se por dentro de mim&lt;br /&gt;de todos os lados, de todas as formas.Fundindo o real com o que não é.&lt;br /&gt;O que sou eu com o que não sou.&lt;br /&gt;Imaginar. Enterrar-se e voar, sorrir e chorar, querer ou não.&lt;br /&gt;Sol e lua num mesmo céu, lapidado e pronto para ser entregue, para ser entrega.&lt;br /&gt;De alma e corpo, de luz e trevas. Antíteses e paradoxos.&lt;br /&gt;Ironias de um destino grosso que digere tudo aquilo que vê e que sente&lt;br /&gt;para, então, poder sonhar.&lt;br /&gt;Dormir e se maravilhar com as doces ilusões do mundo real.&lt;br /&gt;Pois tudo é verdade, tudo. Até mesmo aquilo que não existe, haverá de ser...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá de se ver, se sentir e se imaginar.&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7777458123150948725?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7777458123150948725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7777458123150948725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7777458123150948725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7777458123150948725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2012/02/breve.html' title='Breve.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1n_escQVeMc/TytP9MNRT6I/AAAAAAAAAaE/5yJIVTuupc8/s72-c/100_0835.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4045177142036510427</id><published>2012-01-25T05:22:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T05:22:16.123-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Post it'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Sinopse de você.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cdn.casavogue.globo.com.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2011/10/chaplin_tomie_ohtake_03-640x498.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="155" src="http://cdn.casavogue.globo.com.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2011/10/chaplin_tomie_ohtake_03-640x498.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na sinopse de nossos filmes, descobri você.&lt;br /&gt;Em mim, mais do que descobrir você, também,&lt;br /&gt;descobri um suspense de vertentes e lacunas inexploradas.&lt;br /&gt;Pois, diante de palavras soltas, sou drama e melancolia.&lt;br /&gt;Sou espaço vazio e continuação. Se fosse livro, seria crônica.&lt;br /&gt;Semearia o pesado fardo de viver e amar e viver sem amor&lt;br /&gt;Pois longe de sua presença, sou nada mais sou.&lt;br /&gt;Em mim descobri sua presença e percebi&lt;br /&gt;que neste presente momento sou comédia, sou ironia.&lt;br /&gt;sou sorriso largo, piadas e brincadeiras. Sou romantismo.&lt;br /&gt;Há quem diga que não há fim o nosso roteiro. Desejo mesmo que não.&lt;br /&gt;Pois o início já é de tirar o fôlego e prender a respiração.&lt;br /&gt;Seremos ilícitos, se permitir. Seremos carne, maiores de dezoito anos.&lt;br /&gt;Seremos poesia em tom de prosa, poesia em tom de longa metragem.&lt;br /&gt;Pois muitas de nossas sinopses saíram de dezenas de páginas&lt;br /&gt;que juntos escrevemos.&lt;br /&gt;Quero que sejamos, enfim, no mínimo, felizes para sempre&lt;br /&gt;para que possam subir as letras com os nomes dos atores&lt;br /&gt;e para que eu possa dizer minhas palavras finais.&lt;br /&gt;Considerações finais.&lt;br /&gt;Fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4045177142036510427?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4045177142036510427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4045177142036510427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4045177142036510427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4045177142036510427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2012/01/na-sinopse-de-nossos-filmes-descobri.html' title='Sinopse de você.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1827600283580647268</id><published>2012-01-20T19:16:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T19:16:51.593-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Amor e nada mais.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-l4TApY6FCOU/TdAZeXvuUiI/AAAAAAAAA4Y/_ffC6_8o-Jg/s320/mi.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="187" src="http://2.bp.blogspot.com/-l4TApY6FCOU/TdAZeXvuUiI/AAAAAAAAA4Y/_ffC6_8o-Jg/s200/mi.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Talvez pudesse mesmo deixar para dizer e escrever amanhã tudo aquilo que me aconteceu hoje. O amanhã é o oposto do oposto, a face da face. A essência e o saber. Ontem não me foi dado de bom grado fardo este que desempenho hoje, o de descobrir que o amanhã não poderia ser diferente do que pudera ser no amanhã de ontem. Se ontem o amor fora mesmo aquela dádiva divina, o amanhã servirá somente para que me faça provar do novo, de novo, deste tempero fabuloso e, ao mesmo tempo, veneno mortal.&lt;br /&gt;Hoje não sinto mais o cheiro dos cabelos que ontem senti. Da mesma forma em que não escrevo as mesmas cartas, ouço as mesmas músicas. O amanhã virá e mudará meu caminho. Fará com que eu retorne para o mesmo caminho que viajei ontem e antes do antes do ontem, quando o amanhã, que hoje é o hoje, era apenas algo que julgava jamais acontecer: Ter eu um coração partido, remendado e remendado como novo, de novo.&lt;br /&gt;Será que amar é ter a mesma graça do outrora? Ser soneto, ser sinfonia? &lt;br /&gt;Perceber que o todo é um quebra-cabeça de tão grande complexidade é o mesmo que perceber que os olhos mudam com os olhares, que as bocas mudam a fala com expressões. Que inodoros e insípidos serão se, como água, estes sentimentos também forem incolores. Amante de cores que sou, deixei de lado essa grande discussão e voltei a dizer que a minha Azul existe para confortar meu coração e meu nariz de palhaço. Existe em cada momento em que o hoje me faz lembrar a felicidade do ontem, que me faz lembrar a felicidade de que era pensar no amanhã.  Este, ainda desconhecido para mim, passa a ser somente mais uma silueta estranha nas entranhas das minhas próprias páginas e histórias, onde o dito amanhã que nunca morre se extinguirá, deixando para que os olhos duros e cheios de tanto vazio permitam-se avistar o que e o qual grandioso era o seu dia anterior, do crepúsculo à alvorada.&lt;br /&gt;Àquela, não esta que vaga pelos bares e sambas da vida, mas àquela que um dia pude dizer tudo o que eu direi amanhã para outra aquela que, no presente momento será ”esta”, eu deixo as cartas do ontem que eu voltarei a ler amanhã e guardar. Amor, hoje, pra mim, deixou de ser amor para se tornar verdade. Deixou de ser sonho e passou a ser realidade. Não é mais infinito - tão pouco infinito do infinito - porque por tanto tempo durou, pois passou a ser um mínimo de tempo mágico. &lt;br /&gt;Enfim o amor que, no fim das contas, passa ser o que nunca foi. Amor que não é amar. Amor que não é amor. Amor que não é nada.&lt;br /&gt;A não ser que seja amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1827600283580647268?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1827600283580647268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1827600283580647268' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1827600283580647268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1827600283580647268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2012/01/amor-e-nada-mais.html' title='Amor e nada mais.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-l4TApY6FCOU/TdAZeXvuUiI/AAAAAAAAA4Y/_ffC6_8o-Jg/s72-c/mi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8400334245501186722</id><published>2012-01-12T04:58:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T04:58:43.943-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Super Herói.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_2ZZIX-f5638/TBK114O-NuI/AAAAAAAAE0g/3bORtSQYVxA/s1600/super-heroi.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157" src="http://2.bp.blogspot.com/_2ZZIX-f5638/TBK114O-NuI/AAAAAAAAE0g/3bORtSQYVxA/s200/super-heroi.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Eis o dia em que deitamos na cama para poder sonhar, para dormir, reunir forças para o dia que se sucederá. Não há desejo maior, nestes últimos tempos, do que simplesmente se envolver na escuridão e não enxergar nada até que a alvorada e seu majestoso sol toque nas pálpebras fechadas e distantes. Estou farto daqueles sonhos bons que só me faz lembrar a minha insignificância em vida. Tão bom seria se vivêssemos nos sonhos, se fossemos mesmo super heróis. Eis um sonho em que o maior heroísmo era salvar minha própria vida da destruição.&lt;br /&gt;Pois eis algo que sou mestre em fazer: Potencializar minha vida. Tanto para o lado positivo como para o negativo. Quando o despertador avisa que devo me preparar para mais uma batalha, meu corpo mal descansado ergue-se com dificuldade e encaminha-se para uma cachoeira que limpa as dúvidas do dia anterior e encharca com novas e mais misteriosas. Eis que lembranças voltam para nos ferir. Por que elas existem? Porque nossos erros sempre estão em nossa mente para dizer que não somos super heróis como desejaríamos, que não passamos de meros, pobres e miseráveis mortais?&lt;br /&gt;Eu não sei voar, não consigo andar sobre as águas. Não consigo ajudar aqueles que amo. Eu não consigo nem mesmo me salvar. O poço fundo me espera, mas ainda falta para chegar até o fundo do poço. Sem saber como, ainda me seguro em suas bordas, mesmo que não tenha forças para me render, ainda tenho forças suficientes para não me entregar. Eu posso não ser um super herói como gostaria, mas ainda luto, por mais que não sei com que força. Luto e choro. Eis aqui um alívio. Os heróis também podem sangrar, podem errar, podem perder. Os heróis também se vão. Eis que não é fácil se decompor assim. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Debruçado no parapeito da janela eu choro como nunca antes havia chorado. Recordando rapidamente, como um filme triste, tudo o que aconteceu comigo até então. Questionando-me porque e por quem eu ainda consigo viver depois de tudo, como consigo sorrir, como consigo encontrar forças para me reerguer novamente e novamente, todos os dias. Não é fácil viver assim, sem caminho, sem objetivo ou com objetivos ofuscados por obstáculos impossíveis de se atravessar como um ser humano normal. Chorando, soluçando e observando o sol brilhar imponente no céu. O quinto andar não é um dos mais altos, mas ficar de pé sobre ele e me entregar ao vento acabariam com os problemas. &lt;br /&gt;Eis uma solução simples. O fim. Mas e aqueles que têm amor por mim? E aqueles que, mesmo eu não significando nada, consideram-me um herói? Que tipo de boa ação eu fiz para conquistá-los, para fazerem ser devotos a mim? Não posso desistir. Por estes, não poderia nunca. Como os verdadeiros heróis são os que me consideram tão espetacular? As contradições que a vida me impõe são sempre tão subjetivas. Não sou capaz de entender. Não é fácil saber. &lt;br /&gt;Eis, no fim, que o fim é somente a continuação de mais um dia. Se eu sobrevivi até hoje, foi porque os heróis que fizeram de mim um herói não me deixaram desistir. As lágrimas nos olhos são intermináveis, mas eu vou continuar, vou sofrer. Seja como for, agora eu sei que o meu papel é ser o herói destes que me acolhem. Aqui no mundo. Eis que continuo procurando o meu caminho, minha estrada para viver e amar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8400334245501186722?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8400334245501186722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8400334245501186722' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8400334245501186722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8400334245501186722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2012/01/super-heroi.html' title='Super Herói.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_2ZZIX-f5638/TBK114O-NuI/AAAAAAAAE0g/3bORtSQYVxA/s72-c/super-heroi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6380156079459992635</id><published>2012-01-09T19:30:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T19:30:25.649-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Al dente.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://sp1.fotolog.com/photo/33/18/95/oni_lua/1276892121484_f.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="113" src="http://sp1.fotolog.com/photo/33/18/95/oni_lua/1276892121484_f.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Passara o tempo e o que vi foi como um piscar. A luz apagou, mas  trouxe-lhe velas. Ascenderam na madrugada fria, salvando meus olhos  cansados de leitura e afazeres. Por esse tempo que passara, aprender  fora melhor do que ensinar, ler fora melhor do que escrever e ouvir fora  melhor do que falar. Ouvira sinos e sinais. Ouvira choro de morte e de  vida. Choro, morte e vida. Morte e vida, pois ao dar a luz foi-se para o  céu. Deu a própria vida ao filho, sua reencarnação. &lt;br /&gt;Lindos olhos seus. Não passa de ficção, de páginas presas à capa.  Diagramado, impresso, sem imagens. Somente letras e um punhado grande de  imaginação. Panela cheia d'água, escorredor pronto. Óleo para não  grudar a comida já grudenta, feita por um cosinheiro errante. Ajudaria  ainda a plasticidade dos pratos e da colher de pau que mexe. Um passo  após o outro, como sugere o livro. Dê receitas.&lt;br /&gt;Diante de um compasso raso, verso mudo, canção tola e insolente, vejo  meu molho borbulhar e ferver enquanto vejo letras e linhas. Vejo a bela  criança se formando, órfã, mas viva e mais corajosa. Ensinara a vencer,  assim como fora ensinada em seu primeiro suspiro. Assim como suspeitei.  Assim como suspeitava quando ainda não tinha lido esta cena, este  capítulo. &lt;i&gt;Esperar o macarrão cozinhar até ficar Al dente...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Quem suspira, agora sou eu. Alívio. A donzela escapou com vida. Meu macarrão está pronto. Gozo do prazer de virar as páginas, de mastigar quantas vezes for necessário para que se torne massa o que era alimento. Para que se torne alimento o que é papel. Alimento para a alma, para a mente. Alimentar aquilo que existe somente para mim mesmo, com refeições que são feitas de paradoxos. Não se pode tocar. Entretanto, nutre-se esta massa. Carboidratos mentais, salgados, saborosos. Ao molho vermelho de sangue de morte e de vida. Sangue de ressurreição. Sangue de reencarnalção.&lt;br /&gt;Sangue de molho de tomate. Macarrão.&lt;br /&gt;Apague as velas. Boa noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6380156079459992635?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6380156079459992635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6380156079459992635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6380156079459992635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6380156079459992635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2012/01/al-dente.html' title='Al dente.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7906379146430835770</id><published>2011-12-13T18:45:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T18:45:44.933-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Sem qualquer inspiração.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6y4FQcyndxQ/TnC8cjd57xI/AAAAAAAAAIg/rdM-9PlcIPE/s1600/SEM_IN%257E1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://2.bp.blogspot.com/-6y4FQcyndxQ/TnC8cjd57xI/AAAAAAAAAIg/rdM-9PlcIPE/s200/SEM_IN%257E1.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Quando mais queremos nos recordar daqueles antigos e longínquos pensamentos, estes se desvanecem de nossas mentes, trovejantes. Querer lembrar não é somente necessidade, mas sim perspicácia, orgulho e até certa destreza. É o autocontrole, o triunfo sobre estes vastos labirintos interiores. Como bem se sabe, sábias são as línguas do entendimento. O tênue limite do saber e do gostar. Gostar de formas, de cores e imprimi-los num pedaço de papel, digitalizado. Fugaz são estes pensamentos meus. Travessuras correspondentes à intelectualidade de sua mente que teme em ultrapassar o que é o inimaginável. &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O conflito segue com brados firmes entre a mente escassa do que raciocinar e o bojo, outrora farto de sustento, sedento ainda pelo desjejum, mesmo lá para as tantas após o crepúsculo. A fraqueza nos faz repetir as palavras, vis, sutis. E, por mais que possamos compreender exatamente, parte por parte, tudo o que passa dentro de nosso pelejo, falta-nos concentração para encerrar estas intrigas sem ferir ninguém. Contudo, o próprio corpo reage em fadiga a presunções.&lt;br /&gt;O que há de querer nosso próprio querer, até então, não consigo ser capaz de replicar. A vontade ímpar de conseguir progredir na vida sem denegrir o que não está mais fazendo parte de nosso mundo físico faz de nós seres humanos. O fato é que não há como não se fazer de desentendido diante das tamanhas atrocidades de um revelador e distante passado. Apagam-se da memória como se num estalar de dedos extinguissem uma chama. Voltam à tona como se o mesmo estalar de dedos fizesse o tempo voltar e a vela – no plural, mesmo que no singular aqui – reunisse sua cera e reconstruísse seu pavio. &lt;br /&gt;Eis aqui mais um grande herro da umanidade. Colocar letras – ou ‘quês’ – onde jamais deveriam tanger, como fazem com seus banjos, violas e gaitas. A melodia otimista e contente, cantada com versos simples, voa como uma pomba para o destino dessa carta, voltando, tempos depois, trazendo suas respostas e mudando o itinerário para levar a outros pontos mais e mais questões. Nunca se sentem fartos de tantas questões e tantas novas respostas. Quando encontradas, essas respostas servem somente para o júbilo, para nada mais do que essa pequena e faminta grandiosidade. &lt;br /&gt;Quando, logo, parece demasiadamente conflituoso tudo aquilo aqui escrito, evapora-se, novamente, mais um grande e largo pensamento. Uma grande conclusão para todas as respostas de todas as perguntas, talvez. Pois talvez o talvez nem exista. Seja, somente, uma barata intriga de mente ou pança, fome ou fome de saber, de compreender, de resgatar. O que fora dado e perdido. O que fora roubado. O que jamais fora meu ou seu ou nosso ou vosso. O que sobra é somente isso. Palavras soltas, encorpadas, efetivas. Lindas, mas soltas, sem expressão ou um sorriso sequer. Sem ternura ou adoração. Somente palavras, estas que nunca antes quis mostrar que sabia. Que jamais quis mostrar que sabia empregá-las.&lt;br /&gt;Pois não importa. Por mais que mostre mais palavras vis, sutis, estas sempre serão nada mais do que meras significância de toda a minha ilustre avareza irreal. Aqui as compartilho, por falta de palavras melhores. Por falta de pensamentos melhores. &lt;br /&gt;Dar-te-ei, quem sabe um dia, mais do que estas tolas sentenças. Contudo, primeiro, preciso encerrar este conflito interior, encontrar a saída deste labirinto. Encontrar, também, um sentido e uma forma adequada para escrever aquilo que vejo, que sinto e imagino, fora dessa cerâmica vazia que se chama solidão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7906379146430835770?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7906379146430835770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7906379146430835770' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7906379146430835770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7906379146430835770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/12/sem-qualquer-inspiracao.html' title='Sem qualquer inspiração.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6y4FQcyndxQ/TnC8cjd57xI/AAAAAAAAAIg/rdM-9PlcIPE/s72-c/SEM_IN%257E1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4302213978678716046</id><published>2011-12-05T20:16:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T20:16:15.581-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eme-ô.'/><title type='text'>Simples detalhes.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xVo4l9eNYO0/Tt2WWAXQAEI/AAAAAAAAAZw/BnAi8NaQ-BU/s1600/Assim+mesmo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-xVo4l9eNYO0/Tt2WWAXQAEI/AAAAAAAAAZw/BnAi8NaQ-BU/s200/Assim+mesmo.jpg" width="171" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tantas e tantas foram as frases batidas, passadas e amareladas pelo tempo. Todas sempre dispostas nos mesmos lugares, palavras atrás de palavras, soltas e presas sobre uma folha de papel qualquer, amarrada por um ponto continuativo e um parágrafo. Reticências. A cada fim de história, de capítulo, de passagem, o pensamento no que quiser pensar fica e finda idéia de prosperidade. Há tantos clichês que já não sou todos que servem. Contudo, lembro-me muito bem de todos eles. Todos criados como um filho ou adotados como um abandonado, órfãos de seus poetas mortos, sendo assassinados ou de próprios suicídios cometidos. &lt;br /&gt;Repito e repito todos, vez à vez. São estes pequenos detalhes que somente olhos como os meus podem perceber. Olhos que nunca vi, que nunca encontrei. Até então.&lt;br /&gt;O tempo pode esperar, mas o relógio gira seus ponteiros mesmo assim. Parece tanto que foi em outra vida, em outra encarnação e um furo no espaço e tempo aconteceu, mas minha memória foi mantida intacta. Cada detalhe, cada gesto, cada sorriso ou lágrima. Cada cura, cada perdão, cada peça, cada chave. Cada palavra, posta uma atrás da outra como sempre pus. Como é para ser, sempre. Como era pra ter sido. Reticências. Como um filme passando rapidamente dentro da mente, em sentido inverso, vejo cada copo quebrado voltar para a mão, cada história contada voltar para a boca. Vejo o peito se preenchendo, vivendo, nascendo após dar a luz a algo tão belo! Somente até olhar mais profundamente a imensidão do mar dos olhos.&lt;br /&gt;É reparar sentimentos sublimes após fitar fixamente aqueles olhos imensamente azuis, tanto em borda quanto em íris, por mais que os azuis do centro sejam só o reflexo da água do mar. É querer tanto e tanto, mais e mais, dizer essas e aquelas palavras ditas e escritas, reescritas e editadas, reeditadas e revividas, por poetas mortos e vivos. Por mim, poeta, claramente apaixonado por cada frase, cada palavra, cada letra. Apaixonado na outra vida e nessa, dia e noite, sempre e sempre, incansável e até alucinante, às vezes. Tão clichê quanto aquela mesma música, como naquela mesma posição na cadeira, como aquelas mesmas mãos postas sobre a mesma cabeça, como aquelas batidas ritmadas e aceleradas do coração. Como sempre fui, na outra vida, em outro momento. Reticências. Deixei pra lá os detalhes quando encarei seus olhos meus. &lt;br /&gt;Feito de pedra bruta e mato alto, floresta intocada pelo homem, fundo do mar. Primitivo ideológico que se chama dádiva, que se chama amor. Algo que não existe, como diz palavras e textos repetitivos, como disse inúmeras vezes em minhas entrelinhas. Existe sim, eu, personificado, pedinte, querendo, nada mais nada menos do que a outra metade. Onde estará? Onde uma jangada pode navegar por esse azul, com uma vara de pesca, imaginando que nessa imensidão de olhar, eu possa fisgar o peixe da sorte, usando como isca o meu próprio coração.&lt;br /&gt;Ponto final, ou continuativo, não sei dizer. Se uma pessoa é mesmo feita de detalhes, vamos ver se quem muito tem pequenas peças, se consegue perceber a importância de cada palavra e cada gesto, cada frase, dita aqui e agora. Dita há tantos tempos atrás, em outra vida, outra encarnação. Dita e escondida para ser descoberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4302213978678716046?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4302213978678716046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4302213978678716046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4302213978678716046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4302213978678716046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/12/simples-detalhes.html' title='Simples detalhes.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xVo4l9eNYO0/Tt2WWAXQAEI/AAAAAAAAAZw/BnAi8NaQ-BU/s72-c/Assim+mesmo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8901096208449088730</id><published>2011-11-24T22:05:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T22:05:10.302-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Querendo querer.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DUTBGn6zjyU/RsZTaMx8nAI/AAAAAAAAAG0/I3JJ0PYHoHQ/s320/bigbang1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_DUTBGn6zjyU/RsZTaMx8nAI/AAAAAAAAAG0/I3JJ0PYHoHQ/s200/bigbang1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;­Pois ele precisava ir.&lt;br /&gt;Não a deixava por não gostar dela. Estava prestes a sair por aquela porta pelo simples fato de não saber o que queria, de fato. Sua certeza em sair dava-se ao fato dele não ter certeza em nada. Pois nada queria e, simultaneamente, queria tudo. Queria alcançar os mais belos bosques e conhecer grandes cidades. Queria conhecer o mundo e o interior de sua casa. Queria viajar, velejar e deixar o corpo sobre o sofá. Queria ver TV, ver a amada e ver o pôr-do-sol sentado na pedra. Queria mudar e não tinha medo disso. Queria crescer e evoluir. Queria, mais do que tudo, se conhecer para poder ter certeza do que quer. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Queria ser rei e plebeu. Queria ser cristão, ser judeu. Queria ser ateu. Queria ser preto, branco, falar alemão e japonês. Queria ser livre dentro daquelas grades, dentro daquelas quatro paredes. Queria fechar os olhos e enxergar tudo o que a vida poderia e poderá lhe oferecer. Queria resgatar o passado para entender o futuro. Queria conquistar o futuro para relembrar o passado. Queria ser dono do tempo do relógio de pulso. Queria ser o corte e a contusão. Queria ser a cura, o remédio, o destino. &lt;br /&gt;Queria ser o vírus e o antivírus. Queria ser o hardware e o monitor. Queria monitorar e comandar seu próprio exército de peões do tabuleiro de xadrez. Queria afastar das magoas a velha e incômoda timidez. Queria poder plantar e colher, só para voltar com uma dúzia de frutas silvestres. Queria, de novo e de novo, caminhar sobre a superfície do nosso globo terrestre. Queria nascer, convencer e vencer. Queria ser humilde, pedir perdão. Queria dizer sim da mesma maneira que diz não.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E se aquele lugar não era seu, qual seria então? Se em qualquer parte sentia-se forasteiro, o que haveria de querer?&lt;br /&gt;Ele queria muito mais do que ouros de tolo. Queria ser o tudo e o nada. O princípio, fim e meio. Verdade, mentira e anseio. Queria ser o posto, o oposto e o avesso. Queria ser o longínquo, difuso e o profuso. Queria ser o isqueiro, o fogão. Queria ser a boca, ser o chão. Queria ser tão grande, do exato tamanho de um grão. Queria ser o arroz, o Feijão e o macarrão. Queria ser destino. Queria ser exagerado.&lt;br /&gt;Mas na verdade, ele se foi porque queria muito mais que isso. Ele nunca soube o que queria, de fato. Entretanto, partiu com uma certa esperança de que o que ele quisesse estaria esperando por ele e o haveria de encontrar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8901096208449088730?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8901096208449088730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8901096208449088730' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8901096208449088730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8901096208449088730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/11/querendo-querer.html' title='Querendo querer.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DUTBGn6zjyU/RsZTaMx8nAI/AAAAAAAAAG0/I3JJ0PYHoHQ/s72-c/bigbang1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1934920213876092734</id><published>2011-11-18T11:18:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T11:18:39.847-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Certa incerteza.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://liveurs.files.wordpress.com/2010/10/sonho.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="141" src="http://liveurs.files.wordpress.com/2010/10/sonho.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Jazem, aqui, incontáveis garrafas vazias de vinho, cálices sujos e não retomados à boca após vazios. Livros abertos, lidos pela metade, formando, assim uma inteira opinião. Deitado no leito, descansa o corpo febril e emagrecido pela doença incisiva do saber. O tempo é o infinito, igualmente como a partida do jogo que se admira. Pratos sujos de uma mesma refeição, dia após dia, sem saber que somente saciando as necessidades chegamos em algum lugar. Espero que este seja belo como os sonhos e as visões à beira do abismo. Pois há quem diga que este mesmo corpo é mais do que um simples objeto do fruto sagrado. Há quem diga que este, mesmo adormecido e prestes à sabe-se lá o que, nasceu para ser vencedor. Nascido para ser jogador, não peça.&lt;br /&gt;Nunca deixou de acreditar. Em nenhum instante que fosse, este, ainda, pudesse compreender que verdade não há além daqueles lençóis encharcados de suor. Porque será que a vitória não saiu de dentro daquela mente, mesmo com o universo - e, junto, o universo de seu corpo - desmoronando e definhando diante de seus olhos, fechados, como a porta que trancou e não soube onde pôs a chave, não sei. Não ousaria sussurrar naquele universo, tendo como partido poder gritar para todos os seus habitantes.&lt;br /&gt;O toque Sagrado que por vezes tentou levar este corpo para junto de sí, para os confins da Terra, também toca imaculadamente a mente pensante e implora para que fique mais uns tempos. Para que acorde, levante e vença, como sempre acreditou que seria. Como se nunca houvesse enfermidades, devaneios e loucuras. Como se não houvesse consequências para os terríveis e temíveis atos. Pois o corpo viril que levanta, marcha e suporta, tem a mente sábia, astuta e audaciosa.&lt;br /&gt;E eu, hoje, sou somente espírito. Atravesso a porta trancada como se não a existisse e olho a minha imagem. O retrato de mim mesmo preso entre lençóis, vinhos, refeições baratas e cálices. Embriagou-me, como diz marcado em meu próprio braço. Calix meus inebrians. Tão grande foi a determinação no saber que, finalmente soube, entretanto, que de nada valem as teorias sem experiências práticas. Finalmente estou de volta para amparar neste leito meu próprio eu perdido em meio de amores, em meio de solidão.&lt;br /&gt;Como senti minha própria falta e como ansiei por me encontrar novamente. O mais estranho é me encontrar justamente quando estou perdido, prestes a me entregar à eternidade.&lt;br /&gt;Mas e a vitória há tanto requerida? Entregar-se é mesmo a solução? Digo a mim mesmo, por telepatia, que não. Uma mente que formou uma opinião após deixar várias opiniões por formar não pode desistir justo agora, que um aliado - o mais importante - está de volta para proteger o seu flanco. Como partes de um inteiro.&lt;br /&gt;E mesmo que ainda não nos fundimos novamente, minha jornada agora é outra. Simplesmente caminhar lado a lado do meu corpo e levá-lo de volta ao esplendor dos campos e dos prédios altos da cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para levantar, caminhar e vencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1934920213876092734?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1934920213876092734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1934920213876092734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1934920213876092734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1934920213876092734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/11/certa-incerteza.html' title='Certa incerteza.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8859077425107318485</id><published>2011-11-10T06:02:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T06:02:27.631-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Jogo da vida.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://jogolaxia.com/files/imagecache/artigos_full/files/artigos/poker.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://jogolaxia.com/files/imagecache/artigos_full/files/artigos/poker.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Cabeça baixa, olhos atentos às cartas na mão. Não há nenhuma idéia mirabolante desta vez. O cigarro preso à boca queima sem um trago sequer. A garrava do wisky de vinte e tantos anos está seca. É preciso que esta mão seja ganha, pois a última e a penúltima foram perdidas. Com a derrota, perdeu-se um pouco das suas atividades diárias. Agora está tempocioso, contudo, com mais tempo em pensar no seu próximo movimento. Os adversarios são implacáveis. O Destino é um blefador nato e o futuro é imprevisível, fazendo jogadas surpreendentes quando se menos espera. Tenho como parceiro, entretanto, a doce e experiente Esperança, que já me ajudou a virar este jogo quando eu estava passando por maus bocados. É o jogo da vida e a minha vida está em jogo.&lt;br /&gt;O chapéu de bohemio cobre a cabeça pensante, que pensa, pensa e raciocina. Não se deve olhar nos olhos do Futuro e tão pouco acreditar no olhar do destino. Compra-se uma carta da pilha e de lá sai um belo e maravilhoso coringa. Uma idéia nova surge à mente. Uma capacidade de mudança, de aprendizado e de fortuna. De tantos e tantos jogos que aposto, este não é o meu predileto, mas o mais importante. Lembro-me dos tempos em que o Fururo me parecia previsível e o Destino insignificante. Até a Esperança rendia-se às minhas mãos e admitia que não era ela a pegar sempre o último morto. Canastras e mais canastras na mesa, pilhas de fichas junto à mim. &lt;br /&gt;Entretanto, como todo jogo, há dias em que a sorte não está do nosso lado e que os adversários levam vantagem. Logo, é preciso pensar com essa pensante cabeça escondida no chapéu. Deixar que queime a chama do cigarro da Esperança, que beba do copo da Sabedoria, parceira de tantas e tantas partidas. Pois tenho em mim todas as coisas boas do mundo. Tenho em mim um pouco do melhor de cada jogador. A astúcia, inteligencia, imaginação, força. Ainda estou vivo, correto? O jogo ainda não acabou para mim. &lt;br /&gt;O coringa, num gesto de loucura, descartei para o adversário. Minha mão é melhor. Confio no que eu consegui reunir durante todos estes anos. Na vida temos que abrir mão de uma peça individual às vezes. Perder também faz parte deste jogo. O mais importante é sempre saber quando se está perdendo e onde, em que momento, você deixou os adversários virarem o jogo. Não há estratégia melhor do que se conhecer bem, pois no jogo da vida você é sempre seu pior inimigo. Consequências de adversidades partem sempre de nossos próprios atos. &lt;br /&gt;Minha mão está fraca, perante a dos outros jogadores. Estou nesse buraco que agora que parece não ter fim, tendo que dar o que eu tenho de melhor para os outros sem receber nada em troca. É ingrato, ás vezes, este jogo. Mas tenho que jogar, preciso jogar. Preciso viver. Levantar da mesa agora é o mesmo que apunhalar meu próprio peito e adormecer eternamente. MInha parceira Esperança pode ter uma boa jogada à qualquer momento. Eu sei o que estava errado, agora vejo. Vejo que os erros que nós cometemos causam vergonha e o orgulho faz com que nos sintamos derrotados. Esta partida está acabando, não se pode fraquejar. Escondo meus olhos marejados e olho fixamente para minhas duas únicas cartas na mão. Falta somente um encaixe para tudo dar certo e eu limpar a minha barra, a minha canastra. &lt;br /&gt;Das cinzas, surge a Ave Sagrada. Da escuridão, surge o sol radiante. &lt;br /&gt;Do fracasso, surgirá um vencedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8859077425107318485?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8859077425107318485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8859077425107318485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8859077425107318485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8859077425107318485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/11/jogo-da-vida.html' title='Jogo da vida.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6062221830095443690</id><published>2011-10-31T19:08:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T19:08:00.833-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Salvando almas.</title><content type='html'>&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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O sol também há de brilhar. O céu também há de se abrir, de sorrir, de mostrar e se mostrar grandioso. A tristeza não dura para sempre. O medo não assombra periodicamente. Não há forma, cheiro, gosto. Não há resposta estampada nesse rosto de faces distintas. Assim como os lados da moeda que gira no ar antes de definir um vencedor. Antes de mentir, diga a verdade. Somente a verdade, nada mais que a verdade. &lt;br /&gt;Digo que temo. O temor me faz sair do chão, de ódio e de desespero. As palavras cessam e a cada tentativa frustrada de dizer qualquer coisa que está presa dentro desta mente inconstante, é uma dor terrível. Como seria tudo mais fácil se as coisas ruins de nossas vidas fossem expulsas com detergente. Como eu gostaria de desengordurar toda a minha mente imunda, indiscreta e alucinada. Como eu queria fechar os olhos e não conseguir enxergar o futuro.&lt;br /&gt;Ventos ruins sopram em minha janela agora. Aperta o peito a tranca da sensibilidade. Não consigo pensar, não consigo agir e tão pouco reagir a nada. Passivo, omisso, preso, pequeno, infértil. Não sou nada mais do que um ser no meio de tantos bilhões. Um ponto invisível visto do céu, visto da tempestade. Que caia um raio sobre minha cabeça. Que molhe os lenços e os lençóis com estas lágrimas batidas, rendidas. Que seja salva a minha alma.&lt;br /&gt;Luz, clarão.&lt;br /&gt;Já pensou na possibilidade de fazer diferente à partir do agora? Já se olhou no espelho e viu um derrotado? Já pensou em enxugar as lágrimas que estão caindo, ainda, sem motivo? Então porque não tenta? Porque não luta mais? Porque não se ajoelha e junta forças em uma única palavra para se levantar e começar a encarar de vez essa verdade. Perigos sempre existirão, dúvidas também. Mas na dúvida das dúvidas, porque não criar uma própria certeza? Aquela mesma que já fora criada anteriormente e que somente quem consegue o entendimento, quem consegue olhar para a luz, encontra. Pense no quanto de bom foi feito em toda essa estrada. Pense positivo, pense à diante. &lt;br /&gt;Houve um homem que desbravou o medo e não temeu pela morte. Saiu com sua espada desembainhada e trespassou todos os monstros. Venceu e foi vencido somente pelo cansaço e pela necessidade de recomeçar. A luta pela vida é eterna, até a própria morte chegar. Quero ser como este guerreiro. Quero vencer meus próprios medos, dobrar o impossível ao meio. Só eu sei o quanto além posso ter e posso querer. Somente eu posso mudar os planos, mudar meu próprio futuro. &lt;br /&gt;Eu não vou cair. Eu não vou perder. Eu não vou desistir. Eu não vou me render.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido." &lt;/i&gt;&lt;b&gt;Salmos 91:7&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo."&lt;/i&gt; &lt;b&gt;Salmos 23:3&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #001cdb; font-family: Georgia; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6062221830095443690?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6062221830095443690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6062221830095443690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6062221830095443690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6062221830095443690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/10/salvando-almas.html' title='Salvando almas.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qck-b1ToxHk/TN8tmCWjsdI/AAAAAAAAB3M/toirQXXdzxE/s72-c/Tempestade%252520ao%252520anoitecer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7928479115977123844</id><published>2011-10-24T20:19:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T05:32:18.550-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universally speaking'/><title type='text'>Lovely Message.</title><content type='html'>Dear Mônica,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It's a pity we can't see ourselves. I don't like this distance between  us, the short time to talk to you. I didn't answer your e-mails because  I'm working 24-7. My life is very busy and I miss you every single day. I  wanna take back your body close to my body, your lips kissing my  cheeks. Living away from you is so hard, but it takes.&lt;br /&gt;I'm counting  the days for you to finish the college and come to live here with me. My  family is waiting for you too. When I look at the empty bed, I think  "Why are you so far?" Living alone is very sad.&lt;br /&gt;If I can´t read your  answer after this message, don't worry. I am preparing a surprise for  you soon. I don't want to write anything more because I'm almost crying.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;I love you.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Think what you want. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7928479115977123844?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7928479115977123844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7928479115977123844' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7928479115977123844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7928479115977123844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/10/lovely-message.html' title='Lovely Message.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2431787757932242291</id><published>2011-10-21T06:58:00.000-07:00</published><updated>2011-10-21T21:45:32.904-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Nova-mente&quot;'/><title type='text'>Violeta.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://keilaweege.files.wordpress.com/2011/04/escrever.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://keilaweege.files.wordpress.com/2011/04/escrever.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Escrever, escrever, escrever e escrever. Nunca mais tive em mãos aquele papel amarelado, tinta fresca e idéias renovadas. Nunca mais pus a mão naquele livro imaginário em que tudo sobre minha vida eu escrevi, escrevi, escrevi e escrevi. O violão envergou, perdeu o som. Arrebentaram-se as cordas como o despertar de um sono daquele sofá. Sonho bom, este. Porque escrever é uma desculpa esfarrapada para dizer que é mentira tudo aquilo que não é e desmentir tudo aquilo que pode ser. Não pode ser. Não. Pode-se ver, sentir e imaginar. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;A sina daquele andarilho que consegue compreender, mas não consegue explicar, o persegue em estradas, trilhas, linhas e entrelinhas. Cada frase é uma nova estrada e cada parágrafo é uma bifurcação. A maravilha de escrever, escrever, escrever e escrever é justamente a opção de ser o que quiser, dizer o que quiser e fazer o que quiser sem deixar de ser, dizer e fazer nada sem sinceridade. A busca, esta eterna busca pelo entendimento, passa a ser somente uma ponte para todo o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;El Dorado &lt;/i&gt;do saber. Se não sabemos respostas, criamos nós mesmos. Escrevendo, escrevendo, escrevendo e escrevendo.&lt;br /&gt;Que assim seja. Meus dedos, já roxos e amassados, suportam até sangrar para conseguir a grande conclusão. Que ser seria essa? Pra que entender a sã loucura de um louco são e salvo pelo instinto intelectual criado pelo Criador? Feito de sua imagem e semelhança. Confuso, irregular, imperfeito e frágil? Ou será que somente nós, pobres seres humanos, estamos deixando de crer na energia que move montanhas dentro de cada um? &lt;br /&gt;Testa suada, olhos fechados. Escrevo certo por linhas tortas. A definição de certo sempre será daquele que escreve. Não que eu queira ou ache que eu seja mais do que eu sou, mais do que carne e osso. Não sou pai, nem santo espírito. Sou filho, imagem e semelhança. Sou farto, forte, viril. Caridoso, cuidadoso, atencioso e gentil. Sou gente, cidadão, ser humano. Sou todo este paraíso que se encontra em mim, “nova-mente”. &lt;br /&gt;Sou aquilo que escrevo, escrevo, escrevo e escrevo. E mais. Em minhas mãos, nada mais e nada menos, há uma espada que desafia o desconhecido e o inimaginável. Folha amarelada em branco, sedenta por tinta fresca e idéias renovadas. Sedenta e faminta por mãos canibais, para que possa rasgá-la e reciclá-la, para que se possa fazer mais um ciclo insano literário. Para que se possa mais e mais escrever, escrever, escrever e escrever. &lt;br /&gt;Pois escrever é, simplesmente, dizer. Não é, nunca, falar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2431787757932242291?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2431787757932242291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2431787757932242291' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2431787757932242291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2431787757932242291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/10/violeta.html' title='Violeta.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6157361708722978851</id><published>2011-10-11T19:52:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T19:52:15.255-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eme-ô.'/><title type='text'>Dez considerações.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vwuGCudxmHQ/TaIC2ylhghI/AAAAAAAAANs/9AivbREy_K8/s1600/tristeza.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-vwuGCudxmHQ/TaIC2ylhghI/AAAAAAAAANs/9AivbREy_K8/s200/tristeza.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;São à partir de pequenas ações que grandes feitos são alcançados. Pequenas peças de quebra-cabeças formam um desenho lindo, mágico e magnífico. São de mangas arregaçadas que vive um trabalhador. Mãos à obra, pois&amp;nbsp;temos muito trabalho pela frente.&lt;/div&gt;Quando aceitamos a condição da espera, esta pode ser longa. E quando desencontros são comuns em nosso cotidiano, justamente é para que o encontro possa acontecer de forma longínqua&amp;nbsp;e duradoura, na melhor da pior das hipóteses.&amp;nbsp;As esquinas de uma noite quente de início de verão passam a ser um martírio, para um coração ansioso&amp;nbsp;em bater e braços ansiosos em abraçar.&amp;nbsp;Lábios ansiosos em moverem-se para dizer qualquer bobagem.&amp;nbsp;A mente trabalhando ininterruptamente, de mangas esgarçadas, não para de pensar naquele telefonema, durante a manhã. Como um choro de um alguém desconhecido pode tanto tirar a concentração, eu não sei. O que mais me intriga é o fato de, com um único olhar saber e conhecer o íntimo daquele ser que sangra cristalino e salgado de dor.&amp;nbsp;Não só de dor, mas de dor, de perda e de ausência.&lt;br /&gt;Entendo como é essa dor. Entendo, também, que esperar nunca foi um de meus melhores dons.&amp;nbsp;Entretanto, a vida é imposta e composta&amp;nbsp;por desafios. Naquele&amp;nbsp;sonho que mais tarde descobriria ser um &lt;em&gt;déjà-vu&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;não conseguia me recordar da forma, da&amp;nbsp;cor do cabelo ou da voz. Mas o olhar&amp;nbsp;marcou tanto minha memória que eu poderia reconhecê-lo em milhas de distância.&lt;br /&gt;Reconheci.&lt;br /&gt;Conheci nos olhos sofridos mais do que uma razão de viver. Passei a ser uma opção de prioridade,&amp;nbsp;talvez. Não houve&amp;nbsp;lição mais correta do que aquela que, há muito tempo atrás, um&amp;nbsp;capitão disse para seu marujo mais aplicado. O conselho em que dizia que a razão de viver consiste em sofrer. Pois para cada vez que você sofre por&amp;nbsp;conta de uma determinada situação, é porque se não vivenciássemos todos esses infortúnios não teríamos os baús de ouro e todas as recompensas no final&amp;nbsp;dos mares.&lt;br /&gt;Sei&amp;nbsp;bem como é este sofrimento. Sei bem como é perder. Contudo, perder, hoje,&amp;nbsp;fez com que eu percebesse que é preciso se permitir. Mais do que se permitir é ajudar a enxugar as lágrimas de quem nem conhecemos, mas que queremos muito o bem.&lt;br /&gt;A dona daquele olhar, que eu reconheceria a milhas e milhas de distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6157361708722978851?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6157361708722978851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6157361708722978851' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6157361708722978851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6157361708722978851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/10/dez-consideracoes.html' title='Dez considerações.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-vwuGCudxmHQ/TaIC2ylhghI/AAAAAAAAANs/9AivbREy_K8/s72-c/tristeza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2721957237825367732</id><published>2011-10-04T17:03:00.000-07:00</published><updated>2011-10-04T17:03:40.907-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eme-ô.'/><title type='text'>Cor, ação.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DEu26EaQQ6o/SUKRewV71oI/AAAAAAAAAHg/QLcuSI75fYk/s320/praia+do+coqueiro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" kca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_DEu26EaQQ6o/SUKRewV71oI/AAAAAAAAAHg/QLcuSI75fYk/s200/praia+do+coqueiro.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Aquela maquina de fotografar não registrava mais momentos bons. Paisagens eram vagas lembranças de um rapaz olhando para um coqueiro, com um horizonte em pôr-do-sol. Cor de arco-íris, visto da varanda de um salão de beleza, da periferia,&amp;nbsp;com delicadeza. Passaram-se dias, semanas,&amp;nbsp;meses e&amp;nbsp;anos. Passaram luas minguantes, novas,&amp;nbsp;crescentes e cheias. Coração ainda vazio, sempre&amp;nbsp;só, sem preservação. Onde ele estará?&lt;br /&gt;Pensei que vivia sem meu coração. Pensei que meu coração era mesmo aquele que recortei de uma folha de caderno, pintei com uma caneta azul brilhante e dei.&amp;nbsp;Transplantei meu coração e o transfundi&amp;nbsp;em uma composição de sentimentos fortes. Quando meu presente mais singelo foi guardado dentro&amp;nbsp;de uma gaveta e, aparentemente, esquecido, sofri e achei&amp;nbsp;que o perderia para sempre.&amp;nbsp;Achei que ele não estaria mais comigo, me&amp;nbsp;completando, me preenchendo. Enchendo meu peito&amp;nbsp;e circulando&amp;nbsp;toda estas misturas e composições. Onde ele estaria?&lt;br /&gt;Entretanto, depois de tanto tempo, senti meu coração sofrido bater.&lt;br /&gt;Achava que ele não estava mais dentro de mim. Até&amp;nbsp;minh'alma mandei buscá-lo. Mas ele estava, esteve, sempre&amp;nbsp;adormecido, querendo voltar a pulsar todas essas composições e sensações especiais.&amp;nbsp;Repentinamente o corpo voltou a corresponder&amp;nbsp;às preces, aos comandos, e os olhos&amp;nbsp;viram o que nem o mais puro dos corações poderia não sentir. Encontrar aqueles olhos&amp;nbsp;olhando sem medo diretamente para os meus, fez como um desfibrilador. Minhas pernas tremeram como treme a base daquele liquidificador que mistura todas as frutas ao leite, às sensações ímpares que retidas ficaram e&amp;nbsp;ficarão até toda a eternidade. Eterna é esta, a classe dos românticos,&amp;nbsp;dos que sofrem e querem. Dos que gritam e gritam.&amp;nbsp;Dos que, mesmo achando que jamais amem novamente, podem voltar a sentir a mesma euforia do primeiro encontro, do primeiro abraço.&lt;br /&gt;Esta foi a primeira vez,&amp;nbsp;com ela foi a primeira. E a primeira coisa dita&amp;nbsp;ao copo do bar, amigo do peito, da garrafa vazia, foi um "estou apaixonado" quase inaldível.&amp;nbsp;Olhar&amp;nbsp;naqueles olhos me fez perceber que olhar para frente também pode ser uma boa saída para deixar para trás o vago intuito de fazer o coração,&amp;nbsp;de cor&amp;nbsp;e de ação, sentir o que os filósofos explicam - ou tentam&amp;nbsp;- com&amp;nbsp;textos extensos. Uma chance, aquela que há tanto ansiei. Chegou até mim, com aroma doce, voz melódica e toque suave.&lt;br /&gt;Coração, idiota, este. Sem ação, sem cor. Sem denominação. Simplesmente aqui, vivo, bombeando aqueles meus mais íntimos sentimentos. Fotografando, novamente, meus bons melhores momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2721957237825367732?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2721957237825367732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2721957237825367732' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2721957237825367732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2721957237825367732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/10/cor-acao.html' title='Cor, ação.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DEu26EaQQ6o/SUKRewV71oI/AAAAAAAAAHg/QLcuSI75fYk/s72-c/praia+do+coqueiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5469138211105647352</id><published>2011-09-21T22:29:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T22:30:29.870-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eme-ô.'/><title type='text'>Escolhas e escolhas.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ij4QTpAnPI0/TGbq01bEK7I/AAAAAAAAAY4/gSXBr7EaYKg/s1600/carona.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://4.bp.blogspot.com/_ij4QTpAnPI0/TGbq01bEK7I/AAAAAAAAAY4/gSXBr7EaYKg/s200/carona.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Já não importam os caminhos que escolhemos, quais estradas procuramos seguir e quais obstáculos queremos ultrapassar. O carro que leva mais do que simples histórias, leva para longe um sentimento e um coração que cisma em não querer parar de bater. Vejo quem me ensinou a enxergar a paz em uma canção, em um beijo no sapo mágico, explodindo a própria cabeça com uma arma cujo calibre é a embriaguez. Os quinze minutos de fama viram quinze dias de feridas e quinze anos de ausência. Dia após dia, a dor diminui e a saudade aumenta como a gasolina, a quilometragem.&lt;/div&gt;Sigo no volante, sem controle. Cem quilômetros por hora, sentindo o vento balançar meus cabelos. Apenas olhando para o sol, rubro e soberano no horizonte. Outro dia nasce e eu sigo vazio, com o tanque cheio. Sigo cheio, farto de tanta sobra que há dentro da oficina do Diabo. Preso neste inferno que se chama passado. Em marcha ré, na contra mão. Queimando pneu no barro, no asfalto, na subida e na ladeira. &lt;br /&gt;Um oásis. Refresco a alma em um banho milagroso nas águas da oportunidade. Procuro meu foco em tons de azul. Cristalino, turquesa, opala. É preciso voltar para a estrada, sabendo para onde quer chegar. Escolhendo a estrada em que haverá um alguém de malas prontas e esperando para estender o dedo e pedir para que a leve para qualquer lugar que eu deseje ir. Aventurando-se ao sair de casa e parar na beira na estrada, esperando bater no meu peito e fazer, por ela, meu coração parar. &lt;br /&gt;Hora de partir. O banho nessas águas me fez piscar. E fechando e abrindo meus olhos tristes e cansados percebo que mesmo sendo por uma fração de segundo, muita coisa deixei naquele oásis. Perdi a chave do carro, a chave da porta. Deixei de sentir um pouco mais de brisa, deixei de ver o último raio de sol no céu. Vejo a estrada obscurecida pelos meus receios, assombrada pelos meus fantasmas. &lt;br /&gt;Não vejo mais aquela mão estendida, as malas prontas. Talvez tenha entrado em outro carro, mais novo, mais bonito e mais potente. Talvez eu tenha passado em alta velocidade e não tenha a percebido. Talvez eu tenha piscado justamente na hora em que ela se foi. Ela não está mais lá. Agora, à noite, não tenho farol, não tenho mapa e não tenho bússola. Só sei ir adiante porque é pra onde a minha estrada leva. Rezando e esperando mais um dia nascer, mais a estrada se iluminar, mais uma mão estendida na beira da estrada eu encontrar. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5469138211105647352?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5469138211105647352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5469138211105647352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5469138211105647352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5469138211105647352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/09/escolhas-e-escolhas_21.html' title='Escolhas e escolhas.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ij4QTpAnPI0/TGbq01bEK7I/AAAAAAAAAY4/gSXBr7EaYKg/s72-c/carona.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8024648733088398063</id><published>2011-08-28T21:46:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T22:30:28.440-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eme-ô.'/><title type='text'>Batom vermelho.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.verruganagordura.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/v7.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="144" src="http://www.verruganagordura.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/v7.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não custa nada sonhar. Não paguei nem pelo meu cérebro, nem pela minha maneira de pensar e nem pela minha imaginação. Sou destes, sim. Que sorri para o espelho, que sonha acordado, que finge não ser só para poder ser o que se é. E quando perguntado quem sou eu, digo apenas que basta me dar as mãos e dançar comigo para descobrir, pequena. Podemos dançar ao som da tempestade, ao som das molas do colchão ou ao som do vento, este que adoro. Vento este que trás pra mim sua voz, longe milhares de milhas.&lt;br /&gt;Como gostaria de ver você usando aquele batom vermelho que tanto gosto. Uma pena você dizer que não combina com seu rosto, com sua boca. Que não combina com seu cheiro ou com seu gosto. Vermelhas ficam suas bochechas, quando em uma simples conversa nós simplesmente&amp;nbsp;extrapolamos, conseguindo enxergar além do horizonte. Porque não houve, nunca, sob nenhuma circunstância, horizonte para nós. Logo&amp;nbsp;ali, além, encontraremos nossa recompensa, um pote de ouro, chocolate e umas cervejas. Beberemos e veremos o sol se pôr.&lt;br /&gt;Como eu desejo pegar minha mochila, aquele ônibus que vai pra longe, pra perto de você, dormir, acordar, ver o sol se pôr e raiar, só para te buscar em casa. Você com aquela blusa larga, caindo ombro abaixo, calça jeans apertadinha e um &lt;i&gt;all star&lt;/i&gt;. Eu com aquela minha bota velha, um bermudão e uma blusa social - rosa, porque eu sei que você sempre gosta. Com cortejo, te levarei para tirar a sorte em um realejo qualquer, andaremos pela noite iluminadas com as luzes de aço da sua cidade. Como é mesmo aquele barzinho que você vai me levar? Poderemos olhar nos olhos de almas feridas e ver reflexos de uma felicidade perdida em algum lugar dentro de cada corpo de cada planeta individual e particular. &lt;br /&gt;Esta música dançaremos, desajeitados. E quando tocar, &lt;i&gt;sinceramente,&lt;/i&gt;&amp;nbsp;mostrarei o meu pé de valsa, como sempre faço em meus pensamentos quando lembro-me de você ao ouvir essa canção. &lt;i&gt;"Swing, swing, swing the spinning step. You wear those shoes and i will wear that dress".&amp;nbsp;&lt;/i&gt;Somos somente isto. Assim, pedaços de dois inteiros distintos que por conta de obra milagrosa do destino conseguem se encaixar, assim como a palma de sua mão encaixa em meu ombro, assim como nossos passos entram em compasso, mesmo que não seja o mesmo compasso da música. Quero ver o seu sorriso misterioso de perto. Desvendar os segredos e dizer que eu acertei em cada opinião que tive, no duro. Depois disso eu entregarei-me à noite, às bebidas, só desejando acordar em qualquer quarto no dia seguinte, vendo um breve sorriso naqueles lábios em que não haverá batom vermelho, porque não combina, mas que me conquistou mesmo assim.&lt;br /&gt;Nada é em vão. Toda regra tem exceção. Se somos a falta de regra, a falta de fartura e a falta de opção, se não somos quem&amp;nbsp;queríamos, se não temos nada que não seja o outro, que não seja este vazio, então vamos nos preencher. Vamos bater no portão do outro, na porta do coração. Não custa nada dançar. Em sonho, em pensamento, em imaginação. Mas só enquanto a realidade&amp;nbsp;descansa, como nossos corpos descansam agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dedicado à liberdade e ao perfume de Mônica Aguiar.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8024648733088398063?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8024648733088398063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8024648733088398063' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8024648733088398063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8024648733088398063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/08/batom-vermelho.html' title='Batom vermelho.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2136501899453879987</id><published>2011-08-23T08:11:00.000-07:00</published><updated>2011-08-23T08:11:24.989-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Nova-mente&quot;'/><title type='text'>Ponto de partida.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/271196_101046599990625_100002558555146_9025_4178171_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="105" src="http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/271196_101046599990625_100002558555146_9025_4178171_n.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eu pus, passo à passo, milhões de milhas sob meus calcanhares. Enfrentei chuvas e tempestades, mas também tive o prazer de ver inúmeras vezes o sol se pôr. Incontáveis foram as vezes em que me decompus, dilacerando-me com as chacoalhadas dadas por este liquidificador chamado vida. Recompondo-me, peça por peça, usando a pouca cola chamada esperança que tinha guardada, e que ainda não se acabou para que eu possa me colar, caso precise, até o fim da minha vida. &lt;br /&gt;Um dicionário de questões, frases prontas, sem respostas, simultaneamente. Dentre essas afirmações, fica aquela que diz que o mundo sempre gira e volta para o mesmo lugar. Vão-se as estações, mas elas sempre retornam. Foi naquele rigoroso inverno, lembro muito bem, que decidi começar a caminhar. Pegar minha mochila e partir pr'além mar. Desbravar o desconhecido e chamá-lo de lar. Esquecer tudo o que deixei, tudo o que me deixou. Imaginar que o horizonte é uma cachoeira e que eu cairia num abismo sem fim quando o fim chegasse. Navegando às cegas, sem a Estrela que guiava os passos do meu coração.&lt;br /&gt;Vaguei desordenadamente, infeliz, infelizmente. Conheci e experimentei todas as coisas mais banais que o mundo pode oferecer. Comi farelo com porcos, dormi de cabeça para baixo com morcegos. Fui chacoalhado, dilacerado, tentando esquecer a dor que é não enxergar. Se for pra ficar cego, prefiro que seja pela luz do que pela escuridão. Contudo, nem sempre o que queremos é o que conseguimos. No escuro fiquei, sem ao menos uma estrela para me guiar. &lt;br /&gt;Na escuridão eu meditei. Preso nessa solitária cela de um corpo fechado, sem janela e nem porta neste quarto, pude perceber e compreender que cada passo que eu dei não foi em vão, mas não me levou à lugar nenhum. Salvo e são, quando um fio de luz surgiu dentro de mim e eu encontrei minha prórpia cola, para me recompor mais uma vez. Primavera, verão, outono e inverno novamente. Descobri que dentro de mim posso fazer sempre verão em todas as estações, posso caminhar com destino, para o ponto de partida, naquele inverno que me lembro bem. O ponto em que parei minha vida, achando que estaria começando-a.&lt;br /&gt;O ponto onde eu perdi os meus passos foi justamente o mesmo em que eu reencontrei-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2136501899453879987?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2136501899453879987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2136501899453879987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2136501899453879987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2136501899453879987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/08/ponto-de-partida.html' title='Ponto de partida.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7289126273380883337</id><published>2011-08-04T00:02:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T08:16:40.123-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Esses 2.</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SGXWY5DEjfM/TjpC5G8CltI/AAAAAAAAAZI/N1WzaTXHEM8/s1600/DSC05211.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-SGXWY5DEjfM/TjpC5G8CltI/AAAAAAAAAZI/N1WzaTXHEM8/s200/DSC05211.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Por Giselli Duarte.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Dois corações que batem em sincronia chocam-se antes de se distanciarem. A dor, entretanto, é muito maior quando estes rebeldes corações estão longe do que quando um atinge o outro. O choque é a felicidade. Rara e passageira. Acontece tão rápido que nem os olhos conseguem enxergar. Jamais pôde ser visto tanta pureza como se pode com esses dois pares de olhos. Enquanto um par chora, o outro se esconde atrás das pálpebras cansadas. E quando o um desiste de chorar e olha para o horizonte, o outro surge e os olhares jamais se encontram. Jamais se cruzam porque o vento leva e trás o aroma da pele e do perfume.&lt;br /&gt;Dois lábios que se tocam dizem, em forma de beijo, mais do que qualquer sábio diz saber. Duas línguas, quando se entrelaçam, formam mais figuras e fazem mais mímicas do que um palhaço. Pois então que sejam pintados esses dois narizes para que brincar de ser feliz possa ser uma obrigação. Porque quando duas bocas juntas puxam o ar e inflam os pulmões, a canção que pode ser ouvida é emocionante e bela. Onde quer que estejam esses dois pares de ouvidos, estas vozes serão ouvidas.&lt;br /&gt;No fim do dia, deitado na cama, sozinho, pronto pra dormir, um destes dos dois corpos pega seu par de mãos e acaricia os cabelos, imaginando que são as mãos do outro. Nessa de imaginar, o outro corpo sai vagando pelos bares, pensando naquela canção que separados cantavam um para o outro e quando seria o instante em que aquela voz que a janela aberta permite o vento trazer falaria segredos no par de ouvidos que são surdos e não sentem nenhuma boca que não seja a do outro.&lt;br /&gt;Há dois telefones. Dois pares de pernas que se balançam ansiosamente, esperando o aparelho tocar e em seu visor aparecer o nome que a memória não quer lembrar, mas que a vontade de ler é insuperável. Há dois computadores. Vendo as fotos e lembrando do que se deveria deixar guardado, mas que a saudade é invencível. &lt;br /&gt;Duas mentes brilhantes e envergonhadas que tentam usar deste artifício para enganar a todos de que não há saudade, não existe desespero e nem vontade para um novo choque de coração e alma. Que sabe, lá nas entranhas do interior, do verdadeiro significado e do que estes corações acostumados com a dor do vazio precisam para serem preenchidos novamente. Está tudo bem, por fora. Os lábios que procuram outros lábios encontram a garrafa da oitava cerveja. Os olhos que procuram os outros pares encontram um céu nublado. Sorrisos são cobrados, mas sorrisos que não vêm da alma não têm o mesmo brilho.&lt;br /&gt;E esse abismo, esse vácuo, essa ausência chamada saudade faz com que esses dois corpos, duas mentes, dois pares de olhos, ouvidos, pernas e mãos, perguntem-se porque o outro alguém foi parar tão longe e porque estes dois corações não se chocam com mais força desta vez, para tornarem-se livres para se unirem e pulsar o amor, todo amor, de maneira uniforme. Dois corações duros como rochas, esperando que todo o resto destes dois conjuntos complete o simples quebra-cabeça de duas peças: Você e eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Pense o que você quiser. (Y)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7289126273380883337?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7289126273380883337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7289126273380883337' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7289126273380883337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7289126273380883337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/08/esses-2.html' title='Esses 2.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-SGXWY5DEjfM/TjpC5G8CltI/AAAAAAAAAZI/N1WzaTXHEM8/s72-c/DSC05211.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3581833612799209730</id><published>2011-07-28T11:12:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T11:31:03.851-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Pretérito mais que perfeito.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.contabil-lorena.com.br/galeria_fotos/foto06.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://www.contabil-lorena.com.br/galeria_fotos/foto06.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Como seria se não existisse o passado? Viver um dia de cada vez, como se fosse o último, como se fosse o único, como se nada mais importasse. De tudo, de todas as maneiras, de todos os lados. O de dentro, o de fora, ao seu lado, como se não existisse passado. Conjugar os verbos seria bem menos doloroso. Não haveria o “já amou”, tão pouco o “já sorriu”. Apenas saudade, lembrança, aperto no peito e vazio na mente. Ninguém entende. Se o sentimento é uma linda estrada com face para o dia é justamente porque este caminho é íngreme. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Se for pra não entender, prefiro ficar cego. Não quero mais enxergar aquela pele, aquele rosto, daquele mesmo jeito carinhoso e feliz de sempre, mesmo que a felicidade não parta mais de mim, mesmo que não haja mais felicidade em mim, pois esta só existe porque eu tenho uma história pra contar, a mais linda história de amor que ninguém ouvirá. O mais lindo filme, protagonizado por mim, que jamais alguém assistirá. Se disser, ninguém acreditará, entretanto. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Agora, o presente que ganho deste presente frio e completamente envolvente com fumaça densa e névoa de inverno é o abraço da vida. Cada dia um novo par, uma nova nota. Meu cálice já não me embriaga mais, mesmo após tantas e tantas doses de vinho tinto com cor de sangue, com cor de dor. E o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Calix meus inebrians”&lt;/i&gt; escrito na pele com tinta preta, cor de tristeza e solidão, não diz mais nada. O castigo maior é já se acostumar a esquecer da dor em outros braços, outros cálices, e não se esquecer de que ainda tenho coração.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Gostaria de não tê-lo, confesso. Contudo, não posso arrancar minha própria alma de seu destino que é vagar a solta, sem voltar pra casa, procurando uma nova razão para voltar a flutuar e voltar a ser feliz. Voltar ao passado para, talvez, descobrir que pra quem sabe olhar pra trás, não há ruas sem saídas. Retroceder. Reconhecer que o passado já não importa e começar uma nova linda estrada ao partir daqui. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Somente o instante em que me embriago com tantas palavras de inconstantes sensações, eu percebo que no passado de ontem estive no mesmo lugar duas vezes. Exatamente no mesmo boteco, na mesma calçada, numa noite igualmente estrelada. O ontem que vivi sem ser entorpecido pelo amor, frio e sereno. O ontem em que o único vermelho que me restou foi o batom daquela boca em meu pescoço, já lavado, já esquecido, como se não houvesse passado.&lt;br /&gt;A outra vez em que vivi, contudo, ainda fica preso a mim, como um anel, como um amuleto. E o cálice me embriagou com o vermelho do vinho, com o vermelho da carta. Com o vermelho de uma vida que foi conjugada no verbo “existiu” e que não existe mais. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3581833612799209730?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3581833612799209730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3581833612799209730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3581833612799209730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3581833612799209730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/07/preterito-mais-que-perfeito.html' title='Pretérito mais que perfeito.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3440625836868240548</id><published>2011-07-26T21:06:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T08:17:12.647-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Menino homem.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-357XU7CozDo/TYdoXlylNlI/AAAAAAAAAVQ/7pKv4Al9gws/omeninoeohomem.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-357XU7CozDo/TYdoXlylNlI/AAAAAAAAAVQ/7pKv4Al9gws/omeninoeohomem.jpg" width="178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;São muitas coisas passando pela cabeça ao mesmo tempo. Tantas pessoas, tantas ordens, tantas subjeções. Tanto peso para esse menino carregar. Menino com corpo de homem, com mente de homem, com atitudes de homem. Ainda assim menino, entretanto. O rosto vermelho e molhado não são nada mais do que uma distração. Homem não chora. Nem menino que quer ser homem.&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Onde há uma bifurcação, se escolhemos o caminho errado estaremos sendo imaturos em demasia. Não escolher nenhum sentido e permanecer estático é omissão e falta de experiência. Homem não erra, não permanece. Ele enfrenta, vence todo e qualquer obstáculo imposto pela vida. Qualquer que seja o caminho escolhido pelo homem será sempre o certo, pois não há decisões infortunas. Movimentos sempre serão frios e calculados. Homem não tem coração.&lt;br /&gt;Se o tom de voz almenta e os gritos tornam-se soberanos, seremos rebeldes e grotescos. Se permanecem-se mudos, seremos medrosos e introvertidos. Homem não grita, nem fica calado. Ele se impõe, é gentil e firme, verdadeiro e inflexível. Sua palavra torna-se lei. Torna-se regra – ou exceção. Meninos dizem tantas bobagens que homens escutam e ignoram. Meninos mudam facilmente de opinião, de tom de voz e sempre serão vistos com desconfiança. Sua palavra não será refletida, não será repetida. Seremos apenas meninos.&lt;br /&gt;Ser homem ou ser menino? Não sei. Ser alguém e representar qualquer uma das duas faces têm sido cada vez mais difícil. É quando a voz do homem se cala e o choro de menino explode na face e escorre até o chão, ouvindo a velha canção que falava do homem que nem por amor chorava, que ninguém pode ser capaz de ver. O homem obtém o que o menino perde. O rosto do menino molham e as mãos do homem secam. O menino sonha e o homem continua atento olhando para a janela vazia, esperando, ansiosamente, este amor aparecer. &lt;br /&gt;Se hoje eu sou um homem, penso como homem e tenho respeito de homem, haverão duas coisas do meu menino que jamais se partirão: Meu sorriso, singelo. Meu choro, vencedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3440625836868240548?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3440625836868240548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3440625836868240548' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3440625836868240548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3440625836868240548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/07/menino-homem.html' title='Menino homem.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-357XU7CozDo/TYdoXlylNlI/AAAAAAAAAVQ/7pKv4Al9gws/s72-c/omeninoeohomem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2583644190193742906</id><published>2011-07-21T23:36:00.000-07:00</published><updated>2011-07-22T06:36:57.784-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Passa tempo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://tbrasilis.zip.net/images/trem_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://tbrasilis.zip.net/images/trem_1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Passam dias, semanas. Passam meses, passam anos. Passa o trem, passa o carro. Tudo passa. Como nuvem, como vento. Como verdade dita e imposta sobre o tempo. Passo a roupa amarrotada, já lavada, já posta no varal. Já vejo cadente a estrela que plantei, que vi crescer e vi voar. Passam horas, minutos, segundos, frações de todos eles. Já não sei mais o que é relógio, o que é futuro ou passado. Já não sei mais se esse presente que vivo foi mesmo dado, se foi presenteado. &amp;nbsp;Passa o horizonte para descobrir que a Terra é redonda e que toda a estrada nunca vai ter fim. Passa calor e passa frio, simultaneamente, dentro de mim. Vejo-a passar, somente alma, no universo paralelo, envolto a esse termômetro sem regras. Em meio aos meios, às entranhas de minha própria história.&lt;br /&gt;Sigo, se verdade, a verdade que me cabe no peito. Que pulsa sob a pele, sobre o pensamento, sobre pensamento. Sobra a constante falta de manifestação e torna-se distúrbio o que fora dádiva outrora. Torna-se medo e torna-se pesadelo. Passa a noite, fica a escuridão. A luz do sol me rega, derrama torrentes de calor e meu corpo continua adubado pela fumaça negra de algo maior que a indiferença. Algo maior que a solidão. Solidão que rói que dói. Solidão que me destrói.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Então passo. Questiono-me porque, por mais que eu corra, caminhe e fuja, essa sensação de que é sempre comigo e que sempre serei eu o resultado final dos atos daquela menina, daquela mulher, ainda transfunde-se em toda essa densa fumaça. Porque tudo o que ela faz, ainda, está afetando-me, está completamente presente em minha árdua vida? Todo o desejo de se sentir, de ser feliz, apagou como um sopro simples apaga a chama da vela, da última, carregada com a esperança que coube dentro desta caixa misteriosa que Pandora batizou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Passa uma mão sobre a outra. Entrelaçam-se e descobrem que estas pertencem ao mesmo corpo só e confuso. Tateia a caixa e descobre que agora ela está vazia, sem cartas, sem vestimentas, sem amor. Apenas fumaça. Cinzas de uma brasa incandescente em um tão distante passado próximo. Pois parece que são centenas de quilômetros que separam duas almas que estão ao alcance de um passo. No universo em que eu criei – e que acredito – não há entrelinhas que as linhas do mundo real tratam de subjugar. É um diálogo. Íntegro, firme, direto, objetivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Passa a sensação, passa a vontade. Fica o que tiver que ficar, o que for verdade, o que for essência. Fica o desejo e a saudade. Fica, “nova-mente”, o "até pra sempre".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2583644190193742906?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2583644190193742906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2583644190193742906' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2583644190193742906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2583644190193742906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/07/passa-tempo.html' title='Passa tempo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1431697019649653040</id><published>2011-07-18T22:13:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T07:56:19.646-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom maior'/><title type='text'>Em tom de respostas.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wQdiiKwRuxI/RwWLp0nHkPI/AAAAAAAAAA0/ErQiK_BGsHA/s320/chico_buarque_bob_tb.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_wQdiiKwRuxI/RwWLp0nHkPI/AAAAAAAAAA0/ErQiK_BGsHA/s200/chico_buarque_bob_tb.jpg" width="165" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Busco, em tom de respostas, em livros e revistas, um ideograma para ideologia. Quero tatuar em minha pele, meu peito, a bandeira que carrego nas costas, que envolve-me e aquece-me. Preciso identificar meus ideais e minhas ideias. Mostrar que minha identidade não é somente mais um papel com foto, com indicação à qualquer prêmio e promoção. Quero marcar de maneira diferente. Marcar-me. Escrevendo com tinta preta, manchada, tudo aquilo que quero dizer sem que precise ser exilado, como muitos de meus heróis foram. Aqueles que viveram e vivenciaram a indiguinação de seu povo, com sua marcha, com cores estas que carrego em uma bandeira nas costas.&lt;br /&gt;Os inimigos assombram os pobres e ingênuos espíritos mortais. Mostram a face do Diabo que mora dentro da casa do nosso Senhor. O mal agora é recriminar a religião do outro, a opção sexual do outro, a cor de nossa pele. Se Barbosa defendesse aquela bola, seu prêmio não seria nada mais do que o esquecimento. O índio morreu, queimado. O povo, omisso, sem voz, calado. Parado esperando o dia do juizo, sem saber que as trombetas prometidas pelos céus são anunciadas pelos mesmo farsantes que engordam suas contas bancárias com dízimos. &lt;br /&gt;Não entendem que a passeata cuja bandeira de arco-íris que envolve e aquece tantas pessoas não passa de uma manifestação à favor da igualdade. Passeata colorida com verde, com seda, com sabedoria. O que todos querem é direito de expandir mais suas mentes, conhecer e compartilhar novas histórias. Mas as serpentes estão à solta, esperando para dar o bote. &lt;br /&gt;Liberdade em troca de dinheiro. Sempre foi assim. O mais rico manda no país e qualquer "galo" na mão do policial nos tira da blitz. Cobras sedentas por presas fáceis. Houve ainda quem disse que o grande problema do ser humano é não crer no Todo Poderoso. Eu vejo, entretanto. Posso ver o Todo Poderoso dos muçulmanos, dos budistas, dos hinduístas. Cada qual com sua forma, com sua reza. Todos faces de um denominador comum. &lt;br /&gt;"C" de covardia, "A" de amargura, "P" de prisão, "I" de ignorância, "T" de tortura, "A" de atraso, "L" de luxúria, "I" de inconveniência, "S" de suborno, "M" de mentiras, "O" de overdose. Overdose de poder, mentiras em fartura. Seguindo o caminho inverso, encontramos mais "P" de podridão e "C" de criminalidade. Mais um alfabeto inteiro de uma única palavra que cega todos os seres humanos fracos em demasia para entender que não importa qual é a cor da pele do rapaz ao lado, ele não é um criminoso.&lt;br /&gt;Por isso que eu quero tatuar. Quero um ideograma para minha ideologia. Uma ideologia de ser humano católico, mestiço, brasileiro, trabalhador, heterossexual, sem vícios, mas que compartilha com todos os alternativos deste mundo um único anseio. O de liberdade.&lt;br /&gt;Minha mochila está nas costas. Não estou fugindo. Quero conhecer mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1431697019649653040?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1431697019649653040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1431697019649653040' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1431697019649653040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1431697019649653040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/07/em-tom-de-respostas.html' title='Em tom de respostas.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wQdiiKwRuxI/RwWLp0nHkPI/AAAAAAAAAA0/ErQiK_BGsHA/s72-c/chico_buarque_bob_tb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1942000066518029455</id><published>2011-06-26T12:14:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T13:19:26.102-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Jogando o jogo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-8DqpE2ThBU/TKSB9jPs4oI/AAAAAAAAAFM/X5KRPF01poI/s400/lumebrando.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://3.bp.blogspot.com/_-8DqpE2ThBU/TKSB9jPs4oI/AAAAAAAAAFM/X5KRPF01poI/s200/lumebrando.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Têm acontecido sempre as mesmas coisas. As cartas mudam, as pessoas e os dias também. Contudo, eu ainda permaneço nesse jogo repetitivo e sem alternativas que não consigo parar de jogar. Um telefonema para ela. Logo consigo encontrar um lugar para mais uma longa noite de sensações intensas.&lt;br /&gt;A cada toque em sua pele, vejo os pelos do seu corpo corresponder com arrepios. Eu sei jogar este jogo. Conheço cada centímetro de corpo, de tabuleiro, e sei dispor todas as minhas peças com facilidade. Apagar as luzes e ligar a música com baixo volume. Sempre as mesmas canções. "The Beautiful Girls". Para lindas garotas. Como num dia claro, de céu limpo, ou numa noite tempestuosa. O cenário sempre muda, pessoas também. O cenário sempre muda as pessoas também. Aquela mulher recatada e tímida, anseia pelo apagar das luzes e a vibração da música.&lt;br /&gt;A dança suave de mãos começa lentamente. Dedo por dedo, palma. Pelo rosto, lábios, roupa. Com a majestade e delicadeza de um rei, tiro-lhe a blusa já suada. Desprendo o sutiã com a maestria de um regente e faço-o deslizar por toda a extensão do corpo, para cair esquecido no chão. O coração bate mais forte e a disritmia aumenta. Em uníssono, nossos gemidos ecoam pelo aposento iluminado somente pela luz da lua e contrastam harmônicamente com a "Manhã de Sol". A cama está à espera e esta é a parte do jogo em que pego-lhe com firmeza e faço ambos os corpos repousar sobre o colchão macio. &lt;br /&gt;Uso o verbo, baixinho, em seus ouvidos. Uso a boca. Com sua boca, com seu pescoço, seus seios. Com a minha mão, sinto seus lábios sendo mordidos por seus dentes carinhosamente. O êxtase está sendo injetado neste corpo feminino sob o meu e a cada fisgada de prazer tudo vibra e se contorce. As pernas se contraem e os braços abraçam meu corpo. Unhas arranham minhas costas e puxam meus cabelos. Estou jogando, estou vencendo. Como sempre.&lt;br /&gt;Os gemidos começam a aumentar e dominar o ambiente. "Aprenda quem você é". E eu aprendo mais de prazer cada vez que escorrego meus lábios pela barriga, virília. As súplicas daquela pobre mulher, vencida pelo tesão, por pouco não rompem meus tímpanos. Implora para que eu explore seu íntimo com ferocidade, que façamos de nossos corpos um só. Eu obedeço. Esta é a parte do jogo em que ela escolhe pra onde eu movimento minhas peças.&lt;br /&gt;É intenso e duradouro. Rápido passa o tempo, tornando-se um momento mágico em que o jogo chega ao fim num estalar de dedos. Relaxam-se os corpos. Troca-se as posições. Antes de reorganizar as peças para uma nova partida, posso sentir aquele corpo de menina deitado sobre o meu, de olhos fechados, imaginando qualquer coisa e falando qualquer bobagem. Eu não escuto, nunca escutei. Meu olhos estão em desfoque, longe. Pensando e imaginado como seria, se todo esse jogo fosse mais poético, como sempre quis que fosse. &lt;br /&gt;Com quem sempre quis que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1942000066518029455?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1942000066518029455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1942000066518029455' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1942000066518029455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1942000066518029455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/jogando-o-jogo.html' title='Jogando o jogo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_-8DqpE2ThBU/TKSB9jPs4oI/AAAAAAAAAFM/X5KRPF01poI/s72-c/lumebrando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8234315994628441435</id><published>2011-06-24T23:22:00.000-07:00</published><updated>2011-06-24T23:22:23.493-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Narcótico esferográfico.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PhncbNglXik/Ri5TjViJSvI/AAAAAAAAABk/KBmNdBI0jdU/s320/clarice_lispector_museu_lingua_f_004.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://3.bp.blogspot.com/_PhncbNglXik/Ri5TjViJSvI/AAAAAAAAABk/KBmNdBI0jdU/s200/clarice_lispector_museu_lingua_f_004.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sentado. Olhando. Sozinho. Vazio.&lt;br /&gt;Palavras que não se encaixam em uma frase com conjunto harmônico. Não são notas musicais, tão pouco formam uma sequência simétrica. Vejo, hoje, subitamente, após tantos e tandos dias sentado olhando o vazinho sozinho, o quanto a vida pode nos reciclar e o quanto eu posso estar errado sendo tão inflexível. Todos os dias, naquele banco de praça, vendo o saxofonista de cobre. Vendo gente e gente me vendo. Vendo todos os tipos de vícios. Vendo brejas e vendo fumaça. Vendo fumaça fria, dançando com pássaros e com a nossa atmosfera. &lt;br /&gt;Ontem eu fracassei. Olhei minha mãe fumando aquele seu cigarrinho de após o almoço e esbravejei. Minha namorada também já foi vítima dos meus ataques de fúria, após vê-la com o mesmo cigarrinho em mãos, escondida de mim. O que nunca percebi, foi o quanto pode ser difícil largar os vícios. Quantos amigos não conseguem largar a garrafa de vodka das mãos. E quanto eu já tentei tirar todos de suas perdições, achando que sempre fui livre de todo e qualquer tipo de mal.&lt;br /&gt;Jamais notei que quando fico dois dias sem pegar no caderno e escrever uma frase boa sequer, meus olhos desanimam e minha mente pesa. Simplesmente necessito, mais e mais, em ver meu caderno preenchido com todas essas bobagens que me fazem respirar e me sentir vivo. Se saio sem minha mochila nas costas, parece que o mundo fica mais pesado e meu corpo sente a ausência de um braço. Logo eu, achando que é fácil abandonar tudo aquilo que faz mal e que o mal é apenas o que a sociedade impõe. &lt;br /&gt;Hoje eu percebo. Escrever é meu vício e me aventurar pelas ruas sinuosas e obscuras do centro e dos ônibus são minhas necessidades. Quando me sinto preso me sinto mal e me sinto como se fosse inútil. Todos precisam de seus momentos de total relaxamento. Agora eu entendo. Faço mal a mim mesmo em toda essa loucura de escrever textos extremamente românticos.&lt;br /&gt;Pois o amor é ruim.&lt;br /&gt;Ainda não aprovo todas as coisas. Minha mente impenetrável ainda não conseguem aceitar certas idéias. Contudo, agora eu vejo o quanto é horrivel viver sob pressão. Sem fazer o que se quer, quando se quer, quando se pode. Quando não se deve, inclusive. &lt;br /&gt;Sentado, olhando a fumaça subindo e dançando, eu percebi que me sinto vazio sem minha caneta, sem meu papel. Que não consigo ser eu mesmo quando não escrevo, quando não penso, quando não imagino. Não quero largar, não quero deixar de usar essa droga tão boa e que me acalma, me acolhe. &lt;br /&gt;Agora eu entendo. Não perfeitamente, mas entendo. Precisamos de uma fuga. Precisamos de um pouco de paz, fazendo qualquer coisa que se quiser. Como pensar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Nota: Este texto faz, hoje, um ano de existência. Por ironia do destino, encontrei-o em meus arquivos num momento em que realmente lhe caiu bem. Quando escrevi o original (este eu mudei um pouco o primeiro parágrafo), pensei em publicá-lo somente quando estivesse completamente convencido de que meu vício realmente era a escrita. Não estou fazendo apologia a nada. Quero somente que as pessoas façam de suas vidas o que acharem melhor. Eu melhorei. Agora eu aprendi a aceitar melhor as coisas. Espero. Obrigado, mais uma vez, a todos os leitores do &lt;b&gt;imaginadongo&lt;/b&gt;." &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8234315994628441435?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8234315994628441435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8234315994628441435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8234315994628441435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8234315994628441435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/narcotico-esferografico.html' title='Narcótico esferográfico.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PhncbNglXik/Ri5TjViJSvI/AAAAAAAAABk/KBmNdBI0jdU/s72-c/clarice_lispector_museu_lingua_f_004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5712850821975645015</id><published>2011-06-24T07:40:00.000-07:00</published><updated>2011-06-24T07:40:31.490-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Nova-mente&quot;'/><title type='text'>Passagem para: Liberdade.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FH3ltwn8wsg/TdQ1hsqJ0kI/AAAAAAAACBs/ofdaApp-_2U/s1600/sonho-de-liberdade%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="191" src="http://2.bp.blogspot.com/-FH3ltwn8wsg/TdQ1hsqJ0kI/AAAAAAAACBs/ofdaApp-_2U/s200/sonho-de-liberdade%255B1%255D.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A fila é grande para se comprar mais um ticket. Outra passagem, após dias, semanas, meses de espera. O tempo é curto se compararmos à espera que tivemos para poder partir. O tempo sempre é mais curto quando estamos em paz com nosso interior. &lt;br /&gt;Este nem parece ser aquele mesmo homem que chorou nos braços da mãe natureza e a viu chorar e dividir suas tempestades internas. O vento trouxe a chuva que é o choro do céu. O mar mostrou sua face, sua fúria, tomando para sí o asfalto construido pelo homem. Nem parece ser aquele ser "eu" sem ser "você". De tanto perecer, tornou-se pó. Voltou para terra e se desfez. Refez-se. Como tantas e tantas vezes antes, como a ave mitológica e sagrada, agora inflama suas asas e começa a batê-las. São sempre as mesmas formas, as mesmas situações. O ciclo se repete. A cadeia de acontecimentos, como a natureza quer. &lt;br /&gt;Jamais pude ver este rapaz do jeito que ele está agora. Dono de uma confiança que nem ele mesmo acreditava ter. Temeroso quanto ao futuro? Pode ser. Contudo, o que importa é que ele aprendeu que caminhar para frente é necessário e desvendar o misterioso também. A vontade de rumar pronde o nariz apontar primeiro sempre existiu. O ticket de viagem que ele comprará nesta fila só desvendará seu destino quando ele chegar no guichê. Não importa o lugar. O que importa é a realização de mais um pequeno sonho.&lt;br /&gt;Um ensaio para fazer pra valer no futuro. Pois ainda existem coisas que prendem esse ser solto. Existem responsabilidades e dose de prudência. Mas sua mochila, seu violão e sua vontade de desbravar este ponto azul no meio do universo estão à espera deste corpo necessitado. O tempo é curto, se compararmos ao tamanho de nosso pequeno ponto azul chamado Planeta. &lt;br /&gt;O tempo é curto, mais uma vez. Sempre foi e sempre será enquanto estivermos em paz com nossos ideais. Mesmo os períodos de crise, em que o tempo parece estacionar em nossa porta e permanecer ali quase que eternamente, percebemos que o tempo passa depressa. Vivo de pressa, de correria, de tempo curto. Pois há muito desejei estar nessa fila, para comprar mais um ticket, para mais uma viagem sem destino. Pois não há destino melhor do que a liberdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5712850821975645015?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5712850821975645015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5712850821975645015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5712850821975645015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5712850821975645015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/passagem-para-liberdade.html' title='Passagem para: Liberdade.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FH3ltwn8wsg/TdQ1hsqJ0kI/AAAAAAAACBs/ofdaApp-_2U/s72-c/sonho-de-liberdade%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6537652450688714231</id><published>2011-06-19T20:43:00.000-07:00</published><updated>2011-06-19T20:43:46.343-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Sem horas e sem dores.</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/264190_153607771379602_100001911404941_344091_8214268_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/264190_153607771379602_100001911404941_344091_8214268_n.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Por Wall Oliver&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Se sorri, foi porque chorava. Se chorei, foi porque estava sorrindo. Não sei o que houve, não houve nada, pra falar a verdade. Só sei que, em mim, estava tudo aquilo que me cabe. Coube, em mim, tudo o que não cabe na dispensa. De todas as formas, de todos os momentos. Um pequeno ovo se quebrando e mostrando a face mais pura da vida. Meu início, meu nascimento.&lt;br /&gt;E como uma pedra jogada no rio, minhas águas vibraram a cada saltitar, a cada abraço. Seguindo fielmente o compasso da canção. Do salto, do chão, do ar, do chão. Do impulso. Disparava meu coração, meu pulso firme, jogado para o ar. Jogado eu fui, diversas vezes. Contra a parede, contra o próximo. Vi meus irmãos jogando-se ao chão. Pesadelos e sonhos. Tudo uma coisa só. &lt;br /&gt;Mas faltavam algumas coisas. Uma parte que eu não tinha levou minha metade que quero de volta. E quero inteira, novamente, minha outra metade. Enquanto ela não volta, minha certeza e contradição não têm cura. Não há palavra, não há pena, não há sonho e nem flauta pra se tocar. Faltava o passarinho recém nascido começar a cantar, começar a bater asas. Sua voz ainda é tão fraca, e o barulho da lona, do circo, é tão alto! Falta uma chance. Encontrar um vácuo no meio de tanto oxigênio. Encontrar silêncio em meio de tanto esporro. &lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;Uma luz se acendeu. Ascendeu, esta luz. E a voz, o grito, ecoou perfeitamente, milagrosamente, no meio daquela fração de escuridão. Medo e desejo somos. Vontade de ver os desejos se realizando, mesmo que sejam tão poucos e pequenos. Não houve nada mais importante do que me ver refletido naquela canção. O pássaro se transformou. Virou um vaga-lume. &lt;br /&gt;Brincando entre os campos de tantas outras luzes acesas, o vaga-lume ouviu seu hino, sua própria canção. Mais uma vez, este pedido foi concedido. O desejo se realizou. E o destino fez com que a memória unisse o futuro, presente e passado num único momento. O momento em que nada importa e que todo aquele mar de gente parece ser parte de você. Como se fosse um espetáculo para uma única pessoa cantado por ela mesmo. Nem teatro e nem magia conseguem explicar o que acontece nessa hora. Nem palhaço, nem fantasia. &lt;br /&gt;Vi lágrimas do mais forte dos homens. Vi uma unção de almas. Uníssono, todos clamando por mais um pouco de amor, um pouco de paz. Aquela paz que só se consegue quando muitos corpos se abraçam e giram. Na varanda, na palavra, na respiração.&lt;br /&gt;Às vezes, contudo, quando falta uma única pessoa, parece que o mundo inteiro está despovoado. Mas não me faltou nada. Tudo o que preciso está dentro de mim. Coube tudo aqui dentro. E só enquanto eu respirar, me lembrarei. Um dia, as pessoas irão entender porque todas essas passagens musicadas por um cara lá de Osasco e sua trupe me comovem tanto. Todos saberão.&lt;br /&gt;É a melhor forma que tenho para agradecer e explicar o que sinto. Hora de ir embora, mais uma vez, com a alma lavada e limpa. Livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6537652450688714231?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6537652450688714231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6537652450688714231' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6537652450688714231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6537652450688714231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/sem-horas-e-sem-dores.html' title='Sem horas e sem dores.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3223369525527022834</id><published>2011-06-12T21:48:00.000-07:00</published><updated>2011-06-12T21:48:25.230-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Nas trevas, o vento.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.germinaliteratura.com.br/01pessoa1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.germinaliteratura.com.br/01pessoa1.jpg" width="110" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A hora de dormir é quase a mesma que a de acordar. Um turbilhão de responsabilidade e seu inverso me tira para dançar. A sinfonia dos loucos sãos, dos que caminham de perna manca pois não conseguem se manter em pé. Minhas pernas são firmes. Meus olhos estão atentos. Uma ordem repassada que atravessa as minhas logo perdem o valor. Eu estou no controle. Minhas pernas ainda estão eretas, firmes. Meu corpo dói a todo instante. Há muito não sei o que é poder sonhar. Nem sonhos bons, tão pouco aqueles pesadelos maravilhosos. Meus olhos não se fecham por mais tempo do que um piscar. Minha vida está fadada ao progresso. Doloroso caminho à se percorrer, chamado progresso.&lt;br /&gt;Estou preso, como o vento está preso ao ar. Preso em uma liberdade que assusta, de tão grandiosa e valorosa que é. Apesar de não poder fechar os olhos e repousar, sinto cada dia de fúria dentro de mim, de todas as maneiras. Assim como eu. Pois sinto tudo de todas as maneiras, vivo tudo de todos os lados, sou a mesma coisa de todos os modos possiveis ao mesmo tempo. Realizo em mim toda a humanidade de todos os momentos. De todos os dias e noites em claro, de cada partícula de cada segundo de cada fração. Num só momento difuso, profuso, completo e longíquo. &lt;br /&gt;Vejo a rua deserta. Sinto o frio do vento das trevas. A noite me acolhe, solitário. Espero, cercado de pessoas, a hora de repousar em minha cama. Espero e vejo a fumaça subindo. O cigarro aceso na mão do estranho me faz ver e sentir a vibração do frio do vento das trevas. Serei um oceano em meu quarto, quando repousar. Serei um furacão. Não sei o que escrevo, não sei mais pensar. &lt;br /&gt;Tudo o que eu quero é que não me esqueçam. Estou de pé, firme, esperando o meu progresso e o meu regresso ao lar, para minha cama. Posso fazer chover, fazer a neve cair. Basta eu continuar a caminhar. Basta eu esperar mais um pouco. O inferno queima todo o meu corpo lentamente. Estou livre dentro de um incêndio de tortura e sacrifício. E quando eu chego ao ápice, pergunto a Deus porque ele me escolheu para isso. Porque eu resolvi percorrer esse caminho tão cheio de pedras, tão cheio de cacos de vidro e de espinhos. Quero sangrar, quero ingressar na selva. Quero sobreviver. &lt;br /&gt;Quando penso em tudo de ruim que fiz, o quanto eu pude ser monstruoso, recordo-me que apenas quis me defender. Defender meus próprios interesses. Na verdade, nunca pensei em ninguém antes de pensar em mim. Essa é a verdade e eu assumo-a. Quando me questiono, logo, se tudo que sofro, se minhas olheiras, é por castigo divino, recordo-me, contudo, de tudo de bom que já fiz e de todas as pessoas que ajudei, ensinei e doutrinei. &lt;br /&gt;Este não é um castigo, mas sim uma provação. Enquanto não posso dormir, resisto, de pé. Minhas pernas ainda estão firmes e eu estou vencendo. Sim, eu vou vencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3223369525527022834?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3223369525527022834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3223369525527022834' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3223369525527022834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3223369525527022834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/nas-trevas-o-vento.html' title='Nas trevas, o vento.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3065452814508603034</id><published>2011-06-05T20:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-05T20:56:04.301-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>O grito.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://jorgemiguelcs.files.wordpress.com/2011/03/munch_o_grito1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://jorgemiguelcs.files.wordpress.com/2011/03/munch_o_grito1.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Da tempestade nasce o arco-íris. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Aos poucos o coração deixa de bater com ferocidade e com o tempo o corpo fica frouxo e repousa. Os sentidos se relaxam e a cabeça esquece, um pouco. Tudo vai se esvaindo lentamente, escapando pela torneira improvisada e criada emergencialmente. Noites difíceis estão por vir. Portanto, melhor deixar de lado um pouco deste excesso de sentimento que ainda há. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A vontade de gritar, após alguns inaudíveis, é enorme. Poder, desta vez, abusar de toda potência vocal e explodir vidraças. O grito de "eu te amo" que está preso e acumulado precisa sair. Contudo, o que sai é apenas um punhado de ar de suspiro de saudade. A areia fina que desce pelo pequeno orifício do relógio, cai mais rápido do que o tempo que passo sem viver. A ampulheta não vira sozinha, o jogo não muda sem luta, sem entrega.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Dissiparam-se as núvens. Um novo dia está nascendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Inspira, respira. Inspira e prende. Não quero lembrar, não quero saber. Nem que sejam por somente alguns instantes. Ao abrir meus olhos, de súbito, após mais um de incontáveis sonhos bons, tenho a convicção de que serei uma pessoa nova. Um ser que está no meio do furacão mas que também é o próprio redemoinho de rajadas de vento. Devastarei. Descontarei em tudo e em todos, afim de me libertar deste mal e voltar a ser brisa de verão. Estou no ponto mais alto da bipolaridade. A cura é a insanidade. Loucura e inconsequência me levarão ao Nirvana do entendimento e compreensão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Sol forte. Queima a pele de quem sai para viver. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A recompensa não é sempre reluzente. Um aperto de mão vale mais do que uma moeda. Um abraço vale mais do que um aperto de mão. Uma palavra dita vale mais do que uma escrita, como disse Branco, tempos atrás. Não é preciso ver? As coisas mudam e o furacão leva as questões de outrora. Minh'alma clama por sons de idiomas diferentes. &lt;i&gt;Ecce sentiant animo finxerunt&lt;/i&gt;. Essa frase soa muito melhor na língua mãe. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Cai o sol. Reinam as estrelas. Destas, após dias, restam apenas poucas, pois as núvens agora imperam no céu. Dias nublados, noites com trovões e raios. A tempestade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Jogo, mais uma vez, essa mesa para o alto. Quebro-a, novamente. Grito. Grito até que o "eu te amo" tome qualquer outra forma compatível com minha garganta e pregas vocais, para que possa ser expelida. Pois nada faz sentido. Grito mais e mais alto, na esperança de que alguém tome conhecimento da minha loucura e me dê remédios para dormir. Dormir sem sonhar aqueles sonhos bons, que me fazem acordar e querer gritar uma frase que não consegue ter encaixe mais em minha boca. Que não tem mais destinatário. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não pode ser entregue em qualquer casa. Pois é puro, é raro. é simplesmente singular. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3065452814508603034?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3065452814508603034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3065452814508603034' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3065452814508603034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3065452814508603034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/o-grito.html' title='O grito.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-758443753971989568</id><published>2011-06-05T13:57:00.000-07:00</published><updated>2011-06-05T13:57:27.576-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Se for pensado.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9olrVlek1Ig/SadKpsKsg3I/AAAAAAAADVc/eXEiaPA2nAU/s400/pens.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_9olrVlek1Ig/SadKpsKsg3I/AAAAAAAADVc/eXEiaPA2nAU/s200/pens.jpg" width="143" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Penso. Penso e logo existo. Logo, existo e tento utilizar essas palavras que penso, a cada fração de tempo e a cada sílaba que forma palavra e que forma frase. Que forma o raciocínio, logo. Existo porque logo penso em decifrar os misterios de minha cabeça, de minhas idéias e do chão onde piso. Molhado, o piso suga o sangue derramado por meu corpo, meus olhos tristes e minha mente prestes a explodir de tanto pensar. De tanto existir penso que posso, talvez, ser um fantasma, ser qualquer um. Ser ninguém.&lt;br /&gt;Mas eu sou. Ou melhor, eu fui. Um dia, fui uma pessoa feliz e completa. Um dia fui um inteiro e a outra metade de outro inteiro. Fui coletivamente individual e compartilhei e desfrutei de um corpo que não é meu. Que não é mais meu, mas que já foi num passado não muito distante. Que não é mais meu, mas que sempre será em minha memória, em meu passado, em minha história. &lt;br /&gt;O passado que se vive, nem sempre importa tanto. Mas quando o passado persiste em se manter em nosso presente a cada esquina que viramos, a cada palavra que pronunciamos, a cada pensamento, tudo o que nos deveria restar era aceitar este fardo - ou dádiva - e seguir em frente. Em frente, pra frente, adiante, para o futuro. Contudo, estamos presos. Eu estou preso, imóvel, impossibilitado. Essas idéias intermináveis que me fazem pensar e que fazem existir minha escrita, que me fazem existir e me faz ser aquilo que escrevo, brotam como a água brota de uma nascente, iniciando o fim de mais um ciclo. Nova e novamente penso. Nova e novamente existo, logo. &lt;br /&gt;A distância infinita entre o norte e o sul é apenas um passo que atravessa a linha do Equador. Fogo se faz com uma única faisca e um pouco de palha. Nem tudo é tão complicado. É complexo, isto que sinto dentro de mim. Resumir em uma palavra, em quatro letras, em uma certeza e um medo, uma dúvida. A espera para que essa agonia acabe e que eu volte a ser quem eu sou, quem eu era, quem eu sempre quis ser. Lutar contra não adianta. Lutar à favor não resolve. Esperar é a única solução. Talvez ter fé, mas é difícil, depois que já tive serenidade, coragem. Sabedoria, talvez. &lt;br /&gt;Sabedoria pra saber que eu existirei enquanto eu pensar. Que eu pensarei para existir e para fazer minhas ideias fluirem. Na minha cabeça, no meu raciocínio, que seca o chão molhado de lágrimas que derramo todas e de tantas vezes que quero ser quem mereço. Que não arrume desculpas para fechar os olhos e dormir, achando que o dia de amanhã será melhor, será mais feliz, será meu. &lt;br /&gt;Pra escrever, logo, não preciso pensar nem existir. Não preciso de nada, pois meus sentimentos são aquilo que escrevo e pra escrever só preciso ver. Sentir e imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-758443753971989568?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/758443753971989568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=758443753971989568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/758443753971989568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/758443753971989568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/se-for-pensado.html' title='Se for pensado.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9olrVlek1Ig/SadKpsKsg3I/AAAAAAAADVc/eXEiaPA2nAU/s72-c/pens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1863701307326604258</id><published>2011-06-01T19:10:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T16:50:33.496-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Errados caminhos certos.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bDDsm9PJKoc/Ta3uszvdryI/AAAAAAAAAH0/Ul63_DPM5gk/s1600/shopping09%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150px" src="http://4.bp.blogspot.com/-bDDsm9PJKoc/Ta3uszvdryI/AAAAAAAAAH0/Ul63_DPM5gk/s200/shopping09%255B1%255D.jpg" t8="true" width="200px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O aperto do coração que há dias atrás me atormentava sem motivo ou explicação, agora revela-se, de súbito. Como uma premonição, como poderia eu pressentir tanta injeção de adrenalina em meu corpo, em tão pouco tempo, em tão pouco espaço? E essas sussessivas perguntas que antes fizeram parte de meu cotidiano e há muito estão esquecidas, novamente circulam e são bombeadas por cada veia e artéria. Por cada fração de segundo.&lt;br /&gt;Todas as semanas de um passado recente eu caminhei, sempre no mesmo dia, sempre na mesma hora, sempre procurando aquilo que nunca quis encontrar. Aquela que sempre quis encontrar, mas jamais tive coragem de seguir, de procurar. Diante de dias longos e preenchidos com tarefas, meus receios foram justificados. Mas sempre tive a certeza de que, no fim de tudo, o mundo daria voltas ao redor de sí e o que eu queria encontrar, de fato, surgiria em meu horizonte, de súbito. Tudo o que me é necessário é que eu dê os passos certos.&lt;br /&gt;Contudo, hoje resolvi pisar em falso. Quebrei a rotina de todas as semanas, sempre no mesmo dia, sempre na mesma hora. Errei de propósito o caminho, pois não queria encontrar aquilo que sempre quis achar. Passos firmes e determinantes em direção ao desconhecido, com a cabeça ocupada demais pensando nas coisas que li e nas coisas que estudei. Concentrado e nervoso. Não precisava de mais nervosismo, não hoje. Não queria ter mais uma surpresa, mais uma partícula de pensamento diário e de busca na minha mente. Não hoje.&lt;br /&gt;E com passos errados e errados ao que pareciam ser certos, eu encontrei. Eu encontrei-a.&lt;br /&gt;Olhando pra baixo, com rosto rosado, entristecido, ocupada com sua rotina, não pode me ver. Eu, acovardado e surpreso por encontrá-la logo ali, naquela hora, apressei-me para sair de seu campo de visão. O aperto no peito que há dias me atormentava sem motivo, oculta, agora explica-se. A alma sabia que seria hoje, nesse instante, após tantos dias passando no mesmo lugar, no mesmo dia e hora. Talvez os olhos dela não tenha encontrado os meus, mas tenho uma louca certeza de que algo dentro dela sentiu meu caminhar trôpego, vagando pelo caminho errado, certo pela primeira vez, quando eu menos esperei.&lt;br /&gt;No fim, o mundo dá mesmo voltas ao redor de sí. Eu já sabia que isso iria acontecer. Aqueles olhos tristes que pude ver hoje, felizes quando encontravam os meus, apontam para outra direção agora. E a sensação ruim, o peso e o aperto, cessam lentamente. Bom saber que ela está bem, que está viva. Dá-me forças pra continuar caminhando firme, determinante e confiante. Algo de extrema importância me aguarda agora. Talvez depois, em outro dia qualquer eu volte para encarar aqueles olhos mais uma vez e permita que este corresponda o olhar.&lt;br /&gt;Quem sabe um dia, num futuro próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1863701307326604258?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1863701307326604258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1863701307326604258' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1863701307326604258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1863701307326604258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/06/errados-caminhos-certos.html' title='Errados caminhos certos.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bDDsm9PJKoc/Ta3uszvdryI/AAAAAAAAAH0/Ul63_DPM5gk/s72-c/shopping09%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-823038779841842066</id><published>2011-05-22T23:04:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T05:40:37.127-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom maior'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Nova-mente&quot;'/><title type='text'>Em tom de cortesia.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dHp05l6xfiM/TEOJX5srdNI/AAAAAAAAApg/QEUI5CSwJx8/s1600/gatos-na-Arvore_1197_1024x768.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/_dHp05l6xfiM/TEOJX5srdNI/AAAAAAAAApg/QEUI5CSwJx8/s200/gatos-na-Arvore_1197_1024x768.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O corpo teima em não se levantar da cadeira. Mas mesmo assim levanta. Comete o doce erro de interferir na ordem natural das coisas. A louca lei da física, essa inércia que me conduz a manter-me em movimento constante. Manter-me inconstante, difuso e profuso. &lt;br /&gt;Uma lágrima solitária escorre sobre minha face. Sai de dentro do rubro dos olhos cansados. Centímetro à centímetro sobre a barba cerrada. Não é o bastante para se redimir, mas o suficiente para extinguir o peso da dor da culpa da consciência. Para cada centímetro em direção ao chão da maçã de Newton, sobre a maçã de meu rosto, um mundo mais vivo, colorido e real surge. Mais propício, com veredas e singularidades. &lt;br /&gt;O sorriso recebe essa lágrima de lábios abertos, agora. Pois não são só de olhos tristes que vive um semblante. Choros de alegria também existem, também formam-se constantemente, diariamente. Repentinamente. Vejo então, coisas além das trtistezas, das dores e da solidão. Vejo que por mais que pareça, agora, uma pessoa com ferimentos horriveis na alma, sentado, ouvindo uma melodia qualquer e enrolado no seu edredom, há comigo um alguém com compaixão infindável, sentimentos ímpares e paciência sobrenatural. Lembrando-me de que devo agradecer aos céus todos os dias por ainda ser esta mesma pessoa que fui desde sempre. Que a sociedade capitalista e completamente contaminada pela avareza ainda não me seduziu e tão pouco me corrompeu. Por mais que haja ocasiões em que temos que nos defender como Robin Wood, cometendo pequenos delitos e revidando à mesma moeda, todos os problemas são resolvidos e todos os verdadeiros ideais e índole mantidos. &lt;br /&gt;Apesar de sempre conseguir me reerguer sozinho, ultimamente tenho um motivo a mais, uma companhia a mais, uma força a mais, para me manter sempre em linha reta. Pois não há problemas que não se dissipem quando esses momentos são vividos e aproveitados. Um abraço acolhedor, quem sabe mais pra frente, palavras de carinho, piadas, sorrisos e alegria. Tudo isso dentro de um ser humano. Ser sentimental, móvel e pensante. Algo que, cada vez mais, cresce um pouquinho, como aquela planta que a chuva rega todos os dias, como o sorriso que os olhos regam todos os dias. Sem palavras, sem ações. &lt;br /&gt;Portanto, desta vez, não venho aqui para dizer algo e deixarem todos pensando o que quiserem. Quero simplesmente, humildemente, racionalmente, agradecer a cada dia, cada palavra e cada conversa que fora me proporcionada. Que o mundo gira e quem é bom pra nós fica. O que é bom pra nós haverá de ficar. &lt;br /&gt;Mais uma peça no quebra cabeça que encaixa, mais uma lágrima que rega, mais uma batuta que rege. Mais um acorde, mais um sopro. Mais uma sinfonia. Mais uma frase sem sentido. Mais um "oi", mais um sorriso, mais um adeus. Mais um dia. Mais do mesmo. Mais eu quero. Mais e mais. Sempre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Reedição do texto "Gotas que alimentam" , de 17 de abril de 2010&lt;br /&gt;Com as devidas modificações que a ocasião exige.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dedicado especialmente à Stephanie Moura. "rs :D"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito Obrigado. "Nova-mente" (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-823038779841842066?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/823038779841842066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=823038779841842066' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/823038779841842066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/823038779841842066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/05/em-tom-de-cortesia.html' title='Em tom de cortesia.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dHp05l6xfiM/TEOJX5srdNI/AAAAAAAAApg/QEUI5CSwJx8/s72-c/gatos-na-Arvore_1197_1024x768.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6375130994915418438</id><published>2011-05-15T18:47:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T19:02:42.307-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>O filho do mundo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.blogbase.com.br/wp-content/uploads/viagem-mochileiro-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://www.blogbase.com.br/wp-content/uploads/viagem-mochileiro-2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não haverão bifurcações nas estradas. Não haverão portas fechadas. Nem dos carros que pedirei carona e tão pouco das casas e albergues que me acolherão. Sou abraçado por essa esfera assim como uma mãe abraça seu filho especialmente querido e amado. Assim como minha própria mãe abraçava-me em minha infância. E pela esfera eu piso. Pela santa inspiração eu espero. Esperto eu fico, pois mesmo um abraço pode sufocar. Assim como haverão pessoas boas, outras não serão tão generosas assim. Mas não haverão pontes quebradas. Não haverão luzes apagadas. &lt;br /&gt;Por onde passo, guardo a chave da porta. Meu chaveiro está repleto delas. E cada cama é minha por uma noite ou duas. Estou de volta! Vida nova, novamente. Nova a casa, nova a mente. Renova este sorriso ao me ver voltar, após me ver partir. Após me ver vencer. Pois eu venço cada obstáculo em cada rua que atravesso, em cada esquina que viro, em cada cafezinho na padaria que peço. Nunca me esqueço dos amigos que deixei por este desafio que a mim mesmo lancei. Guardo cada um destes em cada chave, em cada casa, em cada carro. Guardo cada um dentro da minha mente e das minhas lembranças. As lembranças de quem chorou ao me ver partir, sabendo que sorriria ao me ver voltar.&lt;br /&gt;Pra quem sabe olhar pra trás, nenhuma rua é sem saida. Por isso que não haverão caminhos que não poderei cruzar. O almoço está na mesa e eu mesmo o fiz. Esta casa não é a minha, mas sou acolhido como filho. O hóspede que sabe onde guardar os talheres após lavá-los. A visita que varre o quintal, que leva o cachorro para passear. O tio, o sobrinho, o filho, o irmão. Uma grande família de uma única pessoa que nem o sangue diferente pode contestar essa legitimidade. Nem idade, nem documento. A família é formada a cada momento, a cada passagem. A cada partida e a cada regresso.&lt;br /&gt;E o que há de haver quando o fim chegar? A estrada pode ter fim um dia. O planeta está ficando pequeno para seu grande filho. O abraço está ficando com seus braços curtos. Não se preocupe. Sábio foi O criador, que fez um mundo redondo, para que possamos voltar sempre para o nosso ponto de partida sem precisar regredir, sem precisar voltar. E para cada vez que cruzamos esse marco, eis que novas estradas surgem, novas aventuras se revelam. Mas as pessoas sempre serão as mesmas. As mesmas que choraram ao me ver partir e as mesmas que me acolherão quando eu voltar.&lt;br /&gt;Uns dizem que eu não tenho paradeiro, que faço desordem, que sou alucinado. Dizem que renego meu lar, que nem sei onde ele fica. Pouco me importo. Poucos sabem que não importa o lugar que eu esteja, pois não importa onde eu esteja, qualquer lugar é o meu lar. Pois sou filho deste mundo, desta esfera. E ela me abraça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6375130994915418438?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6375130994915418438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6375130994915418438' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6375130994915418438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6375130994915418438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/05/o-filho-do-mundo.html' title='O filho do mundo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6525927595322863340</id><published>2011-05-08T20:56:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T05:19:47.478-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Nem fim, nem começo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_O0tsFfhip-0/Sw_fQnK6noI/AAAAAAAACf4/99DmI7L47mk/avenida%20niemeyer%5B1%5D.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="136" src="http://1.bp.blogspot.com/_O0tsFfhip-0/Sw_fQnK6noI/AAAAAAAACf4/99DmI7L47mk/avenida%20niemeyer%5B1%5D.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O poeta é um fingidor. Diz o que qualquer filósofo pode dizer, faz o que qualquer ser humano pode fazer, pensa como qualquer um pode. Como qualquer um, um poeta é um operario da língua, da construção, da obra da ficção. Finge que é dor àquela que parece ser qualquer coisa que não a própria. Finge sorrisos e finge ser soberano. Faz com que tudo pareça bem e com que tudo pareça superado, mas no fundo, bem lá no fundo, sofre a dor que deveria não sentir.&lt;br /&gt;Mentiras tornam-se verdades.&lt;br /&gt;Como aquela caixa em que guardei um caderno. O mesmo caderno que joguei no mar, pela janela do ônibus. Caderno este que, não importasse o quando fosse escrito nele, jamais iria terminar suas páginas, pois o caderno estava dentro da minha mente. Simplesmente desejei que ele não existisse mais. Como um pedido feito ao gênio da lâmpada, folhas intermináveis de papeis imaginários foram jogados para fora, cuspido, por uma janela real e para um mar mais real ainda.&lt;br /&gt;Aquela camisa que já queimei, já rasguei e já dei para outras pessoas desconhecidas até pra mim, continua intacta, esperando pela sua verdadeira dona. Esperando ser tirada sua etiqueta, seu alarme, sair do seu ninho. Voar direto para a sua caixa. Pois ela já está lá, esperando um laço, dois braços, três dias e meio. Ninguém há de entender.&lt;br /&gt;Verdade tornam-se mentiras.&lt;br /&gt;Com tantas e tantas mulheres já deitei. Tantas noites passei em claro, me arrependendo por tudo que fiz, renegando tudo que me fora dado. A pergunta "Porque, meu Deus?" que não sai mais da minha mente, não sai mais da minha boca, das minhas lágrimas. Não sai mais. Pois está presa, agora, na garganta. Não peço, não rezo e não confio. O tempo não serve pra curar feridas, mas sim para fazermos esquecer delas adiquirindo outras tantas novas. Tantas e tantas.&lt;br /&gt;O ingresso do show que custou uma fortuna está desde ontem há mais de meses em minha posse. Possessivo e objetivo por um passado ilusório que tornou-se um presente real graças a séculos e graças a tantas e tantas 24 horas. Falo assim como meus idolos falam comigo. Coerencia é a falta de criatividade e o excesso de prudência. Pra que entender quando podemos, simplesmente, ver, sentir e imaginar? Imaginar é mais importante do que conhecer, do que entender. Língua para fora se eu estiver correto. &lt;br /&gt;Olhe minha imagem refletida no espelho. Veja se sou mesmo um cara feliz. Preciso que minha alma ganhe um abraço apertado, para aliviar o sofrimento de um ano com 14 meses. Sete dias atrás, fizeram cinco dias que eu mudaria minha vida. e nesta matemática, nada melhor do que fazer a soma mais óbvia da face da terra.&lt;br /&gt;Somamos eu e você. Pois não há remédio. Não existe remédio que eu possa tomar. A não ser aquele que vem de seus lábios, que vem de seu cheiro.&lt;br /&gt;Que vem de sua estranha e louca sanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6525927595322863340?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6525927595322863340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6525927595322863340' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6525927595322863340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6525927595322863340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/05/nem-fim-nem-comeco.html' title='Nem fim, nem começo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_O0tsFfhip-0/Sw_fQnK6noI/AAAAAAAACf4/99DmI7L47mk/s72-c/avenida%20niemeyer%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2327837566717217304</id><published>2011-04-27T07:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T07:50:29.475-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Inertos passos certos.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://felicidadereal.com.br/wp-content/uploads/2011/04/One-way.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://felicidadereal.com.br/wp-content/uploads/2011/04/One-way.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nem o mais otimista, nem o mais verdadeiro, seria capaz de acreditar que, mais uma vez, o mundo giraria mais depressa que meus passos e me faria trocar de direção. Talvez os mais loucos, como eu, suspeitassem desde o início. Sou inconstante, mesmo quando não quero ser. As coisas acontecem rapidamente. Tanto boas quanto ruins. E a vida dispara como o gatilho de um revolver, lançando seu projétil contra o ar, contra o futuro. Eu não posso mudar, por mais que mude em todo o instante. Sempre serei eu mesmo, até quando não puder ser sempre igual.&lt;br /&gt;Abraços abertos, esperando meu retorno. Beijos e festa. E, mal chego e repouso minhas costas na cadeira velha, mal ponho meus pés cansados sobre a mesa de centro e começo a prosear com todos aqueles que me amam, o destino me convoca para mais uma jornada. Como se o meu universo fosse somente a estrada, os pontos de carona, a mochila nas costas e a bússola que não indica para onde devo ir. Um esmo objetivo, pois certas pessoas nascem para ser livres, para conhecer mais e mais lugares, mais e mais pessoas. O lar do passarinho é o ar, não o ninho. E eu voei. &lt;br /&gt;Houveram aqueles que tiveram coragem de dizer que o meu retorno pra casa fora um passo regressivo. Que voltar para o lar e ser feliz era apenas mais uma forma de assumir o medo de efetuar o melhor e mais perfeito ofício que me fora dado. Mas do que adianta ter regalias e não ser feliz? De que adianta seguir firme em um objetivo que não vai te trazer nenhum tipo de alegria? Não. Eu não posso mudar. Eu posso ser a mudança, mas não posso mudar. Tenho meu próprio molde. Sou assim. &lt;br /&gt;Já me acostumei com a saudade e com o vazio no peito que fica sempre que deixo alguém. Fazem parte do meu fardo, da minha bagagem. Contudo, se abro mais uma vez esta porta e saio, é porque minha necessidade de ganhar o mundo é notável, porque o caminho ainda é desconhecido. Assim eu cresco. Agarrando todas as oportunidades que me dão, fazendo de cada uma a grande jornada. Agora, desta vez, eu posso escolher algumas pessoas para me acompanhar. Poder ensinar, poder aprender e poder ajudar. Pois é preciso dar um passo atrás para poder efetuar um grande salto, sempre. Se voltei, é porque o maior dos loucos acreditou que seria necessário para conseguir a tão sonhada e saborosa queda-livre. &lt;br /&gt;Não posso mudar. Posso ser a mudança. Se andar para trás é exatamente aquilo que parece ser, eu posso fingir que o mundo gira ao contrário e, então, andar para frente. Somos nós quem fazemos nossos caminhos. A vida só nos mostra as estradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2327837566717217304?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2327837566717217304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2327837566717217304' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2327837566717217304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2327837566717217304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/04/inertos-passos-certos.html' title='Inertos passos certos.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5414803892972599763</id><published>2011-04-21T11:52:00.000-07:00</published><updated>2011-04-21T11:52:11.111-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monólogos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Três dias de paz.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://louvoresdoaltissimo.files.wordpress.com/2009/03/jhjh.jpg?w=300&amp;amp;h=329" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://louvoresdoaltissimo.files.wordpress.com/2009/03/jhjh.jpg?w=300&amp;amp;h=329" width="181" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;"O corpo anda conforme os pensamentos transformam-se em passos, conforme a música toca, preenchendo espaços. Lenta e instigante vinda do meu headphone, inseparavel amigo de meus ouvidos. Vinda de meus pés, aos passos soltos sobre o pentagrama, nota após nota, seguindo o compasso, passo à passo. E quem diria que eu estaria tão contente, ao poder perceber que voltava pra casa novamente. Um lugar onde fiz meu nome, minha personalidade. Onde fui criado por quem mais experiente do que eu é. Onde criei minha expectativa, meus próprios objetivos. &lt;br /&gt;Ao fechar aquela porta e ter certeza de que deixaria saudade, não me importei com o quanto de viagem ainda seguiria. Pois eu sabia, sim, sabia, que o mundo não acaba para quem arrisca e perde. A saudade apertava meu peito, cada dia mais, nesses dias que passei apertado em um colchão no chão, dividindo jantar e almoço, dividindo sonhos. Quero o que é meu de volta! Por mais que eu saiba, sim, que a saudade apertará o peito de quem deixei, estou voltando para os seios de quem me alimentou e fez de mim um ser "eu". &lt;br /&gt;É mais do que uma transição. Um portal novo se abre ao velho hábito. Estou de volta, com mais bagagem do que quando parti, há anos atrás. A mochila velha ainda é a mesma sobre minhas costas, mas o que carrego de novo é algo sensacional e ímpar. Posso ver as mudanças em minha pele, em meu pensamento, em meu íntimo. Progredi, regredi e permaneci, assim sendo, a mesma pessoa de sempre. Carreguei no peito um amor maior do que qualquer outro. Outrora, pensava que amor era obra da imaginação. Outrora, imaginei que sentimento não cabia dentro de um peito tão frio e vazio. Mas coube. Tão perfeitamente coube, como o vinho que bebo com meus novos companheiros cabe em meu copo, em sua ânfora. &lt;br /&gt;E, sem nem me lembrar de que agora meu peito segue vazio, apesar de preenche-lo com velhas novas sensações, percebi que passaram-se três dias. Um acordar repentino de um sonho qualquer me fez perceber que o vazio não preenchia mais o vazio que o amor deixara. Estava curado e de volta ao meu lar. O lugar de onde nunca deveria ter saído, apesar de concluir que fora uma boa experiência. Terrível. Os choros deram lugar aos sorrisos, as lembranças tornaram-se amenas. Somente lembranças, somente boas e velhas recordações de um tempo que vivi, que não volta mais e que eu nem gostaria que voltasse, pois o sofrimento que sofri é pior do que o de muitos. Não se compara ao sofrimento de quem morreu por nós. &lt;br /&gt;Mas, assim como aquele que morreu para livrar-nos de todo pecado, no terceiro dia, quando tudo parecia que estava definido, senti novamente tudo aquilo. Segundo Einstein, uma mente que se expande ao conhecimento jamais retorna ao seu tamanho original. Segundo qualquer poeta, um coração que se expande para abrigar um amor sempre será vazio se o próximo que preencher for menor. Nada é perfeito. E a música que seguimos e aprendemos a cantar é sempre a mesma, diferente para cada um. &lt;br /&gt;Ressucitará. A dor. O amor."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5414803892972599763?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5414803892972599763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5414803892972599763' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5414803892972599763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5414803892972599763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/04/tres-dias-de-paz.html' title='Três dias de paz.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6212102546744514483</id><published>2011-04-10T20:20:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T04:59:02.598-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Sapo da paz.</title><content type='html'>&lt;i&gt;(Sugestão de áudio: "Peace Frog - The Doors")&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://blogs.wvgazette.com/beerstoyou/files/2008/12/on-the-road.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://blogs.wvgazette.com/beerstoyou/files/2008/12/on-the-road.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Levante da mesa. Jogue fora a comida que sobrou no prato e lave-o. Faça como eu. Largue tudo. Mochila nas costas, aquele tênis velho no pé, sonhos e metas na cabeça. O nariz, bússola dos aventureitos, apontará sempre para o norte que deve seguir. A incansável busca, o interminável destino, pela paz que está escondida em algum lugar além do final do arco-íris. &lt;br /&gt;Pois eu vi sangue. Pelas casas, pelas ruas, campos e construções. Vi sangue de inocentes crianças sendo derramado por um maníaco que acha terrorismo e suicídio o verdadeiro caminho para a paz eterna dos corpos que não caminham mais pelo mundo. Pude ver, posso ainda, o sangue negro que saem das chaminés das fábricas e que destrói nosso meio ambiente. O sangue negro que escorre pelos rios, desaguam nos mares. E tudo o que é flora, tudo o que é fauna, passam à ser fúnebre. E se não nos mata com um tiro na boca, se não furam nossos olhos, eles nos tiram o ar e a colheita. Nos tiram o que beber, o que comer. Nos dão apenas sangue.&lt;br /&gt;Pois eu vi. Pude ver, o sangue de Lennon, imortalizado por um homem que dizia amá-lo. Vejo o sangue de Vargas em nosso governo, até hoje. E de que vale a repressão? De que vale a ditadura? De que vale a imprensa, também? A mídia que faz chorar e sorrir. Manipuladoras, implantam chips imaginários na mente de todos os que se aprisionam em seus sofás para assistir à novela das oito. "Diga não às drogras", mas assistam à reality shows até seus cerebros fritarem com tanta falta de cultuta.&lt;br /&gt;Resolvi mudar. Pus uns óculos escuros sobre os olhos, só para não desconfiarem que estou olhando diretamente para toda essa sujeira em que há no meu lar. Pois o Azul é o meu porto seguro. O Verde é a minha esperança, o Amarelo minha maior riqueza. Entretanto, onde está escrito "ordem e progresso", eu não vejo branco, mas sim vermelho. Vejo o sangue. Vejo a dor, a perda, o luto. Um luto vermelho. Não é um apelativo comunista, tão pouco. O mundo viveria melhor se cada um fizesse somente o que é melhor para a sua vida sem prejudicar ao próximo.&lt;br /&gt;Foi isso que eu fiz. Caminhando, cantando e seguindo a canção. &lt;i&gt;Headphone&lt;/i&gt; nos ouvidos, tentando entender as mensagens que Jim Morrison me deixou. Bíblia na mão - A outra, escrita por Jack Kerouac. Não digo que estes dois sejam donos da verdade, nem que sejam Deuses. Mas o que admiro é que fizeram aquilo que era o correto, na minha opinião. Pegaram suas malas, seus óculos e partiram. Fizeram o que quiseram. Assim como sempre digo à todos vocês:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensem o que vocês quiserem. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6212102546744514483?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6212102546744514483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6212102546744514483' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6212102546744514483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6212102546744514483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/04/sapo-da-paz.html' title='Sapo da paz.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2743921280017836404</id><published>2011-04-03T13:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-03T13:13:03.151-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>A arte do papel e caneta.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-z3vYlrZ8_yo/TVXny4pgklI/AAAAAAAAAB4/SEjDE6zO7p4/s1600/coracao-janela-chuva.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://2.bp.blogspot.com/-z3vYlrZ8_yo/TVXny4pgklI/AAAAAAAAAB4/SEjDE6zO7p4/s200/coracao-janela-chuva.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Canso de dizer, mas todos resistem e dizem que escrever é um dom. Sinceramente, não me sinto mais especial do que ninguém. Consigo ver arte em qualquer pedaço de papel, por mais simples que seja o texto ou mesmo frase. Mesmo que seja somente uma única e singela frase, o que importa quando escrevemos é o quanto de sentimento depositamos em cada uma daquelas palavras. &lt;i&gt;"Eu te amo, até pra sempre"&lt;/i&gt;. Não me recordo de ter lido texto melhor do que esse. Uma simples frase sem sentido, mas que carrega tantas coisas que tem tanto peso quanto as toneladas de chuva torrencial que cai lá fora agora.&lt;br /&gt;Diante da monotonia, num domingo onde nada poderá acontecer, onde não haverão amigos e brejas, deparo-me com um texto perdido, feito por um companheiro de longa data, que certa vez disse não conseguir escrever coisas tão complexas como as minhas. E quem imaginaria que ele conseguiria ir além? Confesso que nem mesmo eu esperaria ler algo como aquele. Pois não importa como as palavras são dispostas. O que conta é o quanto de sentimento depositamos em cada uma daquelas palavras. A intensidade com que cada uma é escrita. &lt;br /&gt;O texto falava sobre superação. De como podemos fazer produtivo um dia em que nada acontece, em que nada dá certo, em que nada poderá ser promissor e em que nada que não for água, que não for chuva, que não for choro cairá do céu. Logo, quando olhamos para trás e vemos o quanto de bom fizemos a nós mesmos, por mais que a vida nos pregue peças e nos tire coisas que aprendemos a amar com toda força após tempos de convívio, percebemos como somos fortes e quanto ainda podemos ser mais. &lt;br /&gt;A batalha é diária e o pensamento correto para se ter é sempre o de que não temos, nunca, nada para se perder. Por mais que possamos parecer palhaços, fracos e imbecís. Fazer o que se acha certo, ser o que se quer ser, nunca será sinônimo de fraqueza. Escrever não é um dom. Ter sentimentos, faz com que cada um de nós aprenda a utilizar papel e caneta com talento magnífico. Pois o que importa quando escrevemos é o quanto de sentimento depositamos em cada uma das palavras. &lt;br /&gt;Ajudado pela música que escutava naquele momento, meus olhos estavam realmente lacrimejosos quando terminei de ler aquele texto. Não me envergonho de dizer que choro por tudo de uns tempos pra cá. Ver o progresso de quem me cerca faz com que eu seja capaz de enxergar o meu próprio. Faz-me crescer e aprender. Entender que, por mais que hoje eu não tenha nada de prático para fazer que possa me fazer progredir como pessoa, hoje passa a ser somente um dia de reflexão e revisão de tudo o que eu fiz até aqui.&lt;br /&gt;Não chove todos os dias. Eu não estou sozinho. Eu não desistirei. Eu sou forte. Tão forte como a chuva que cai lá fora hoje. Tão forte como o sol que tomará seu lugar no céu amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Participação especial de Vinny Martins.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2743921280017836404?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2743921280017836404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2743921280017836404' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2743921280017836404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2743921280017836404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/04/arte-do-papel-e-caneta.html' title='A arte do papel e caneta.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-z3vYlrZ8_yo/TVXny4pgklI/AAAAAAAAAB4/SEjDE6zO7p4/s72-c/coracao-janela-chuva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2683357501868313727</id><published>2011-04-02T05:41:00.000-07:00</published><updated>2011-04-02T05:41:47.295-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom maior'/><title type='text'>Em tom de partida.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RDuMMK_fuf8/SvLGc5n43TI/AAAAAAAAALg/uJliGKu23aU/s400/2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_RDuMMK_fuf8/SvLGc5n43TI/AAAAAAAAALg/uJliGKu23aU/s200/2.jpg" width="153" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tudo pode mudar. O fato é que se olharmos para o mesmo lugar no segundo seguinte, este foco não será como da última vez. Seu olhar também não será como o do segundo passado. Tudo pode mudar, o tempo todo. Muitas das vezes, estas mudanças de dão por nossas próprias vontades e próprias capacidades. Nem sempre, pois assim como nós olhamos e caminhamos à frente, o globo gira em sentido contrário e, no fim, sempre retornamos novamente ao ponto de partida, onde de semelhante à quando partimos, somente resta o marco. Aquela pegada do exato tamanho do seu pé, demonstrando que já esteve ali antes, em outra ocasião. Uns dizem dizer que é mesmo um regresso passar novamente passar por esta pegada perdida no passado. Entretanto, tudo pode mudar e o regresso pode ser sim um novo progresso. Não o fim de o ciclo, mas um caminho em torno da vida em espiral, onde as estradas jamais se cruzam.&lt;br /&gt;Tudo que eu disse acima importava no segundo passado. Agora, meus pés já estão fora de casa. Caminharei de volta ao meu ponto de partida. Tantas coisas passei desde então. Construi uma família que parecia ser improvavel conseguir. Criar laços tão fortes com pessoas quase que desconhecidas em um espaço tão curto de tempo. Poder dizer que cada uma destas serão insubstituíveis. &lt;br /&gt;Não haverão mais muitas coisas. Aquele sotaque baiano e sorriso frouxo. Brigas e discursões interminaveis entre duas pessoas que só quiseram sempre provar um para o outro que poderia ser e conseguir mais. Depois, abraços fraternos e a certeza de que o objetivo foi alcançado. Não haverá mais o pé da cinderela, o caixa dois, a recusa de um abraço, os cartões para as mulheres bonitas. Só haverá um espaço dentro de cada um, preenchido com lembranças e saudade. &lt;br /&gt;Nunca o céu foi tão generoso em derramar suas lágrimas tão intensamente enquanto saía por aquela porta. As circunstâncias mostram que não voltarei a fazer parte daquela casa tão aconchegante e bela. Mas mesmo assim, mesmo após receber um abraço, outro abraço e outro, mesmo após ouvir muitas palavras de incentivo e de boa sorte, mesmo sabendo que não regressarei, não penso em dizer "adeus". Prefiro dizer "até breve" e fazer com que o mundo gire de uma forma que me faça voltar um dia, para ver minha bandeira, minha pegada no chão. Voltar melhor, para continuar essa caminhada em espiral ao redor do mundo. &lt;i&gt;"Ecce sentiant animo finxerunt"&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dedicado à Meire, Luiza, L.Felipe, Daiane, Aline, Janaína e Evandro. &lt;br /&gt;Muito obrigado por tudo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2683357501868313727?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2683357501868313727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2683357501868313727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2683357501868313727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2683357501868313727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/04/em-tom-de-partida.html' title='Em tom de partida.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RDuMMK_fuf8/SvLGc5n43TI/AAAAAAAAALg/uJliGKu23aU/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5975829961404451855</id><published>2011-03-26T19:50:00.000-07:00</published><updated>2011-03-27T03:39:34.429-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monólogos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Retrospecto.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__M6Kg2bkLWw/SP-G5sPdUTI/AAAAAAAAAQ0/EFHsAiJyYv4/s400/t%C3%BAnel+do+tempo.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/__M6Kg2bkLWw/SP-G5sPdUTI/AAAAAAAAAQ0/EFHsAiJyYv4/s200/t%C3%BAnel+do+tempo.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Muito tempo se passou e muitas questões foram feitas até então. Varias destas se perderam com o tempo. Uma, entretanto, ainda persiste. Esta que eu daria a vida para saber a sua resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"E agora? Você está bem? Está realmente bem? E se de nada vale um sorriso não sincero, acha que chorar adianta? Se de nada vale o choro, porque choramos em prece? Mas de que adianta rezar quando não podemos enxergar o amor? Somos o plural? Somos metade de um sentimento uníssono? Se somos, porque não estamos unidos, como a laranja recém colhida? Porque o que passara a ser colorido com cores mais fortes que as de Frida Khalo, volta a ser um sépia morno e triste? Porque fica muda? Porque não grita com todas as forças tudo o que quer dizer, deumavezsempararpararespirar? Porque não diz o que quer dizer quando pega no telefone? Porque não disca? Porque não somos mais esta linha cruzada?&lt;br /&gt;Como podemos abandonar aquilo que nos foi tão bom e desbravar o futuro que ainda não nos pertence? Como fazemos para convencer a nós mesmos de que o melhor caminho a seguir é justamente o misterioso? E porque não dar o primeiro passo? Porque não damos, não demos o primeiro passo juntos? Porque quem ama não tem juizo? Porque quem ama abre mão de tudo e fica somente portando essa pequena jóia? Porque temos de chorar quando cativamos alguém? Porque a saudade existe? Amar não é olhar um para o outro. Mas pra onde estamos olhando agora? Pra onde eu posso olhar e poder ver? Pra onde podemos olhar juntos, como um par de olhos de um ser perfeito?&lt;br /&gt;Porque saudade não se pode traduzir? Porque saudade existe? Porque eu alimento-a ainda?Porque sinto-me assim, tão infeliz? Será que esse sentimento não passa? Será que nada vai ocupar um espaço vazio? Existe mesmo algo infinito, eterno? Porque coisas acontecem todas sempre ao mesmo tempo? Como se vive incompleto, ou parecendo incompleto? Será que pessoas que se foram retornam? Será que existem coisas que morrem e voltam a criar vida? Qual será a essência da vida? Quem, realmente, sou eu? Porque? Como? Onde? Aonde? Porque? Como faz? COMO?"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito tempo se passou. Muitas questões foram feitas, refeitas e refletidas. Algumas poucas respostas foram encontradas. Muitas, entretanto, se perderam com o tempo. Mas há uma, ainda há. Esta persiste e eu daria a minha vida para saber seu significado. Pois é por causa desta que outras foram desencadeadas. Por causa desta eu fiz da minha vida um turbilhão de perguntas que importam e importarão para todo o sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5975829961404451855?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5975829961404451855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5975829961404451855' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5975829961404451855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5975829961404451855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/03/retrospecto.html' title='Retrospecto.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__M6Kg2bkLWw/SP-G5sPdUTI/AAAAAAAAAQ0/EFHsAiJyYv4/s72-c/t%C3%BAnel+do+tempo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-9178931490897603700</id><published>2011-03-24T19:27:00.000-07:00</published><updated>2011-03-26T18:34:30.510-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Nova-mente&quot;'/><title type='text'>Cidade dos caranguejos.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.bussolaescolar.com.br/geografia/manguezal.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="128" src="http://www.bussolaescolar.com.br/geografia/manguezal.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A consecutividade das latas de cerveja em minha mão torna-se banal à medida que a mente decola e os olhos enxergam além. Elas captam, simultaneamente, passado e futuro. A luz e sua ausência. A sua ausência. Porém, de tão veloz que passou, quase que esta não foi percebida. E os olhos da embriaguez captam o que os olhos não conseguem ver. &lt;br /&gt;Quando qualquer direção torna-se o norte, desvendo mais e mais ocultos sentidos meus. Sinto o cheiro das plantas que me rodeia. Ouço o som das águas correntes de uma lagoa pouco estável. Ouço cada som, de cada voz, de cada boca. Vozes frágeis, graves. Ouço cada som que faz o beijo. &lt;br /&gt;Após tantas bocas saboreadas, degustadas e deliciadas, a minha própria sente-se nauseada. Nenhuma dessas provadas tem meu sabor predileto, mas não reclamo. Com toda essa salada de salivas, desejos e pequeno prazer, minha boca pede o gosto amargo de mais um gole da cachaça doce que abre os olhos da visão. Abre a mente, na fogueira, do insenso que dispensa o vento e disfarça o cheiro do elemento natural. Após tantas bocas sentidas, quistas e batidas, uma mistura começa a se dissipar. &lt;br /&gt;Essa má digestão que vem da mente e dos pulmões, pulsa e bate. Bombeia e leva para todo o corpo a vontade de vomitar um bocado a mais de coisas que sempre houveram engarrafadas em meu corpo: Samba e bohemia. Samba de roda que faz uma ciranda. Bohemia na mesa, na simplicidade da palavra, na malandragem com que toca. A vontade de explodir vem de dentro, vem da voz da alma. A vontade de expelir um bom, mal e necessário, reduto de empolgação e festejo. &lt;br /&gt;A voz que explodirá é a mesma que, agora, pede com delicadeza e todo respeito o microfone na mão da donzela. Um dueto deixo para depois, quem sabe. Tudo é um ciclo. O retorno, após longos anos, é repentino. Nunca pensei que portaria novamente um microfone e um repertório. Jamais pensei que poderia voltar a sentir sensações como aquela. Pois quando eu encaro o público de frente, é o momento em que eu posso ser quem eu quiser ser. &lt;br /&gt;É justo neste momento, então, que fico mais simples e tudo o que mais desejo é ser eu mesmo. Consigo com maestria. Porque lá eu não minto, não finjo. Não invento. Fecho os olhos e deixo a arte fluir e interagir com minh'alma. Esta é a arte que me faz não pensar em quase nada. Só não digo "não pensar em nada" devido ao fato de que, por uma mínima fração de tempo, pensei e desejei que esse momento pudesse ser a tão sonhada retribuição, a réplica. O agradecimento. Cantar de volta a canção desejada à mim outrora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Não são lamentos, meu amor. São só saudades."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tão veloz, já nem me lembro. Não importa, agora. Tenho uma vida inteira pra pensar. Mas nesta noite, nesta em que volto a ser eu mesmo, mesmo que só durante esta canção, deixo minha mente limpa. Deixo a alma voar até sua gêmea, sem me preocupar com o que ela fará. É mesmo somente mais uma pequena mensagem. &lt;br /&gt;Barriga vazia, garganta seca. Os sentidos voltam a ser humanos, normais e pequenos novamente. Fim de um ciclo. Início de outro. Mais uma cerveja na mão. Mais salada, mais samba. Mais do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-9178931490897603700?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/9178931490897603700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=9178931490897603700' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/9178931490897603700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/9178931490897603700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/03/cidade-dos-caranguejos.html' title='Cidade dos caranguejos.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-770943700797769286</id><published>2011-03-13T20:00:00.000-07:00</published><updated>2011-03-13T20:13:44.419-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Tolas palavras.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_i4qVkyD-5qw/TL3B4LuAEVI/AAAAAAAABKE/jcr3q8IOjXk/s1600/digo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="http://2.bp.blogspot.com/_i4qVkyD-5qw/TL3B4LuAEVI/AAAAAAAABKE/jcr3q8IOjXk/s200/digo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Palavras são tolas. &lt;br /&gt;Vocês não seriam capazes de sequer ter uma noção de quanto eu me sinto pequeno e pobre de espírito neste momento. Falar é tão fácil. É justamente por ser fácil que eu me sinto assim. Pois eu sempre falo, falo e falo. Escrevo textos longos, bonitos. Mas o que realmente vale, o que realmente importa, deixei de fazer há muito. Atitudes, ações. Gestos. &lt;br /&gt;Cobrar dos outros objetividade é tão fácil. Falar é tão fácil. Sempre fácil falar para todos o que eles são capazes de ser, de fazer. Mas e quanto a nós mesmos? Já se olhou no espelho e se perguntou, alguma vez, se &lt;b&gt;você&lt;/b&gt; é capaz de tais façanhas? &lt;br /&gt;Agora, passamos a observar que há um mundo inteiro que acredita em você, mesmo quando desanima, mesmo quando inventa desculpas pra não assumir aquilo que se quer. Por medo, por tolice ou por simples vergonha de querer aquilo que não se deveria. Somos nós quem fazemos nossas escolhas e temos que defendê-las sob toda e qualquer circunstância. Lágrimas existem. Dor existe. Mas a escolha é de cada um em fazer delas peso ou degrau. &lt;br /&gt;A velha e inconsequente mania de não saber esperar é o que atrapalha ainda mais. Não serão com chantagens ou sensacionalismo que eu conseguirei o que eu quero. Será com trabalho, com garra, perseverança. Os fins justificam os meios, sempre. A realização é o resultado da vontade de conquistar. A conquista é o resultado de todo o suor que desce pela face. Que sangre a alma. Que sofra, mas que jamais deixe de acreditar que se pode.&lt;br /&gt;Não há nada de incertezas. Não há "se" ou "talvez". Não haverá lamentações, logo. &lt;br /&gt;E não será da noite para o dia que tudo o que eu quero virá até mim. Não poderá ser tão fácil como eu gostaria que fosse. Não será tão fácil como falar, como escrever. Ao menos agora eu sei. A felicidade existe e o amor também. Tive medo de encarar essa verdade e acabava por não acreditar em nada que me pudesse fazer feliz. Essa cadeira, esse quarto, tudo isso está pequeno demais para mim. O que farei agora é me levantar, abrir a porta, sair e viver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até breve. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-770943700797769286?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/770943700797769286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=770943700797769286' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/770943700797769286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/770943700797769286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/03/tolas-palavras.html' title='Tolas palavras.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_i4qVkyD-5qw/TL3B4LuAEVI/AAAAAAAABKE/jcr3q8IOjXk/s72-c/digo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7102229732557145024</id><published>2011-03-13T19:34:00.000-07:00</published><updated>2011-03-13T19:34:40.642-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Sábias palavras.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://frasesepensamentos.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/01/carlos-drummond-de-andrade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="164" src="http://frasesepensamentos.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/01/carlos-drummond-de-andrade.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"A dor é inevitável&lt;br /&gt;O sofrimento é opcional&lt;/i&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso basta por hoje.&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7102229732557145024?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7102229732557145024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7102229732557145024' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7102229732557145024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7102229732557145024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/03/sabias-palavras.html' title='Sábias palavras.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2590334143272828990</id><published>2011-03-11T21:45:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T21:58:25.123-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Um quase-paradoxo clássico.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cybervida.com.br/wp-content/uploads/2010/05/tela-de-computador.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://cybervida.com.br/wp-content/uploads/2010/05/tela-de-computador.jpg" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não há pesadelo pior do que querer ficar acordado e não conseguir. Lá se vão mais algumas preciosas horas da madrugada e o sono mais uma vez vence a batalha. Hoje, porém, tenho um nó tão grande e poderoso em minha garganta, que me sufoca, deixando-me em alerta e prontidão. Mais uma vez o caderno é o meu melhor companheiro em um quarto frio e escuro, onde somente a luz projetada pela tela do computador ilumina o pedaço de papel em que escrevo com a caneta falha. &lt;br /&gt;Nunca quis sofrer, tão pouco fazer alguém sofrer. Mas este é o único meio que tenho para aliviar um pouco esse peso enorme que carrego dentro de mim durante todo esse tempo. E há tanta literatura e tanto subjetivismo em minhas palavras, fazendo-as parecer até que são mesmo somente textos. Mas nenhum par de olhos consegue mais enxergar além das entrelinhas. Pois o que escrevo é superficial, justamente pensando em poupar a todos do que realmente mora dentro de mim. &lt;br /&gt;Tantas e tantas vezes quis sorrir. Tantas e tantas vezes quis ser eu mesmo novamente. Mas o que eu nunca consegui fazer, foi acreditar em minhas próprias menitras. Dizer em frente ao espelho que tudo está bem. Muito tempo já passou, muita coisa já aconteceu e eu, cego, ainda não consigo diferenciar pena e compaixão de sofrimento. Porque, na verdade, eu, sozinho, não seria capaz de entender. Não sou, no presente, capaz de entender, ainda, o que passa e porquê passa. &lt;br /&gt;Há muito tempo queima dentro de mim uma chama imortal, que nada pode apagar. Não tenho culpa de ser assim, previsível. Certas coisas devem permanecer sempre enterradas. Se agora a batalha é contra os sonhos, futuramente será contra o interior, que se debate e tenta tomar o controle. Sem controle, sem rumo, sem vida. Até o presente momento.&lt;br /&gt;Não será amanhã, quando acordar, que meu sofrimento terá se dissipado. Não serão mais estes parágrafos que estarão aqui, amanhã. Pois a cada manhã um sorriso novo é aberto para a vida. A cada manhã as esperanças estão renovadas. A hora de agir chegará, mas não é agora. Que eu espere pela eternidade, que eu perca oportunidades, mas que eu não faça das minhas ações precipitadas. Ou que eu seja inconstante e tente de tudo um pouco. Estou cansado de abrir mão das coisas que me fazem feliz, em troca de um pouco mais de inspiração. Que eu retorne a ser quem sempre fui. Sejamos francos. A hora de agir não é agora, mas poderá ser amanhã.&lt;br /&gt;Talvez, amanhã eu mostre o outro lado da minha vida. A parte, maior, externa, da vida que eu vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2590334143272828990?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2590334143272828990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2590334143272828990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2590334143272828990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2590334143272828990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/03/um-quase-paradoxo-classico.html' title='Um quase-paradoxo clássico.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1125322770451889638</id><published>2011-03-10T21:12:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T04:14:20.382-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Em tradução.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-75avG-dMTOw/TXmvN-_9TtI/AAAAAAAAAZE/oXpHGm_DIfY/s1600/saoshnnxald.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://lh6.googleusercontent.com/-75avG-dMTOw/TXmvN-_9TtI/AAAAAAAAAZE/oXpHGm_DIfY/s200/saoshnnxald.jpeg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;"Imagine que cada um aqui deva ter um sonho. Se agente aprender a vê-los, vai descobrir&amp;nbsp; e sentir&amp;nbsp; que eles estão muito perto. Muito perto."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem dera que o muito perto fosse mesmo ao alcance das minhas mãos. Meus braços longos, capazes de abraçar todo o infinito, tornam-se frágeis e pequenos para conseguir encontrar, às cegas, esta jóia rara que é o sonho e a sua passagem para realidade. Nem tudo pode ser traduzido para palavras. Nem todas as palavras, inclusive, podem ser traduzidas em outros lugares, outras línguas. Nem todo pedaço de pedra pinta o chão, nem todas as batidas são de coração. Nem tudo que tem fim, tem começo. Toda casca tem o seu interior. Sempre, atrás de uma máscara esconde-se um rosto aflito, aflingido, triste.&lt;br /&gt;Atrás de um nariz, surge um palhaço. Dizendo, recitando e cantando. Nada mais do que eu preciso ouvir. Nada além. Nada daquilo que deveria ser dito, mas que fora, pois é o que o momento pede. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;"- E o mundo é perfeito"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;E quem dera fosse mesmo tudo perfeito. Seria perfeição se eu olhasse para o lado e pudesse ver aquele par de olhos e o sorriso belo. Dentro do ônibus, que agora viajo solitário e observo o casal da frente contando sobre seus passados, penso em como seria bom ter aquelas mãos macias entrelaçadas nas minhas, cabelos brilhantes espalhados pelo meu peito e cabeça encostada no meu ombro. Sonho ainda não real. A realidade que regrediu e tornou-se sonho novamente.&lt;br /&gt;Seria perfeito se fizessemos qualquer dia o dia do nosso aniversário. Dividíssemos um copo de bebida, um cigarro ou outra droga qualquer, só porque somos jovens. E a canção &lt;i&gt;punk &lt;/i&gt;que declama, ironicamente, tudo o que não sai da minha cabeça, poderia ser substituida por&lt;i&gt; &lt;/i&gt;uma de amor. Seria gritar para todos e deixar todos sabendo quem manda, quem é dona, quem domina. &lt;br /&gt;Seria perfeito se essas lágrimas que já seriam capazes de formar um rio fossem transformadas em mais um único beijo. Aquele que espero, ainda, todos os dias, todas as noites, na hora em que acordo, na hora em que vou dormir. Te levar comigo poderia ser de carne e osso, não só em sentimento, pensamento. Difundir nossas almas novamente. Meu corpo pede um pouco mais de alma, mas a vida não para para a trasnfusão. &lt;br /&gt;Seria perfeito se eu pudesse traduzir &lt;b&gt;saudade &lt;/b&gt;para outras línguas, em outros lugares. Para que eu pudesse dividir este fardo enorme, que carrego e que não suporto mais carregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1125322770451889638?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1125322770451889638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1125322770451889638' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1125322770451889638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1125322770451889638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/03/em-traducao.html' title='Em tradução.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-75avG-dMTOw/TXmvN-_9TtI/AAAAAAAAAZE/oXpHGm_DIfY/s72-c/saoshnnxald.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3578532252304458157</id><published>2011-03-01T21:06:00.000-08:00</published><updated>2011-03-01T21:06:05.226-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Destinatário remetente.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4lXFWXx6Q0w/TN9gLH6UzqI/AAAAAAAADhE/RwovIYa7E0I/s1600/LIVRO_da_Vida.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://2.bp.blogspot.com/_4lXFWXx6Q0w/TN9gLH6UzqI/AAAAAAAADhE/RwovIYa7E0I/s200/LIVRO_da_Vida.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;As núvens esconderam o sol que iluminou as ruas durante toda a semana. Assim como o vento frio que destoa num verão quente, o turbilhão de dúvidas rodeia meu corpo à cada passo na calçada, no asfalto e na areia úmida. O cheiro da maresia toma conta de meus pulmões e me fazem quase levitar entre as gotículas lançadas sobre mim, vindas diretamente do mar que observa-me triste e agitado. O clima entende minha aflição e responde da maneira que pode. Empurra-me para frente, para a vida. Quando, então, chega o momento em que o repouso do caderno é a velha mochila e a caneta em punho torna-se um instrumento poderoso de superação. &lt;br /&gt;Uma noite inteira passa, um dia inteiro. Justamente no exato momento em que a terra dá uma volta em torno de sí, a resposta chega a mim. Junto à ela um transe, um frenesí. Lágrimas soltas como pétalas de flores no outono. A resposta divina para minha súplica. A luz indicando o caminho que devo tomar. Seca minha tristeza personificada em sal, pois o mar também chora comigo. Espalha seu choro, quase me fazendo levitar, em torno de mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carga:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Porque sinto-me assim, tão infeliz? Será que esse sentimento não passa? Será que nada vai ocupar um espaço vazio? Existe mesmo algo infinito, eterno? Porque coisas acontecem todas sempre ao mesmo tempo? Como se vive incompleto, ou parecendo incompleto? Será que pessoas que se foram retornam? Será que existem coisas que morrem e voltam a criar vida? Qual será a essência da vida?&lt;br /&gt;Não consigo entender porque os dias passam mais lentos e as questões ainda continuam sendo as mesmas sempre. Consigo ver o progresso nítido em minha vida, coisas acontecendo e me fazendo crescer. Mas continuo ainda tão pequeno, mudo, surdo e cego. Vejo todos fazendo as coisas em função de mim. Vejo-me no centro de muitas coisas, mas não consigo ser nada mais do que uma pequena referencia.&lt;br /&gt;E, quieto, absorvo todo o mal. Canalizo toda a tristeza, avareza, tudo. E, quando a bexiga explode, não sai nada de bom. Sorrir está a cada dia mais difícil. Viver está cada dia mais doloroso. Onde está minha ajuda? Quem pode me defender nessas horas? Será que alguém tem poder de cuidar de mim e de me proteger? Se houver, suplico o amparo."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma volta em torno de sí. No mesmo lugar, a resposta que foi enviada, voltou com suas perguntas magistrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Não pode perder o sorriso que estampa nesse rosto, jamais. Não pode fraquejar diante de qualquer problema, diante de qualquer obstáculo. A glória é mais intensificada em caminhos mais sinuosos e difíceis. Você é uma excelente criação. Um filho especialmente querido. Se os holofotes estão virados para você, é porque sua alma está preparada para isso. Talentoso ao extremo. Já reparou na facilidade que você tem em cativar as pessoas? Então porque segue o rumo ao contrário? A cada sorriso que deixa de dar, perde muito mais do que sua alegria. Perde um sorriso em troca. &lt;br /&gt;Acha mesmo certo que qualquer um pode tirar o que você tem de melhor do seu rosto? Pra que foi te dado um sorriso tão bonito e generoso, se você não quer usá-lo? Porque tanto medo de se ferir? Não há vitória sem sofrimento ou luta. Não se pode ganhar tudo, nem ser o melhor sempre. Mas quando há fé, as coisas mudam. Realmente ela muda. Sua fé é pequena ainda, mas tão intensa. Graças à perda, você se aproximou do toque e da sabedoria de quem sempre olha por você. Não se encontra respostas soltas ao ar. Elas estão sempre estampadas diante dos seus olhos. É sempre tão simples!&lt;br /&gt;Pare de maximizar os problemas. Se um ambiente não é favorável, torne-se o ambiente. Você é o centro do universo que te rodeia, sempre. Sua capacidade de mudança é extraordinária. Será que ainda não se deu conta de quantos quadros você já reverteu quando manteve a calma? Será que não se deu conta de quantas coisas positivas há causou com um simples olhar, com um simples gesto ou gentileza? &lt;br /&gt;Levante a cabeça e sorria. Sempre sorria. Nunca deixe que tirem de você o que tem de melhor, o que faz você ser o melhor. Nunca deixe de usar sua melhor arma. Pois é assim que conseguirá tudo. Perdoe-se e jamais se culpe. Busque, reaja. Vença. Ninguém melhor do que você é capaz disso. Se algo não cabe mais em sua vida, não se definhe. O que morre não volta a nascer, mas coisas novas nascem e ocupam seu lugar no seu devido tempo. Não já ficou claro que fugir não é a solução? Criar raizes também é um ato de extrema coragem. E o adubo dessa terra é o que você tem de melhor. E a água para esse broto é o que você tem de melhor. A felicidade é somente os frutos. Leva tempo, dá trabalho. Vai esperar mais para começar?"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é a pergunta da resposta que virá. E o mesmo punho que escreveu a resposta, escreveu a pergunta dela. Em meio ao transe, ao frenesí. Pergunto-me até agora se fui eu mesmo quem escrevi minha própria resposta. Mas acredito mais ainda que alguém me protege nos momentos de solidão. À partir deste momento, no entanto, não importa o que aconteça, não deixarei de usar o que eu tenho de melhor. O que me faz cativar todos e ser o máximo que posso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3578532252304458157?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3578532252304458157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3578532252304458157' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3578532252304458157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3578532252304458157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/03/destinatario-remetente.html' title='Destinatário remetente.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4lXFWXx6Q0w/TN9gLH6UzqI/AAAAAAAADhE/RwovIYa7E0I/s72-c/LIVRO_da_Vida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6650180755313155488</id><published>2011-02-24T20:17:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T03:14:18.961-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Últimas palavras - Textos não aproveitados.'/><title type='text'>XXI</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://visaocarioca.com.br/wp-content/uploads/2008/06/jardim-botanico.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://visaocarioca.com.br/wp-content/uploads/2008/06/jardim-botanico.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O envelope já estava lacrado. Contudo, assim como eu estou durante todo esse tempo em que estamos distantes um do outro, senti que faltava algo a ser escrito naquelas folhas ainda. Então, pus mais esse pequeno anexo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Tantas coisas já aconteceram em nossas vidas, que nem sei como e porquê começar o fim de algo. Não entendo se são minhas últimas ou primeiras palavras. Ou se são últimas primeiras palavras, ou se são primeiras últimas palavras. Não sei nem se são mesmo simples palavras, pois cada uma delas, cada letra de cada um delas, contém tanto sentimento, tanta paixão, tanta saudade, que fica difícil e simplesmente pequeno chamá-las somente assim.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lembra aquela última vez em que nos falamos, Estrela? Uma troca de mensagens que durou dias, até, súbitamente, você dizer, praticamente, para eu desaparecer de sua vida. Foi isso que eu fiz, basicamente. Pois, no fundo, ainda tenho você bem viva e bem presente no meu cotidiano. Nas preces, naquela foto impressa que ainda tenho em meu porta-retrato, nos presentes que me deu. Não há como comer uma trufa de caipirinha e não me recordar de quase todas as nossas viagens de ônibus, ou das minhas sozinho, ansioso, esperando o momento de te ver. &lt;br /&gt;Recordo-me que te convidei para visitar um lugar lindo. Onde, talvez, nunca estivera antes. Pois se tivesse que haver um fim, que fosse em paz, que fosse amigável. Que fosse logo e cedo, para que superássemos com mais facilidade. Com ajuda um do outro, ao menos. Um último abraço, um beijo nos olhos, quem sabe? Aquele que conseguia arrancar o mais belo sorriso. Aquele que iluminava qualquer caminho obscuro e qualquer problema. &lt;br /&gt;E é na forma de mensagens, essas mesmas que me trazem uma dor enorme no peito mas que me faz lembrar do sorriso e ainda consegue iluminar o caminho pelo qual percorro agora, é na forma de lembrança, um misto de bom e ruim, que eu vivo. Nelas você perguntava se o que eu sentia era mesmo verdade. Empolgada, me contando as novidades. A vontade de responder é enorme, pode ter certeza. Escrever que você pode me ligar em qualquer hora, por qualquer motivo. Dizer que eu ainda estou aqui pra conversar e ajudar em qualquer situação. Que não é tarde pra me entender, pra se entender e que cada minuto a mais é precioso. &lt;br /&gt;Pois se houvesse um minuto a mais em cada momento em que estivessemos juntos, mais uma despedida poderíamos ter dado, mais uma troca de olhares, mais um abraço, mais um cheiro, mais um minuto daquela dádiva que se chama amor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E, agora, feche mais uma vez, pela última vez, os seus olhos. Pense nos dias que se passaram em sua última semana. Mesmo fazendo tanto tempo em que não nos sequer falamos. Os bares foram, de início, um simples refúgio. Depois tornou-se prazeroso, até. Os outros braços que te abraçaram pareciam sufocar. Depois tornou-se um simples refúgio, até. E passou a ser rotina o que era desespero. Passou a ser viver o que era fugir. Passou a ser presente. &lt;br /&gt;Mas e depois? E ao deitar-se na cama? Qual era mesmo o pensamento? De quem era mesmo o pensamento? Como era mesmo o pensamento? Quais eram as perguntas? Quantos eram os porquês? Será que era fácil dormir? Às vezes penso muito que estou enganado, mas há algo mais forte dentro de mim que sempre diz que não sou eu só que sinto todas essas loucuras, esses devaneios. Uma vez quis tentar me enganar e descobri que estava sendo enganado fazendo isso. Sei que aprendi errando, mas agora sou capaz de acreditar mais no que vem de dentro. No meio de tantas perguntas, no meio da vida normal que se vive agora, não acontece aqueles dias em que um vazio repentino toma conta? Sem razão, sem motivo.Mesmo após dias ou meses, um buraco no peito simplesmente surge. Uma solidão assombrosa, por mais que esteja cercado de milhares de pessoas. Há horas em que quando falta uma única, o mundo parece desabitado. Quando falta um único músico, parece que a orquestra é muda. Um pouco de silêncio e de som. De escuridão e luz.&lt;br /&gt;Há, também, os dias em que nada dá certo e quando a noite chega, tudo o que você mais deseja é ter alguém pra contar tudo o que aflinge. Qualquer pessoa passa ser o ouvinte, mas nunca é o ideal, o encaixe perfeito. As peças perderam a forma, realmente. Logo, vem a pergunta que não quer calar: Você é realmente feliz?&lt;br /&gt;É realmente feliz? Mesmo sorrindo, mesmo vivendo. Será que se é capaz de ser feliz com algo faltando? Viver como que sem braços, para serem entrelaçados aos seus. Viver como que sem pernas, para caminhar ao lado das suas. Viver como que sem coração, para bater acelerado, em uníssono, pois ambos conseguimos mais do que ver, sentir ou imaginar. Conseguimos ser, ouvir, viver, ser o espelho. Almas que se adotaram e que se cuidam enquanto os corpos sonham sonhos bons.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Peço que reflita e responda essa pergunta somente quando souber a diveferença do ser para o estar.&lt;br /&gt;Um beijo."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que falta dentro de mim, eu sei, caso falte mesmo. Até hoje as pessoas me fazem essas duas perguntas: Se me falta algo e se eu sou realmente feliz. Eu sei as respostas, mas pra quem pergunta-as, sempre digo a mesma coisa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6650180755313155488?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6650180755313155488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6650180755313155488' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6650180755313155488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6650180755313155488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/02/xxi.html' title='XXI'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2532576946908445784</id><published>2011-02-18T17:55:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T14:36:10.365-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Últimas palavras - Textos não aproveitados.'/><title type='text'>Porque não se pode dormir.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bh_UODMJqIk/SrtS5z6ajSI/AAAAAAAAAxw/3ow39Ko757c/s400/casal+na+praia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/_bh_UODMJqIk/SrtS5z6ajSI/AAAAAAAAAxw/3ow39Ko757c/s200/casal+na+praia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;- Em nome do pai, do filho e do espírito santo. Amém. Senhor: mais uma vez eu ajoelho-me, diante de sua palavra, de seu espírito, para pedir, implorar, que proteja-a onde ela estiver neste momento. Que seus sorrisos possam ser sinceros e que amenize seus sofrimentos. Que ela possa ter um dia bom e promissor amanhã. Amém.&lt;br /&gt;Cabeça sobre o travesseiro. Olhos fechados. Corpo dormente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Que bom que você está novamente aqui comigo, querida. Hoje está ainda mais linda do que ontem. Nossa praia deserta, ao pé da tartaruga de pedra, nem se compara à sua beleza e ao seu encanto. Cá estamos nós denovo, como antes, como antes do antes. Como quando não existíamos. Diga que me ama, mais uma vez, ao menos! Há quanto tempo não ouço seu sussurro em meu ouvido! Diga a verdade, toda a verdade que existe dentro de você! Pois eu sei, eu juro que sei que você ainda sente o mesmo que eu. &lt;br /&gt;Que bom que você está novamente ao meu lado, nesta tarde ensolarada e maravilhosa. Hoje meu violão ficou em casa, mais temos tanto o que conversar! Como anda sua vida atualmente? Me abraça forte? O aperto de seus braços me faz esquecer de todos os problemas que tenho passado. Faz-me criar forças pra aguentar todo o peso em minhas costas e a ultrapassar qualquer obstáculo que a vida me impõe. O cheiro do mar e a brisa que toca meu rosto não existiriam se você não estivesse presente aqui, agora. Fique perto de mim por hoje, te peço.&lt;br /&gt;Que bom que a noite está chegando, querida. Como é bom poder dormir junto à você. Poder recostar minha cabeça sobre sua barriga e sentir suas mãos acariciando minha nuca de uma maneira ímpar. Do jeito que só você sabe, pois só você conhece a maneira que me agrada. Somente quando estou unido a você é que consigo dormir em paz. Saber que haverá alguém alí quando eu acordar, para eu poder observar um rosto de pele rosada sorrindo de leve. Saber que haverá alguém se preocupando em colocar as mãos perto do meu nariz, só pra saber se eu estou respirando. Me dê um beijo de boa noite? E, quando acordarmos, me dê um de bom dia? Pode ser sem escovar os dentes! Sabe que o mais importante é ter alguém especial sempre por perto. &lt;br /&gt;Que bom que estou preso à essa realidade, ao seu lado. Pareço estar sonhando, mas é tão real, tão verdadeiramente real, que não vejo o tempo passar. Ele, simplesmente se resume em um suspiro. Diga que me ama, só mais uma vez. Diga toda a verdade que há dentro de você, pois há um barulho estranho que começa a estragar o nosso novo dia. Insistente..."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma batida forte no botão do despertador. Uma batida forte no coração. Um instante de desespero. Era mesmo um sonho. O mesmo sonho de todas as noites. Mas mesmo com o coração apertado por ser somente um sonho, um alívio de saber que, ao menos, ainda tenho sentimentos vivos e raros dentro de mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2532576946908445784?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2532576946908445784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2532576946908445784' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2532576946908445784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2532576946908445784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/02/porque-nao-se-pode-dormir.html' title='Porque não se pode dormir.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bh_UODMJqIk/SrtS5z6ajSI/AAAAAAAAAxw/3ow39Ko757c/s72-c/casal+na+praia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3624660137468093828</id><published>2011-02-15T20:56:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T17:56:16.816-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Últimas palavras - Textos não aproveitados.'/><title type='text'>Caneta na mão.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SzQVffmrs_M/THZ5LGv3--I/AAAAAAAAAZE/RHmdIbirkVg/s1600/caneta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_SzQVffmrs_M/THZ5LGv3--I/AAAAAAAAAZE/RHmdIbirkVg/s200/caneta.jpg" width="156" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Silêncio. &lt;br /&gt;Quem me dera, nessa vida, se realizasse metade dos meus sonhos. Se realizasse, somente, uma pequena parte dos objetivos que almejo. Mais uma vez, de súbito, pego minha mochila e ponho-a nas costas, num ritual quase que diário. Parto, logo, rumo ao meu cotidiano: Rumo ao nada. Pois estou livre pra poder fazer todas as coisas que quiser. Observo as fotos da minha infância e vejo como passa rápido o tempo. Aprendi a não depender das mãos de meus pais para atravessar a rua e, agora, atravesso a vida sem parar de andar um único momento. Pois o tempo não para, nunca.&lt;br /&gt;Mas porque sempre olho para trás? Porque essa impertinente mania de querer ver ao horizonte tudo aquilo que passou? &lt;i&gt;"The past is only the future with the lights on." &lt;/i&gt;Será que a resposta é mesmo essa? Não sei. Ou, talvez, até saiba muito bem. O que passou já não importa, mas as lições deixadas são marcantes e eternas. E se ainda penso em como aquela voz, aquele sussurro ou aquela gargalhada ainda me trás lembranças boas, percebo que assim como o tempo passa, as coisas mudam. As pessoas mudam. E, mesmo sendo sempre elas mesmas, jamais tornarão a ser quem foram um dia.&lt;br /&gt;Aprendi muito mais coisas do que chorar e me comover com qualquer ato de amor, cumplicidade ou heroísmo. Aprendi a manipular a minha própria verdade. Ser transparente ao ponto de tornar as coisas ocultas sob essa tal transparência. É o benefício da dúvida. Sempre foi assim. Agora não preciso mais de canções para me derreter em lágrimas e soluçar. O choro vem do canto da alma, da maldição que roguei a mim mesmo. E isso não é uma reclamação. Isso não é uma fraqueza, também. É uma força sobrenatural que fora causada pelo sacrifício. Se valerá à pena eu não sei, mas se já me sinto um tremendo bobo por tudo que um dia fui capaz de fazer, o que me custa ser um palhaço completo?&lt;br /&gt;Houve uma história daquele palhaço de nariz azul, mas esta, deixo pra contar outro dia.&lt;br /&gt;E, agora, o que eu faço com toda essa saudade que me assola? &lt;i&gt;" - Mate-a!" &lt;/i&gt;, diz o sábio. Eu já tentei, mestre. Quis aproximar este corpo doente e frágil de sua alma que vigora em algum lugar depois das chaminés, depois dos eucaliptos. Entretanto, quando mais próximo do meu objetivo eu chegava, mais longe ele parecia estar. A caixa de pandora continua guardada em meu armário, contendo todos os utencílios que um dia eu &lt;b&gt;prometi &lt;/b&gt;dar. O que acontece é que não importa o que aconteça, sempre haverão promessas que não poderão ser cumpridas. Não podemos nos cobrar tanto, pois somos seres humanos. Então eu espero. Fé e esperança nunca me faltaram mesmo. Aguardo ansiosamente um momento em que eu possa perceber que há uma brecha para tentar denovo. &lt;br /&gt;Enquanto isso eu vou vivendo. Tão intensamente que chego a não ter mais tempo para dormir. Ou porque não quero mais dormir. Qualquer dia eu conto um desses sonhos sublimes que presencio dentro de minha própria mente. Agora faço coisas que todos duvidariam que eu fizesse. Mas eu não conto essa outra parte da minha vida. Deixo apenas registrado, sempre, tudo aquilo que mais interessa. A única coisa que eu ainda mantenho pura dentro de mim. &lt;i&gt;"Eu te amo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3624660137468093828?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3624660137468093828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3624660137468093828' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3624660137468093828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3624660137468093828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/02/caneta-na-mao.html' title='Caneta na mão.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SzQVffmrs_M/THZ5LGv3--I/AAAAAAAAAZE/RHmdIbirkVg/s72-c/caneta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5038188332491592660</id><published>2011-02-08T18:39:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T18:39:54.486-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Responsável por aquilo que cativa.</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://minhamaneiradepensar.files.wordpress.com/2011/01/le-petit-prince_landscape_fin.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://minhamaneiradepensar.files.wordpress.com/2011/01/le-petit-prince_landscape_fin.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Tive tantas coisas pra dizer, durante todos esses longos dias em que deixei de lado o papel e a caneta. Deixei de lado a minha principal arma contra essa solidão que, a cada dia que passa, toma mais conta de mim. Talvez esteja eu em uma redoma de vidro. Talvez eu seja mesmo o intocável, o sensível em demasia. Talvez seja eu, entretanto, aquele adulto tão insensível e incompreensível. Os dois extremos. As duas verdades e as duas mentiras. &lt;br /&gt;Talvez, a vida seja mesmo uma canção. Pois não precisamos de muitas palavras para compreender o que sentimos. Cada doce letra se encaixa perfeitamente em cada lacuna mal ou não preenchida em nossas vidas. Cada estrofe traduz exatamente àquilo que queremos, que precisamos ou que almejamos, de certa forma. Há certas coisas que não sei dizer com clareza, mas memos assim tento. Mesmo assim tento expôr toda a força magnífica de melodias tão puras quanto o sorriso e a insistência de uma criança, que jamais permite que uma pergunta não seja respondida. &lt;br /&gt;Respostas sem perguntas é o que mais há de comum em nosso cotidiano. Tudo é tão corrido, que o fim chega muito antes do próprio início. E, depois que algo termina, começa um sentimento novo, tão sublime e concreto que às vezes parece até magia. Como pode um amor se perpetuar desta maneira? Como pode o sono ainda se perder dentro do quarto e os olhos vazios encherem-se d'água enquanto assiste àquele filme em que há um homem que não desiste dos seus sonhos, mesmo quando o mundo parece lhe virar as costas? Como pode se comportar um ser que ainda sente dentro de sí todas as batidas daquele coração, ouve todos os sussurros à noite e lembra, mesmo quando não quer, daquilo que um dia fora momento bom. &lt;br /&gt;Sábio menino, príncipe, viajante. Sábios os que o rodearam e aconselharam. Mesmo não entendendo nada daquilo que estavam dizendo e fazendo, amadureceram as idéias. Porque temos de chorar quando cativamos alguém? Porque a saudade existe? Amar não é olhar um para o outro. Mas pra onde estamos olhando agora? Pra onde eu posso olhar e poder ver? &lt;br /&gt;O essencial é invisível aos olhos. Mas não se pode haver perguntas sem respostas. E, se há tantas interrogações em tudo que é escrito aqui, é para provar que as respostas existem. Muitas vezes, elas são as mais óbvias e estão evidentes. Só se vê bem com o coração. Ver com o coração, sentir com o coração e imaginar com todo o coração que lhe cabe, que cabe seu amor e sua amada. Minha amada, meu amor. &lt;br /&gt;Tanto tempo somente pensando, pra não chegar a conclusão nenhuma. Não chegar a lugar nenhum, mesmo caminhando incansávelmente pela estrada que não me leva a nada, à não ser um futuro desconhecido e, talvez, um pouco feliz. &lt;br /&gt;As respostas são as perguntas das respostas que virão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5038188332491592660?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5038188332491592660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5038188332491592660' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5038188332491592660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5038188332491592660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/02/responsavel-por-aquilo-que-cativa.html' title='Responsável por aquilo que cativa.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-425552178942868020</id><published>2011-01-30T20:08:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T01:17:27.809-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Ter sol.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TUY1Y4cA1tI/AAAAAAAAAY8/c7-QDRCaWdE/s1600/moto_0142.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TUY1Y4cA1tI/AAAAAAAAAY8/c7-QDRCaWdE/s200/moto_0142.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;E é sempre no primeiro segundo, logo após o primeiro acorde doce do violão de madeira negra, que os olhos lacrimejam instintivamente. Tudo se repete, sempre. Tão ingênuamente que ser idiota já não é tão comovente como fora outrora. Uma estupidez desnecessária, mas insistente. Mesmo assim. Mesmo sendo apenas mais uma única e pequenina peça de um gigante quebra-cabeça. Do tamanho do mundo, vejo sobre mim os olhos do Todo Poderoso. Ouvindo minhas preces e, também, chorando a chuva de verão que agora cai lá fora. &lt;br /&gt;E pergunto-me quando isso vai acabar. Quando essa mesmísse sistemática, que faz até as palavras batidas serem repetidas, que faz o coração sempre apertar, o dia sempre ficar mais longo e a dor sempre ficar cravejada no peito. Pergunto-me quanto tempo mais vai demorar pra esquecer aquilo que já nem me lembro mais ou aquela que nem consigo me recordar do seu rosto, da lágrima, da alegria.Da saia Jeans e do sorriso de menina.&lt;br /&gt;Mais uma porta fechada, mais uma linha ocupada. A vida fica tão mais difícil. Deixado de lado, nas sombras da solidão e fadado ao fracasso. Vivo eu. Ou não vivo. Vejo, somente, minha vida modesta e sem emoção passar despercebida. Voar desajeitada à primeira depressão do precipício. A primeira depressão da alma, dos sentidos. Já fazem meses que o sono não me é seguro, pois os sonhos bons tornam a me atormentar. Quanto mais difícil dormir, mais é difícil admitir a perda do grande amor. Andei, há tempos, de bar em bar pra me reanimar. Tentar algo novo, me recuperar. Acostumar a dizer que estou melhor sozinho, quando, na verdade, perder é pior do que jamais ter tido. Desculpe-me se as palavras soam tolas sobre o amor, querida. Pois quem ama não tem juizo, não tem nada. &lt;br /&gt;Ou, quem sabe, tem-se mais um pouco de esperança. Busca por aquela paciência tão ausente. Esperar o tempo chegar, a sorte voltar a me favorecer. Meus amigos estão vendo o tempo difícil que eu tento vencer. Passos novos e soltos ao vento, por aí. Muito improvável. Sim, é. Pois agora eu vivo assim, com tudo o que eu mais quis longe de mim. &lt;br /&gt;Mas eu vou me acostumar. &lt;br /&gt;Se o tempo me ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dedicado à: Will, Treko, Flag e Barata.&lt;br /&gt;Agradecimento à Erika, por me fornecer a imagem, mesmo sem sua permissão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-425552178942868020?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/425552178942868020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=425552178942868020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/425552178942868020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/425552178942868020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/01/ter-sol.html' title='Ter sol.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TUY1Y4cA1tI/AAAAAAAAAY8/c7-QDRCaWdE/s72-c/moto_0142.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7888803080433080498</id><published>2011-01-24T18:52:00.000-08:00</published><updated>2011-04-02T05:06:58.434-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom maior'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Nova-mente&quot;'/><title type='text'>Em tom de redenção.</title><content type='html'>Não é fácil. Definitivamente, não é. Atravessar barreiras, subir escadarias íngremes, quase verticais, nadar por rios tão largos quanto oceanos. Progredir. Lutar na ânsia da existência, no limite da misericórdia. No limite dos próprios sonhos. E a cada amanhecer, a cada suspiro dado após o susto que o pesadelo causou, a cama é o único refúgio de um corpo pendente de alma, pendente de qualquer coisa que preencha o vazio alí deixado. &lt;br /&gt;E com o olhar vazio, sobre a janela do ônibus que parte para o outro lado. Dentro dele está o sentimento que não mais está. E dentro dele está as imagens de um antigo filme chamado lembrança. Coisas que já aconteceram e que foram muito boas, mas que, agora, não passam de páginas viradas no nosso imenso e grandioso romance. &lt;br /&gt;É extremamente difícil, doloroso. Eu sei. Sei porque vivo, ainda que não pareça. Ainda que tenha um pedaço invisível e incrivelmente notável fantando em mim. A dor é a minha companheira. E, por mais que eu tente afastá-la de mim, ela torna a me visitar, trazendo flores, trazendo fotos e tudo aquilo que um dia pode me fazer bem.&lt;br /&gt;Então, olhando para o vago quebrar de ondas, eu posso ver que eu não estou sozinho. Observo, ao horizonte, uma pessoa que emana todos os mesmo sentimentos que saem de mim. Que deixa clara e evidente toda a tristeza da perda, do desengano. Com os olhos mareados e pele queimada pelo sol do verão, vejo-me refletido. Minha tristeza, logo, muda de figura.&lt;br /&gt;Percebo que, por mais que pareça, eu não estou completamente só. E justo onde eu pensei que jamais encontraria outra pessoa, é lá que ela está sentada. Admirando minhas paisagens, ouvindo minhas melodias, chorando os meus prantos. E como pode alguém saber com exatidão o que eu sinto, sem ao menos me conhecer? Como alguém entra no meu mundo sem nem saber onde está indo? Como é divina a carta de redenção que ela escreve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"É difícil para todos dar o passo à frente. A doçura do passado é tão envolvente! Como podemos abandonar aquilo que nos foi tão bom e desbravar o futuro que ainda não nos pertence? Como fazemos para convencer a nós mesmos de que o melhor caminho a seguir é justamente o misterioso? Mas há um momento em que a curiosidade humana e a necessidade de evoluir nos empurra para o futuro. Há um momento em que o passado dá um passo à frente, rumo à direção oposta e somos obrigados a seguir. Pois quem vive das lembranças não vive, apenas vira expectador de suas poucas e pequenas realizações"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus pés afofam a areia molhada pelo sal do mar, e minhas costas recostam-se sobre a velha toalha estendida. Não sei em que posso ajudar com sinseridade, mas posso dizer algumas palavras que eu gostaria muito que fossem ditas para mim neste momento. E o que era algo que achei que não podia ser curado, agora sinto esperanças. Pois a solidão é o pior dos castigos. Quando percebo que posso dar as mãos para alguém, vejo que essa estrada não é tão difícil de se seguir. Se há alguém para me defender, a esperança aflora. E porque não dar o primeiro passo? É assim que se começa a nova jornada de mil milhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7888803080433080498?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7888803080433080498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7888803080433080498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7888803080433080498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7888803080433080498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/01/em-tom-de-redencao.html' title='Em tom de redenção.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3230609264984204788</id><published>2011-01-19T20:49:00.001-08:00</published><updated>2011-01-19T20:56:19.511-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Diamante bruto.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ezaUKpkJ4Tc/SeegqxR5mjI/AAAAAAAALYE/U6BhFk9UdvA/s400/DiamanteemBruto.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/_ezaUKpkJ4Tc/SeegqxR5mjI/AAAAAAAALYE/U6BhFk9UdvA/s200/DiamanteemBruto.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;É sempre quando uma idéia sobressai às outras que um apagão toma conta dos pensamentos. Os olhos ficam, logo, preenchidos da água que turva a visão, que deixa leve a alma, talvez. Então as mesmas palavras, os mesmos termos são repetidos. Por mais que se esteja cansado de repetí-los, são justamente essas coisas que permanecem presas, acorrentadas, do lado de dentro. E o que era concreto, duro e frio, agora, talvez, possa tornar-se um pouco mais colorido. Porque os olhos desaguam o líquido mágico que turva a visão e lava a alma.&lt;br /&gt;E nas esquinas mais sujas, nas matérias mais fúteis dos jornais, se consegue encontrar a mais bela e bruta citação. Aquela que toca fundo, vai além e nos faz perceber o quão pequenos somos diantes de minúsculas palavras, letras, que compõem um papel rabiscado de caneta. Rabiscado de papel e caneta. Já não é o suficiente. A pele fora rabiscada. Para todo o sempre, uma idéia, um pensamento, que surgiu através de uma vassoura e um quintal a ser varrido. &lt;i&gt;"Ecce sentiant animo finxerunt."&lt;/i&gt; Desce ao antebraço como o poeta maltrapilho desce as esquinas sujas, lendo um fútil jornal.&lt;br /&gt;E porque a pessoa do outro lado da linha, após uma ligação, não diz o que quer dizer? Porque fica muda? Porque não grita com todas as forças tudo o que quer dizer, deumavezsempararpararespirar? De uma única vez, sem parar para respirar, sem respirar. Como se estivesse embaixo d'água, daquela que turva a visão, que afoga as palavras, engasga. Silencia. E porque pede ajuda ao invés de dizer o que realmente queria? É mais do que um medo sutíl. É um medo fútil, como o jornal carregado de destreza e beleza nas palavras. Como sabe que a pessoa que é fria e vagarosa ao outro lado não está, na verdade, intrigada e confusa. Como não pode saber que o que é dividido é, simplesmente, dividido e pronto. e ponto. reticências.&lt;br /&gt;Ponto, parágrafo.&lt;br /&gt;Estou perdido, pois não sei mais no que acreditar, não sei mais o que acho, o que vejo, o que sinto nem o que imagino. Sou um boneco, cuja dona é a vida. E num turbilhão de pensamentos, uma idéia não consegue sobressair às outras. O apagão toma conta de minh'alma, daquela parte de mim que fora dada, abandonada. Ou talvez não. Talvez essa parte dada ainda esteja guardada em uma caixa qualquer, em um anel qualquer, em um caderno qualquer. Em qualquer lugar em que eu não posso ver. Pois minha visão está turva. A alma ainda concreta, dura e fria, pois não há lágrimas que consigam deixá-la mais leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3230609264984204788?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3230609264984204788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3230609264984204788' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3230609264984204788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3230609264984204788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/01/diamante-bruto.html' title='Diamante bruto.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ezaUKpkJ4Tc/SeegqxR5mjI/AAAAAAAALYE/U6BhFk9UdvA/s72-c/DiamanteemBruto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7418114879628791705</id><published>2011-01-10T19:20:00.000-08:00</published><updated>2011-04-02T05:07:30.069-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom maior'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Em tom de despedida.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://aeterna.no.sapo.pt/lusophia/foto_vicente_ao%20sabor%20do%20horizonte.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="http://aeterna.no.sapo.pt/lusophia/foto_vicente_ao%20sabor%20do%20horizonte.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O sono se foi. Com ele, se foi a vontade e o ânimo de acordar no dia seguinte. Pois de que adianta conseguir, a muito custo, separar todos os pequenos problemas cotidianos e acordar motivado, acreditando que o dia que vem será promissor, se, por mais que nos esforçamos ao máximo, as pessoas ao nosso redor duvidam de nossas capacidades? Pois de que adianta reagir e agir, levantar e lutar, se o nosso flanco está frouxo e os escudos não estão presentes para bloquearem as flechas inimigas? De que adianta rolar a bola, se não há companheiro de time, se nem time há? Se é você, sua confiança e suas ilusões?&lt;br /&gt;Um novo dia amanhece. Deito-me, agora, na hora em que deveria estar despertando. O sono se foi. Há dias, há meses. E a tristeza acorrentada ao coração corroído e arranhado, agora descança. Agora, recebe a companhia de mais uma ilustre. E assim o corpo torna-se mais pesado, mais cambaleante. Mesmo assim, ainda sigo firme.&lt;br /&gt;Enquanto nos mantemos presentes na vida e na rotina, as pessoas para quais somos fundamentais, muitas vezes sequer notam. Talvez não compreendam ainda o valor da boa educação, daquele rapaz sempre solícito que está a disposição de andar na contra-mão para ajudar. Por mais que nem sempre acerte, por mais que nem sempre ajude. Mas não. O abandono é o troco, a arrogancia é o pagamento e a ignorância a resposta. Desiludido e entristecido estou, pois basta eu querer fazer algo de melhor para as pessoas que tenho um mínimo afeto que seja, que a resposta negativa vem de imediato.&lt;br /&gt;É verdade quando dizem que ninguém é insubstituível. Ainda mais quando se trata de mim. Qualquer um pode ocupar os cargos pelos quais fui excluido. Mas o que ninguém ainda parou para prestar atenção, abrir os olhos, é o óbvio fato de que cada pessoa nesse mundo é única. Por mais que alguém possa tomar o lugar que eu conquistei, jamais fará as mesmas coisas que eu ou terá um zelo e atenção igual. Pode até fazer um bem melhor e diferente. Mas e se não fizer? Porque arriscam tanto?&lt;br /&gt;Não precisam mais confiar em mim. Estou de partida. Cansei. Acho que sou muito para permanecer num lugar em que, por melhor que possa parecer, não me faz mais feliz como já me fez. O horizonte me chama e me receberá de braços abertos. E eu vou, pois somente damos valor às pessoas quando elas realmente não fazem mais parte de nosso cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adeus. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7418114879628791705?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7418114879628791705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7418114879628791705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7418114879628791705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7418114879628791705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/01/em-tom-de-despedida.html' title='Em tom de despedida.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3918497532821274470</id><published>2011-01-01T17:54:00.001-08:00</published><updated>2011-01-09T07:39:14.416-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>O que não é mentira.</title><content type='html'>Somos o plural.&lt;br /&gt;Vai dizer que não houve dia em que levantassemos, de súbito, da cama após um pesadelo terrível. Que a saudade não apertou o peito quando surgia o ócio, quando eramos obrigados a lidar com a espera. A espera daquilo que jamais virá e que talvez nunca nem veio.&lt;br /&gt;Houve, também, aqueles dias, após tantos e tantos em que a dor dava uma trégua e parecia abandonar de vez o peito e a mente, em que não era possível sequer olhar nos olhos de alguém. Todo casal de mão dada na rua era evitado, todas aquelas músicas continuam sem tocar no radio de pilha. Até trabalhar era impossível, ás vezes. &lt;br /&gt;Somos o plural.&lt;br /&gt;A vontade de esquecer cresce mais e mais a cada vez que um evento novo e bom acontece em nossas vidas. Apegamos-nos a ele como se fosse o mais importante e mais crucial. Há algumas pessoas que cercam nosso cotidiano que, por incrivel que possa parecer, faz eliminar completamente aquele sentimento e sensação de vazio dentro de nós. Até a lembrança, se duvidar. &lt;br /&gt;Mas assim como a vontade vai e vem, estas pessoas nos deixam e o que nos resta é, novamente, a velha e assídua companheira de todos os dias, durante longos e longos meses. E o que passara a ser colorido com cores mais fortes que as de Frida Khalo, volta a ser um sépia morno e triste. Volta a tontura da mente, volta o choro da alma - esta, ainda desaparecida. &lt;br /&gt;Tavez rezando pra voltar o tempo e tentar ser mais claro e óbvio, tentar acabar com o sofrimento mútuo que assola estas vidas quase boas, quase felizes, mas que lá no fundo, ainda são as mesmas. Sempre rezando para que nada de mal aconteça a ninguém, para que sejam dadas força e paciência para se viver mais um dia. Para se viver somente um dia após ao outro. Para se viver em paz. Pois é tudo o que mais desejamos. Pois é tudo o que desejamos. Somente o que desejamos.&lt;br /&gt;Somos o plural.&lt;br /&gt;De um sentimento.&lt;br /&gt;Singular.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3918497532821274470?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3918497532821274470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3918497532821274470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3918497532821274470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3918497532821274470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2011/01/o-que-nao-e-mentira_9809.html' title='O que não é mentira.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8737856004575896154</id><published>2010-12-26T16:06:00.000-08:00</published><updated>2010-12-27T21:29:49.936-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Reflexos e reflexões.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Ab4oxyEClxw/SmciuqG9x0I/AAAAAAAAAC8/yUP2BNtSUeY/s400/ESPELHO.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ab4oxyEClxw/SmciuqG9x0I/AAAAAAAAAC8/yUP2BNtSUeY/s200/ESPELHO.jpg" width="166" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Minhas pernas estão cansadas. &lt;br /&gt;Caminhar exaustivamente por uma estrada que não é a minha, tomando atitudes que vão totalmente contra a minha natureza e a natureza de meus antepassados. Sem descanço ou folga. Sem regalias ou exceções. Sem documento. Sem identidade. E a pergunta que sempre martelou os pregos e até os parafusos da minha mente cessou, de súbito. "Quem, realmente, sou eu?" Eu ainda não descobri, mas também desisti de querer saber.&lt;br /&gt;Hoje, fitando o espelho redondo das revelações, vendo um universo ainda mais branco do que costumava ver, olho uma imagem de um ser maltrapilho. Por vontade própria, é verdade. A barba não é feita há semanas e os cabelos não são cortados há meses. Três ou quatro? Se fosse a mesma pessoa de alguns tempos atrás, poderia me lembrar com exatidão da última vez, do último trocar de olhares. Mas, agora, não me importo mais. Não consigo mais, mesmo querendo. Do que eu estou mesmo falando?&lt;br /&gt;Não consigo mais fingir pra mim mesmo, tentar ser quem eu gostaria, não quem eu realmente sou. Talvez eu não saiba mesmo ser bonzinho, como minha consciência sempre disse e eu tapava os ouvidos a ela, ouvindo opiniões e seguindo-as - o que é pior - de pessoas que pouco importaram saber se era certo ou errado ou o que quer que fosse ser. &lt;br /&gt;Perdoem-me, amigos. Todos viram que já me apaixonei. Perdidamente, até. Já tentei ser sincero, justo, honesto. Fui fiel aos conceitos, imparcial aos deslizes. Relevante. Comprimi uma vontade quase enloquecedora, um desejo contido com muito esforço, porque eu precisava, acima de qualquer coisa queria, ser diferente. Não ser quem eu nasci para ser. Conseguir de vez o título de ovelha negra da família. No caso da minha, ovelha branca. &lt;br /&gt;Mas o espelho me mostra, agora, as cenas vagas do eu que não deveria, passando em rápidos flashs. Não me envergonho dos erros que cometi. Na verdade, não me importo com eles. Na verdade da verdade, nem sei mesmo se errei. Tentar algo novo não é, necessariamente, cometer um erro. E essa filosofia fora a única que sempre mantive de minha personalidade. Não me envergonho, da mesma maneira que não acho glória. Não me retrato, como também não consigo me desgrenhar com facilidade. Afinal de contas, não é da noite pro dia que desistimos de ser quem queremos ser pra ser o que devemos. Não é do dia pra noite que deixamos a ilusão e a fantasia bela e singular de lado para viver a realidade e reconhecer e se libertar. &lt;br /&gt;Pouco importa o passado. Esquecê-lo, talvez nem queira, mas não consigo mais me lembrar daquela minha identidade falsa. A máscara branca que tampava minha face e protegia-a dos socos da vida, fora subistituida pela verdadeira - àquela - que sempre quis emergir. Por mais que tentamos, nossa natureza sempre será mais forte. E já que um dia fica impossível renegarmos quem somos, que eu seja assim logo agora, de uma vez.&lt;br /&gt;Minha boca, olhos e mente estão cansados.&lt;br /&gt;Hora de negligenciar o presente e esquecer o passado. O futuro temeroso, deixo para o filho da puta e burro do Sêneca. Fodam-se os velhos filósofos. Hora de dizer o que penso, também, pros que pouco me deram suporte.&lt;br /&gt;Um filho da puta, canalha. E não digo isso porque me pediram - pois pediram pra escrever de forma mais &lt;i&gt;beat&lt;/i&gt; - Digo porque estou afim de dizer. Digo porque sempre quis dizer, sempre quis ser, mesmo nunca querendo, mesmo lutando pra nunca querer. É assim que eu sou e pronto. Foda-se o que o mundo acha. Se todo mundo pensa o que quiser, eu também posso, também devo, até. Chega de ser bonzinho, chega de ser paciente, de tentar compreender. Se em todo roteiro há um antagonista - vulgo filho da puta, canalha - Que este papel seja meu esta vez. Ao contrário das outras, em que eu era o mocinho. Ao menos esta vez, dêem-me o papel que fora destinado a mim. Como sempre era pra ter sido. &lt;br /&gt;Que venha mais uma nova história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8737856004575896154?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8737856004575896154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8737856004575896154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8737856004575896154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8737856004575896154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/12/reflexos-e-reflexoes.html' title='Reflexos e reflexões.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ab4oxyEClxw/SmciuqG9x0I/AAAAAAAAAC8/yUP2BNtSUeY/s72-c/ESPELHO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1432192649270334695</id><published>2010-12-14T18:24:00.000-08:00</published><updated>2011-04-02T05:07:56.076-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom maior'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Em tom de agradecimento.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://guiadescape.files.wordpress.com/2007/12/teatro-magico.jpg?w=360&amp;amp;h=251" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="139" src="http://guiadescape.files.wordpress.com/2007/12/teatro-magico.jpg?w=360&amp;amp;h=251" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A voar perdido. Vagalume, a vagar. Vago. Preenchido por um vazio que nada adiciona, que nada induz, que nada muda, por mais que mude os dias, os tempos. Mas houve um acontecimento que fez, por alguns instantes, mudar. Fez a ferida aberta, por momentos, parecer cicatriz, parecer apenas lembrança ou algo que não está mais lá. Fez só ser vista, não sentida. Um acontecimento incomparável, inimaginável. Inimaginavelmente real e concreto.&lt;br /&gt;As lágrimas secaram. Congelaram em três únicas gotas pretas, desenhadas na face. A brisa do vento, lá de cima, da pedra mais alta, eu senti enquanto ouvia o som doce e choroso da flauta. Enquanto ouvia o violino, o violão e a voz de um poeta que se faz de palhaço, que se faz de famoso. Reverenciado por milhares de outros palhaços semelhantes. Gente rara, que só encontrou naquele momento uma desculpa esfarrapada para se reunir e celebrar. Se lembrar se celebrar mais e mais. &lt;br /&gt;Há muito não me sentia tão acolhido, tão ouvido, tão importante. Sentindo-me um tanto bem maior. Envolto em um abraço mais do que coletivo: Humano. Um abraço em que se torna tudo uma coisa só. Multiplicam as alegrias, dividem as tristezas, somam os sorrisos e subtraem o peso na consciência. Abraço de camaradas, sejam d'água ou da breja. Que só de ver o sofrimento do irmão de nariz vermelho, viram abaçaiados e gritam para que o pajé palhaço ouça: "Toca vagalumes!"&lt;br /&gt;Mais do que minha música. Uma canção feita especialmente e específicamente para mim. Para o vagalume que se transofma uma criança quando enxerga em sua frente a caixa de pandora, onde encontra-se àquela sua estrela favorita. Estrela cadente, brilhante. Pois só com o hino esta caixa pode ser destrancada e todo seu conteúdo observado. O coro foi alto o suficiente para que ele pudesse ouvir e refletir, começando assim a dedilhar os primeiros acordes.&lt;br /&gt;Foi mais do que bom, mais do que perfeito. Foi completo. Ou quase, é verdade. Ainda me faltava algo, mas o êxtase era tão grande que a ferida aberta parecia cicatriz e as dores pareciam lembranças. Ainda que primitiva, era uma felicidade. Ver a caixa aberta da felicidade, mesmo sem sentí-la, já me era um alento. Um fardo a menos a carregar, mesmo que no dia seguinte eu já soubesse que tudo voltaria a ser como fora nos últimos meses.&lt;br /&gt;Como se quisesse-a inteira e minha metade de volta. Como se tivesse me perdido em uma excursão à lua e tivesse pertido uma parte que não tinha. &lt;br /&gt;Soul brasileiro, me mato pra não morrer. Encaro meus monstros com mérito de abaçaiado. Num passado remoto eu perdi meu controle, sim. Acusei, abandonei e fiz sofrer. Mas também sofri os mesmos crimes. Há suspeitos? Há culpados? Há vítimas?&lt;br /&gt;Nos timbres, nuancias e tons que se espalharam pelos pelos, pela boca e cabelos, outros palhaços - que não são por natureza - roubaram a cena por instantes. Exagerados, mas que salpicaram a chamada "uma coisa só" com mais vida e originalidade. Como se pudessemos correr até a varanda pra ver o céu em degradé, trazendo a noite, descanso do sol que gira, que girassol. Como se pudessemos ser todos garotos, que são fracos aos mistérios do anjo mais velho. &lt;br /&gt;Não há palavras, não há denominações. Foi mais que bom, mais que perteito. Foi. &lt;br /&gt;Incomparável, incompreensível, impressionante, inimaginável. Inimaginavelmente real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitíssimo obrigado. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1432192649270334695?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1432192649270334695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1432192649270334695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1432192649270334695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1432192649270334695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/12/em-tom-de-agradecimento.html' title='Em tom de agradecimento.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2076949269636282269</id><published>2010-12-06T18:32:00.000-08:00</published><updated>2010-12-06T18:36:01.432-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Recordar é viver. É reviver.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TP2dSaVQcYI/AAAAAAAAAY0/4xy2ujayJnw/s1600/mallu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TP2dSaVQcYI/AAAAAAAAAY0/4xy2ujayJnw/s200/mallu.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Conforme caminhamos pela estrada sinuosa e saborosa da vida, deparamos-nos, por vez ou outra, com momentos em que nosso passado, presente e futuro se encontram. Uma convenção que recordam emoções, degustam lembranças e vislumbram o mistério dos acontecimentos passados e os que passarão. É como um milagre raro. Vereda ímpar, em que apresenta ao mundo um ser novo, completo. Um ser eu concreto e abstrato simultâneamente.&lt;br /&gt;Passado.&lt;br /&gt;A saudade que há muito entristeceu, também acalma e melhora os ânimos diante de tanta dor e infelicidade, certas vezes. Relembrar sem a vergonha adolescente é divertido e sincero. O que pensávamos naquela época? Como nos víamos? Como víamos um ao outro? &lt;br /&gt;Como pode sair da minha memória aquela baixa estatura, cabelos negros e lisos até os ombros, dotada de um sorriso misterioso, radiante e ansioso para me ver. Trajada com jeans e blusa preta, rosto sujo de ketchup, lançou-me um olhar de reprovação logo ao me ver. Havia deixado-a esperando por mim durante duas longas horas, enquanto eu observava-a de longe, rindo, enquanto nos falávamos no celular. Uma Siqueira Campos que protagonizou algo inédito e único. O único encontro de "sei lá o que" com "sei lá quem". &lt;br /&gt;O sol do verão intenso foi a testemunha que compartilhou comigo as primeiras palavras da senhorita que me aguardava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Se importa de me beijar após eu ter comido um cachorro quente?"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu me importaria com esse detalhe? Mesmo que breve, fora um beijo inesquecível. Marcou como tatuagem o que era pra ser escrito com giz.&lt;br /&gt;Presente.&lt;br /&gt;É de importância singular poder recordar esses fatos. Aconteceu, mas faz tanto tempo que muitas coisas se perderam em nossa memória. Gargalhadas sucessivas a cada lacuna preenchida da história. Recordar é mais do que viver, é reviver. Algo que não se faz sozinho. Algo que não se consegue ter o mesmo resultado sozinho. Recordar em par é reviver e sentir, de forma lúcida, tudo o que já não existe mais.&lt;br /&gt;Futuro.&lt;br /&gt;É confortante saber que o que passou, simplesmente passou. Não volta mais e nem nunca vai voltar. Por mais que o futuro cruzam os caminhos das pessoas em determinados momentos, nunca, jamais, será igual ao que foi um dia. Compreendo que é um sonho poder ter em meus braços aquela menina metida a esperta, metida a &lt;i&gt;beat,&lt;/i&gt; com o sujo completamente salpicado com ketchup, sorrindo daquela maneira. Eu mudei, muito. Nós mudamos. Não nos falávamos durante todos esses longos 3 anos. Apesar de ser uma pena saber que o tempo não anda para trás e compreender que eu jamais verei o seu olhar adolescente e sapeca, confesso não saber como conter a curiosidade pra saber em que - e em quem - esse olhar se transformou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Reedição do texto "Recordar é viver" de 22 de janeiro de 2009.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Com as modificações que a ocasião exige.&lt;br /&gt;Dedicado à caróu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2076949269636282269?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2076949269636282269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2076949269636282269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2076949269636282269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2076949269636282269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/12/recordar-e-viver-e-reviver.html' title='Recordar é viver. É reviver.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TP2dSaVQcYI/AAAAAAAAAY0/4xy2ujayJnw/s72-c/mallu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-880628335154360070</id><published>2010-12-02T19:39:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T19:58:39.639-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Algo entre as lágrimas.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://images2.fanpop.com/image/photos/8800000/Cute-Playmobil-playmobile-8886134-1024-768.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://images2.fanpop.com/image/photos/8800000/Cute-Playmobil-playmobile-8886134-1024-768.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sorria. Mesmo que sua alma chore, seu coração também. Mesmo que o dia pareça improdutivo, mesmo que o mundo pareça um caus, mesmo que a vida esteja bagunçada. Sorria, com todos os dentes à mostra. Mesmo que não sinta vontade, mesmo que não queira realmente. Se de nada vale um sorriso não sincero, acha que chorar adianta? Adianta.&lt;br /&gt;Chore, sim. Chore todas as lágrimas que puder chorar durante o dia. Deixa esvaziar o cantil de sentimentos, temores, surtos e instabilidades. Chore a perda, chore a saudade, chore o tempo que passou e que nenhum abraço recebeu. Chore cada lágrima como se fosse a única, como se fosse a última. Se de nada vale o choro, porque choramos em prece?&lt;br /&gt;Reze. Ajoelhe-se diante de sua fé, seja ela qual for. Entrelasse os dedos, dobre as pernas, baixe a cabeça e peça, agradeça. Peça paz, peça serenidade, coragem e sabedoria. Agradeça por poder viver mais um dia para alcançar o novo e despedir-se do que não mais te importa. Mas de que adianta rezar quando não podemos enxergar o amor?&lt;br /&gt;Ame. Ame e grite com todas as forças que ama. Que pode não ser o melhor amor do mundo, nem o mais correto, nem o mais bonito, mas que é verdadeiro e crescente. Ame mesmo que não seja compreendido, mesmo que não compreenda. Mesmo que com sorrisos, mesmo que com lágrimas, mesmo que com fé. Mesmo que o chão pareça desaparecer e você despencar, mesmo que pareça que ele não esteja presente, mesmo que não se possa enxergá-lo ou senti-lo. Basta olhar pra dentro. Ao redor. O amor é tudo isso. O amor é a poesia, é a música, é a energia, é a fé, é o sol, a lua e as estrelas. O amor é a cura, a doença, o vício, a tristeza. O amor simplesmente é.&lt;br /&gt;Sorria. O amor está ao seu redor. E se o sorriso não basta, já ajuda um bocado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Nada do que possa acontecer vai tirar esse sorriso do meu rosto."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-880628335154360070?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/880628335154360070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=880628335154360070' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/880628335154360070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/880628335154360070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/12/algo-entre-as-lagrimas.html' title='Algo entre as lágrimas.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-529173755604169515</id><published>2010-12-02T02:53:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T19:58:57.213-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;Nova-mente&quot;'/><title type='text'>Fogo que arde sem se ver.</title><content type='html'>Mais uma vez, aquela mesma velha e companheira melodia soa calma em meus ouvidos. E, novamente, encontro-me parado, mirando o horizonte vazio de meus pensamentos e sensações. Cada dia mais vazio, mais fraco, mais confuso e indeciso. Nada adianta. Nada. Por mais que eu tente fazer qualquer coisa que me acalme e me faça submergir de vez desse pesadelo vivo, um abraço apertado da dor a faz se fundir a mim como se fossemos um só. Uma só pele, um só corpo. Alma? Não há. Esta está desaparecida, vagando em busca da cura, de qualquer objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Você é louco! É mesmo um monstro!"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;E as palavras ecoam em minha mente como se fossem ditas pela primeira vez. O que me faz acreditar que eu seja mesmo um monstro. Não sou um monstro por que sou mal caráter ou porque pratiquei o mal. Muito pelo contrário. Minha penitência é pelo simples fato de eu ter tentado ser o melhor desde os dias em que pude ter a certeza de que seria responsável pelos meus atos. Não fui o melhor, porque sou um monstro.Não sou um monstro porque acham que eu sou. Muito pelo contrário. Há em mim uma beleza tão bonita como um jardim florido e colorido por vagalumes dançantes. Meu jardim agora morre, porque sou um monstro. Não sou um monstro porque não tenho mais alma. Já tive um dia. Já pude conhecer de perto o amor. O amor morreu, a alma também. Isso porque sou um monstro.&lt;br /&gt;Sim, eu sou. Um monstro. Porque eu vivo num lugar que não pertenço. Sinceramente, eu não pertenço mesmo a esse mundo de ilusões, mentiras e fuga. E, até poucos dias, não me conformava com uma série de coisas. Talvez eu só quisesse apenas ser amado mais uma única vez. Receber um último abraço, um último beijo. Poder caminhar de mãos dadas num lugar só meu, que queria compartilhar uma única vez. Somente para dizer que era a última, somente para dizer que acabou. Sinto que seria a paz tão sonhada que almejo durante meses e meses. A paz que só posso encontrar em meu lar, onde não me sinta diferente de todas as outras pessoas.&lt;br /&gt;As palavras têm poderes magníficos, entretanto. O peso de algumas páginas de um livro há muito tempo escondido em meus guardados pessoais, me fez, novamente, entrar em contato com tudo o que há de puro e bom. Em certa hora eu não pude conter. Derramei mais lágrimas do que havia derramado durante toda minha vida. Dois dias. Chorando, somente. Sem conseguir comer, beber, dormir. Chorar, somente. &lt;br /&gt;Mas o choro foi a bênção mais forte que pude receber. Após secar minhas lágrimas, um estranho abraço recebi. Estranho e novo. Pois era vivo, através de uma mulher que passava na rua e via meu sofrimento maltrapilho. Pois era sobrenatural, como os braços de Deus, acolhendo-me e me fazendo despedir da dor que eu aprendi a amar. &lt;br /&gt;Entendi que o amor verdadeiro é aquele que não força. É aquele que não sugere, não escolhe, não obriga. Simplesmente ama e respeita. Entendi que o amor existe, mas é muito difícil de se alcançar. Então, perguntei-me se o que sinto ainda é realmente amor. Talvez não seja. Mas talvez seja, sim. A dor se foi e deixou uma curiosa questão. Mas esta eu não me apego. Prefiro olhar somente para as lições que meu sofrimeito deixou de herança. Se o silêncio for o espaço necessário, praticarei. Se a mentira for o espaço necessário, praticarei. Se ser alguem que eu não sou, alguém como os que vivem nesse mundo, for o espaço necessário, praticarei. Não posso mais interferir nos caminhos, apenas posso abrir as portas. E elas estão abertas, ainda. Estão abertas enquanto eu acreditar que o sentimento é verdadeiro, mesmo que não mais visível.&lt;br /&gt;Se tiver que ser pra ser amor, eu continuarei a amar. Agora, quem sabe, da maneira correta. Amor com livre arbítrio. Até porque, acredito que até eu mesmo precise de espaço, para me adaptar, ou tentar, a esse mundo que não pertence a mim, mas que eu tenho que chamar de lar e aprender a viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Se você dizer adeus a quem se ama e afastar-se quilômetros e quilômetros de distância, ao mesmo tempo a carregará em seu coração e mente, pois você não vive apenas no mundo, mas o mundo vive em você"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-529173755604169515?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/529173755604169515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=529173755604169515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/529173755604169515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/529173755604169515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/12/fogo-que-arde-sem-se-ver.html' title='Fogo que arde sem se ver.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5316181699607313211</id><published>2010-11-22T17:08:00.000-08:00</published><updated>2010-11-22T17:08:18.292-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>Diferente de todos os outros.</title><content type='html'>Porque eu sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Poeta?"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. Sou um poeta, um literário. Mas não sou simplesmente porque escrevo. Sou poeta porque consigo ir além, muito além. Sou literário porque escrevo mais do que vejo ou imagino. Escrevo, também, o que sinto. Sou poeta, literário, porque amo as palavras e amo o universo que me cerca, acima de todas as coisas.&lt;br /&gt;Por mais difícil e triste que possa parecer, a dor que sinto é infindável. A dor que sangra tinta, preta, nos pergaminhos infinitos, escritos com nosso suor e rabiscos frouxos. Dor que sangra molhada, salgada, saída dos olhos, avermelhando-os e formando um rio de sentimentos sobre as maçãs. A dor que, mesmo trespassada, não deixa de ser a coisa mais bonita que há dentro de mim.&lt;br /&gt;Leio os monstros do passado em que o amor era insolúvel. Antes do samba, da bohemia, que hoje me submergem, na ânsia da cura e de dias melhores, de paz. Cura para a dor que não existe remédio.&lt;br /&gt;Mortos.&lt;br /&gt;Poetas antes de mim, que me deixaram suas monstruosidades como herança. Todas as cartas mais belas e sensações de singularidade especial. Tudo igual, mesmo que, agora, o tom sépia não esteja tingindo-me.&lt;br /&gt;Mas eu sou diferente.&lt;br /&gt;Eles dotaram um sentimento forte o suficiente para perderem o rumo, a sã consciencia. O necessário para tirarem suas próprias vestimentas e correrem a peito nu na chuva e frio. Suicídio.&lt;br /&gt;Mas eu sou diferente.&lt;br /&gt;Estou morto tanto quanto qualquer um. Mas minha morte é diferente. Minha morte é o fato de continuar vivo para observar-me definhando. Sou vago, preenchido de um vazio que nada me adiciona. Vazio de desespero. E em minha lápide imaginaria, há escrito: "O último romântico"&lt;br /&gt;Contudo, ainda caminho, ainda respiro e meu coração ainda palpita, mesmo que fraco como o sol da alvorada. É perdido que sempre acabo encontrando o caminho certo. Muitas das vezes o único caminho que tenho pra seguir. &lt;br /&gt;Enquanto vivo morto, continuo e espero. Fé e coragem naquilo que há dentro de mim neste momento. Coragem e fé. Pois eu sou diferente. O poeta que ainda vive pra contar seus contos, derramar seus prantos. Sentindo a brisa dor, sentindo a selva densa e esperando o tempo que for necessário para que só que importa e o que for bom da dor permanecer. &lt;br /&gt;Mais uma cerveja em minha mesa. Mais um samba triste em meus ouvidos e pulmões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5316181699607313211?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5316181699607313211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5316181699607313211' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5316181699607313211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5316181699607313211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/11/diferente-de-todos-os-outros.html' title='Diferente de todos os outros.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2175735763490312563</id><published>2010-11-18T17:03:00.000-08:00</published><updated>2010-11-18T17:03:48.278-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Simplicidade.</title><content type='html'>&lt;i&gt;" - Veja bem: Você sabe quanto tempo se leva para encontrar um alguém em que você diga, já no primeiro encontro, algo como 'é ela&lt;/i&gt;'?&lt;i&gt; Você sabe quanto tempo leva para se acostumar com os defeitos dessa pessoa e aceitá-los? Sabe quanto leva pra respeitar as limitações e se moldar para encontrar o encaixe mais próximo do perfeito? Sabe quanto tempo leva pra conseguir esse encaixe perfeito? Não só tempo! Dedicação e muita, mais muita sorte!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;/i&gt;Não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Agora imagina você: Agente leva tanto tempo pra encontrar uma pessoa que tem certeza, desde o primeiro instante, que te fará muito feliz. Insiste em se adequar àquela. Faz com que ela se adeque a você. Olha quantas pessoas há nesse mundo. Contudo, olhe antes quantas pessoas podemos contar nesse imenso mundo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;/i&gt;Eu não sei. Não sei quanto tempo leva, nem quanta sorte se usa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Pior do que é ser o sacrifício de encontrar, é o sacrifício de conseguir ser feliz. Mas não há sacrifício pior do que o de, subita e simplesmente, deixar de lado tudo aquilo que se construiu. Não há fim. Não houveram últimas palavras. Mas posso afirmar que estou realmente bem e com o coração limpo. Puro novamente."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;- &lt;/i&gt;É. Acho que você deu pra mentir, agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Enquanto eu conseguir enganar a todos, por mim tudo bem."&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;E quanto a te enganar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Impossível. Agente pode tentar fingir de tudo pra qualquer pessoa, até conseguimos nos convencer às vezes. Mas podem passar-se anos, décadas que, por mais que eu tente fingir tudo o que tenho dentro de mim, lá no fundo eu sempre saberei que é mentira. Por isso, então, eu te engano. Está tudo bem. Eu estou feliz e vou viver."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2175735763490312563?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2175735763490312563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2175735763490312563' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2175735763490312563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2175735763490312563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/11/simplicidade.html' title='Simplicidade.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1877050280979154619</id><published>2010-11-08T18:33:00.000-08:00</published><updated>2010-11-08T18:40:00.219-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro Branco'/><title type='text'>Relatos em questões.</title><content type='html'>Antes de mais nada, gostaria de me desculpar com os assíduos leitores do &lt;i&gt;&lt;b&gt;imaginadongo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; (que está aumentando cada vez mais a sua família!) pela demora com a nova postagem. O tempo está ficando cada vez mais curto e os dias cada vez mais corridos. Logo, para compensar vocês, amiguinhos, preparei um único texto abordando todos os temas pelos quais quis escrever esta semana. Meu moleskine está quase no fim e ainda há muito para compartilhar com vocês, eu sei. Mas prometo que assim que conseguir um dia inteiro de folga, me empenharei em transcrever e publicar todas as minhas aventuras, opiniões e tudo mais. &lt;b&gt;NÃO DEIXEM DE LER ESTE POST! &lt;/b&gt;Não se intimidem com o tamanho do texto. Está com uma leitura envolvente e fiz com todo carinho para vocês!&lt;br /&gt;Agradeço a atenção de todos, mais uma vez. Espero que desfrutem dessa leitura e...&lt;br /&gt;Pensem o que vocês quiserem! (Y)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"- Gozarei, desta vez, de toda linguágem corriqueira que puder. Tentarei.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- E porque não conversou assim comigo desde o início, Sábio?"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguiu-se, então, um diálogo entre o sábio e o aprendiz. O que está de ouvidos apurados, esperando para ouvir o que viria a ser mais um conselho decisivo para o futuro a se trilhar sou eu, o Poeta, o Sonhador. Sou eu, o Verde.&lt;br /&gt;Jamais pensei que, após sair daquela porta em que um triângulo com as cores vermelho, amarelo e verde, voltaria a rever o sábio Daniel. E se há algo mais impressionante do que rever o sábio ressurgindo do interior de um nobre rapaz amigo meu, cujo acaso fez ser batizado pelo mesmo nome, é o fato de me ver, mesmo após ter me convencido de que seria improvável, dentro do quarto branco novamente. &lt;br /&gt;Justo no dia em que estava de malas prontas para. O destino ás vezes te faz trilhar um caminho que parece ser mais torturoso, mas que revelam as maiores glórias em seu horizonte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"- Não é preciso ver. Basta sentir. Basta imaginar. Feche os olhos e estará no quarto que te ensinou a viver mais uma vez."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Então, como num passe de mágica, pude repousar minhas pálpebras e poder enxergar toda aquela imensidão celéste que cobriam as paredes, chão e teto. Por um momento, a dor, que carrego como fardo e por não conseguir me perdoar por erros cometidos e situações que acabei fazendo uma pessoa pelo qual tenho um amor imenso passar, sumiu por completo de dentro de mim. Essa dor, que já acostumei a tratar como companheira nos afazeres diários, pois ela jamais me abandona, ficou do lado de fora das portas repletas de símbolos e formas. Estava somente eu, as estrelas e o Sábio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"- Jovem rapaz! O que trás de volta aqui?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Preciso encontrar um jeito de acabar com essa dor que está me consumindo dia após dia. Preciso por um fim. Mas tem que ser de verdade. Não consigo mais suportar por tanto tempo."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passaram-se horas enquanto eu estava conversando com o meu jovem amigo, a beira da churrasqueira e entre dezenas de latas de cerveja. A breja jamais havia se tornado tão produtiva como a daquele dia. O seguinte após reencontrar uma pessoa que não via há dois longos meses. Se forem um pouco espertos, descobrirão de quem estamos falando. &lt;br /&gt;Pois bem. Enquanto passaram-se horas em que conversava com o sábio, dentro do quarto branco, meu coração apertava com cada palavra, cada frase dita pelo Daniel. É impossível escrever exatamente tudo que conversamos, mas citarei o que foi impressindível para me fazer pensar durante toda essa semana. A dor está me consumindo de uma maneira em que eu simplesmente não consigo mais viver sucumbida a ela. É como em um jogo de xadrez: Para darmos o cheque-mate, há horas em que temos que sacrificar uma torre ou um cavalo. Mas, no meu jogo, eu sacrificarei um sentimento, uma virtude, que equivale a rainha. &lt;br /&gt;E Daniel disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Eu posso ver nos seus olhos que ainda há um sentimento muito vivo dentro de você. Posso ver além. Posso ver que esse sentimento é reciproco. Posso ver ainda mais! Posso ver em que, no fundo, mesmo duvidando em alguns momentos, no fim você também consegue ver em que existe alguém no mundo que te ama tanto quanto você ama. É notório, todos aqui já perceberam. Não há frase que você complete sem dizer o nome ou algo que lembre-a. Isso é belo!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O que você deve fazer para deixar a dor partir e voltar a ser feliz? Desequilibrar a balança. Vejo em vocês duas pessoas extremamente iguais em um certo aspecto: O de não admitir algumas coisas e não tomar certas atitudes, por medo de fraqueza, por medo de se mostrar fraco. &lt;br /&gt;Agora, repare quando você consegue sorrir verdadeiramente. São nesses momentos em que você lembra dela com todo o carinho que tem, são esses momentos em que você se recorda de tudo o que fora bom. Vejo um sorriso triste? Sim, eu vejo. Mas é o sorriso mais singelo e verdadeiro que posso ver em sua face. &lt;br /&gt;E vocês equilibram essa balança de orgulho, força e, na minha opinião, idiotice. Quando um fraqueja um pouco, o outro teme procurar mais, ser mais presente e se machucar mais, por consequência. Ou é o medo de machucar mais o outro. Ou é qualquer medo que somente vocês dois podem saber. Algo que só há dentro de cada um de vocês e dos dois, ao mesmo tempo. &lt;br /&gt;Se você quer acabar com a dor, você deve desequilibrar esse equilíbrio. Se libertar do "entre". Se ela está sofrendo igualmente como você, ela também está nesse "between". Acredito, ainda, que ela está mais dividida do que você. Mais perdida também. Mais um motivo para você começar a agir para acabar com essa dor múltipla.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quero agora que pense. Pense, antes, em todos os momentos ruins que você passou ao conviver com essa dor. Pense em todos os dias em que chorou, todos os dias em que sofreu, todos os dias sem dormir. Pense em como sua alma caleijou e em tudo o que você perdeu por devoção a ela. Agora, pense em todas as coisas boas que sua vida em conjunto lhe proporcionou. Dos momentos em que você poderia ver o mundo acabando, mas que não se importava, pois estava com a pessoa que ama. Pense nas duas coisas e veja se tudo o que você passou de ruim foi compensado pelos momentos bons que vieram antes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Se tudo o que passou de bom supera toda essa dor, eu digo a você que lute. Não desista assim tão fácilmente, não abra mão. Aposte todas as suas fichas. É o "All In". Aposto que ainda há algo pra fazer que você ainda não fez. Está na hora de quebrar os paradigmas, as regras e lutar. Deixe esse medo de lado. Deixe o orgulho de lado. Rebaixe-se se tiver que se rebaixar, diga tudo o que seu coração quer dizer, mas que a razão cisma em não permitir. Mostre-se. Mostre que você não é mais o mesmo. Surpreenda. Surpreenda-me, a você mesmo e a ela. O que custa? Será que fazer isso tudo vai aumentar a dor? Será que fazer isso tudo é pior e mais difícil do que conviver com a dor?&lt;br /&gt;Deixe que ela decida o destino dela. Infelizmente, ficar junto com uma pessoa é uma decisão que depende dos dois. Pra não ficar junto, basta um se negar. Entretanto, por qualquer que seja o caminho que ela vá escolher, eu te garanto que junto com ela irá toda a sua dor. E se precisar chorar, para culminar o fim desse seu período turbulento, ombro amigo é o que não faltará pra você. &lt;br /&gt;Faça-a descobrir o que ela quer. Pois, pelo que estou a ver agora, você finalmente se decidiu."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, fui pego pelas pernas em minha própria contradição. Eu que havia dito que não devemos desistir, estava prestes a tomar essa decisão e conviver com a doce dor. A dor que é letal e, ao mesmo tempo, vagarosa com seu veneno. A dor por ter algo tão belo e bonito dentro de sí. Algo que, mesmo passando por transformações, segue intacto, imutável. Algo que nunca deixou de ser presente, por mais que faça mais parte do passado agora.&lt;br /&gt;A vida, através do sábio, mais uma vez me ensinou a nunca, NUNCA, &lt;b&gt;N-U-N-C-A&lt;/b&gt; desistir. Além disso, ultimamente ela tem me ensinado a não crer no impossível também. Como, por exemplo, acreditar que pode-se adivinhar onde vai fazer uma prova, entrar sem o cartão de confirmação e com uma hora de atraso, algo que não aconteceu em nenhum outro lugar do país! Algo que, pra qualquer um pareceria impossível, mas pra quem acredita no próprio potencial, o improvável passa a ser somente uma questão de opinião. Eu, o Verde, o Poeta, não estou morto. Fui ao inferno e voltei. E, quando fui, penetrei entre o magma e as rochas vulcânicas, encarei nos olhos o Diabo e disse: &lt;i&gt;"Eu tenho duas mãos fechadas e sei brigar". &lt;/i&gt;E apanhei. Acabei por vê-lo manipulando a minha mente e fazendo-me fraquejar diante dos problemas, confundir quem seriam meus verdadeiros amigos e tirar toda a confiança que eu tinha em mim. Não posso dizer que perdi tudo, mas posso afirmar que perdi diversas coisas que me faziam a diferença. Distanciei pessoas que jamais gostariam que saíssem de meus olhos, deixei passar oportunidades que mudariam o meu futuro pra melhor. Entretanto, assim como Jó, jamais deixei de perder a fé. A fé de que eu poderia reencontrar a minha confiança e fechar os punhos novamente, partindo para a minha luta solitária contra os pequenos demônios chamados problemas e obstáculos. &lt;br /&gt;Se antes achava que tinha todo o tempo do mundo para mudar o meu futuro, percebi que cada instante em nossas vidas pode ser o último. A prova disso foi quando comprava algo pra comer no mercado e senti um forte arrepio. Momentos depois, um burburinho me chamou atenção no corredor paralelo ao que eu me encontrava. E lá estava uma senhora caída no chão, imóvel. Morta.&lt;br /&gt;O ceifeiro passou justo no local em que eu estava. E se ele se volta para mim e decide me fulminar com sua imagem? E o que é a vida? &lt;br /&gt;Tão simples e difícil de explicar é a vida. Em um momento, a mulher estava comprando o que seria o seu jantar de domingo. No seguinte, caída no chão. Simples! Num momento você está, no outro está em julgamento divino. &lt;br /&gt;Eu passei a pensar em quantos abraços eu quero dar e meus "princípios" me impedem. Passei a pensar em quanto tempo eu estou perdendo escrevendo esse texto enorme. Passei a pensar no quanto idiota eu tenho sido. De não assumir o óbvio, de tentar fazer aquilo que realmente quero. De não me importar com o fracasso, pois, talvez, eu nem possa mais estar em corpo presente para presenciá-lo. &lt;br /&gt;Há ainda muitas coisas que eu poderia adicionar, mas ninguém iria entender. Daqui para frente, seria algo que só quem já viveu sabe como é, fora que eu estaria perdendo ainda mais tempo. O que eu posso dizer é que eu já sei o que eu quero, já sei o que é melhor pra mim e já sei como acabar com essa dor. O que posso dizer é que eu não vou desistir, sob nenhuma hipótese. Farei o que tiver que fazer até onde achar que devo. Será o último fôlego, o último esforço, pra reviver aquilo que jamais morreu, pra viver aquilo que jamais se viveu, pra viver.&lt;br /&gt;Vejo vocês em breve e digo como foi.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A Citação: &lt;i&gt;"Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez" - &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Jean Coteau.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A Canção: &lt;i&gt;"Stare at the sun" - &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Thrice.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1877050280979154619?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1877050280979154619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1877050280979154619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1877050280979154619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1877050280979154619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/11/relatos-em-questoes-nao-deixem-de-ler.html' title='Relatos em questões.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1817506329940051092</id><published>2010-10-31T06:32:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T06:43:08.881-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G.B.'/><title type='text'>Diálogo de almas.</title><content type='html'>A cada passo largo que dava à frente, meu coração parecia acelerar ainda mais. Já achava estranha a forma com que ele batia em descompasso. Após cada passo, ele piorava, se debatia com mais violência dentro do meu peito. Eu não sabia o que estava fazendo. Sabia exatamente o que estava fazendo. &lt;br /&gt;De longe, avistei-a. Como estava bela! Mesmo após tantos meses sem poder observar seus movimentos e seus gestos, sabia exatamente como estava se sentindo naquele exato instante em que cruzou seu olhar no meu: Algo que não conseguirei descrever. Algo que se mistura a euforia e uma felicidade contida. Um rancor pontiagudo e uma tristeza constante. Uma vergonha e, ao mesmo tempo, inibição. &lt;br /&gt;Era o mesmo que eu sentia. E um abraço frio demos um no outro, como dois desconhecidos. Como se jamais tivessemos sequer o conhecimento da existência um do outro. Como se não houvesse passado. Como se o passado fosse ainda o presente.&lt;br /&gt;Durante todo aquele tempo em que permanecemos próximos um ao outro, falamos-nos por mera formalidade. Por um instante me senti a pior das pessoas, mas não haveria de culpá-la. Somos responsáveis por nossos próprios atos e responsáveis pelas consequências que eles nos trazem. Por sorte, havia mais um elemento mediando nossa conversa, pois caso contrário, seria um diálogo mudo, onde não conseguiríamos olhar para os olhos do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"E lá estava ele, com seu copo de cerveja nas mãos. Eu não o conhecia. Este era outro, de fato. Parecia triste, mas com um brilho no olhar que jamais havia observado antes. Um brilho de quem está vencendo barreiras e derrubando obstáculos. Meu peito disparava. Quando ele havia chegado, nada mais do que um abraço frouxo pude dar. Ele não merecia o meu melhor abraço. Fora patético ao me acusar e desconfiar de mim. Apesar da dor estar amena, ainda não conseguia olhá-lo e não lembrar de quantas lágrimas derramei e de tudo o que acabei por fazer. Agora tudo estava voltando ao normal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ele não merecia meu melhor abraço, mas mesmo assim eu queria dar. Não houve pessoa, nunca, que tenha se encaixado melhor em meus braços. Não houve, nunca, ninguém em que eu pudesse recostar minha cabeça, fechar os meus olhos e ter certeza de que eu estava segura. Já não tenho mais, mas está tudo ali, bem na minha frente. Sentado com seu como de cerveja na mão e conversando distraidamente, sem ao menos notar tudo o que eu estava sentindo"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente quando pude recostar minhas costas naquela cadeira, pude perceber que meu coração, agora, batia normalmente. Acelerado, ainda, mas com uma estranha sensação de segurança. Lá estava ela, sentada em minha frente. olhando-me enquanto eu não olhava-a. Nossas conversas não eram diretas, não referíamos a palavra um para o outro, até ela sentar-se do meu lado, inventando um motivo qualquer, este que não consigo me recordar agora. Foi quando nosso olhar se cruzou pela segunda vez.&lt;br /&gt;Desta vez, contudo, pude observar que algo já havia mudado. Não era o mesmo olhar vazio que antes fora trocado. agora, havia um pequeno brilho, algo que me fazia perceber que, após de tantos e tantos meses, uma pessoa diante de mim estava feliz ao me ver, mesmo após tanto sofrimento que compartilhamos quando estávamos longe um do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Ele acendeu um cigarro. Espantei-me com o modo natural que ele agiu. Geraram-se dúvidas em minha mente. Mas pouco importava-as agora. Eu precisava chegar mais perto dele. Precisava olhá-lo nos olhos e tentar decifrá-los. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Puxei, então, minha cadeira para o seu lado. Pedi-lhe o isqueiro. Olhamos-nos. Eu vi um brilho incandescente. Tive a certeza: Ele me amava. Amava como nunca amara outra mulher. Como, talvez, nunca irá amar. Mas eu me questionava. Há tantas coisas dentro de mim que eu não faço idéia do que fazer, do que pensar, de como agir. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha cabeça briga comigo diáriamente. Tenta fazer de mim uma pessoa sensata, tornando impossível ver a mim e a quem me ama e a quem eu amo juntos. Mas e o meu coração? Este, nunca se esqueceu de todos os momentos felizes que sentimos. Momentos em que eu pude tocar naquela pele morena, naqueles cabelos revoltos e leves como seda.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha mente e meu coração estavam em uma queda de braço interminável. Até aquele momento, antes de eu encontrá-lo novamente, tanto fazia pra mim manter contato ou não. Agora, cada palavra que eu disesse, sentia que era importante ao ponto de fazer toda a diferença na vida de ambos."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu senti o corpo dela me puxar para mais perto ainda. Como um ima tras para sí o parafuso solto no chão. Mas eu não podia. Não podia me aproximar mais. Algo dentro de mim dizia que seria o ato mais imprudente. Não era tudo de bom como antes. Não era nada, não havia nada. Apenas dois corpos cansados pelas noites de sono que perderam, feridos por terem feito coisas que afetaram ao outro e duplamente a si mesmo. &lt;br /&gt;Não resistiria ficar mais muito tempo por ali. Resolvi levantar. Já era a hora de partir. Já passara da hora de partir. Não houve momento, durante esse tempo todo em que longe ficamos um do outro, que eu não tenha me sentido mais infeliz. Ter que forjar uma naturalidade nas palavras, ter que fingir tudo o que eu sentia, tudo o que eu queria. Nem eu sabia mais o que queria. &lt;br /&gt;Era perigoso. Não poderia ficar nem mais um segundo perto daquela detentora de todo o meu amor. Afinal, ela estava feliz! Ela estava vivendo, estava progredindo, estava recuperando sua vida de antes. Eu não queria atrapalhar, não podia atrapalhar. A observaria de longe, até vê-la se perder dentro de mim. Sofreria mudo, somente sorrindo. &lt;br /&gt;Levantei-me. Aquele fora o último momento em que eu iria ver um par de olhos onde existe minha felicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"De súbito, meu corpo gelou. Ele se fora e sequer olhara pra trás. Se houvesse no mundo uma pessoa mais infeliz do que eu naquele instante, esta seria ele. Eu sentia, sabia, estranhamente. Mesmo após tanto tempo, eu sabia reconhecer cada gesto. Estava infeliz. Tanto quanto eu estava. Mas eu o entendia. Sim, o entendia. Com uma claridade tão imensa que não poderia deixá-lo partir, supostamente para sempre, sem dar-lhe um último afago. Não era o mínimo que eu queria fazer, mas o máximo que meu coração permitia diante da minha razão orgulhosa e impenetrável. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ao quase perdê-lo de vista no horizonte, eu gritei o seu nome. Tenho certeza que aquele grito ecoou durante longos minutos nos ouvidos de sua alma. Ele parou e se virou no instante seguinte. Seus olhos haviam perdido aquele brilho. O amor estava me deixando. Era preciso, era necessário. Não poderiamos mais ficar juntos. Não suportaríamos mais ficar separados. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Inventei qualquer desculpa para me aproximar dele. Pedi-lhe mais um cigarro. Ele me deu e, novamente se virou. Deu, então um passo curto em direção ao adeus. Passo esse que parecia nunca alcançar o chão."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virar as costas naquele momento foi a coisa mais difícil que eu já havia feito na vida. Ter que partir, querendo ficar, mas não podendo, por saber que minha presença naquele local só a faria mal. E eu me sentia mal. Por querer muito fazer alguém feliz e ser impedido pela pureza, pela ingenuidade e pela cegueira que causa o amor. &lt;br /&gt;Desgraçei-me por todos os meus pecados. Joguei pragas terríveis em mim mesmo. Vendi minha alma em troca da felicidade da única pessoa que eu me importava. Uma atitude desesperada, mas que me faria digno de algo ao menos uma vez na vida. Gostaria de ser esquecido, de vê-la continuando sem mim. Mas eu marquei, sim, marquei. Da pior maneira. Com o sofrimento que eu causei. &lt;br /&gt;O primeiro passo, após me virar, foi interrompido por duas mãos que eu conhecia muito bem segurando o meu braço. Seguiu-se, então, uma voz doce e fúnebre:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;- Você está bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;" - Não! - Exclamou ele, com a mais triste das vozes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Jamais desejei isso. Sempre desejei somente sua felicidade. Apesar de tudo, jamais deixei de pensar nele um instante sequer. Ele marcou a minha vida, de fato. Da melhor maneira possível: Entregando todo o amor que ele poderia ter por alguém. Eu me culpava, entretanto, por não ser digna de todo esse sentimento. Não poderia mais manter aquilo, mas também não podia abandonar, não queria. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu disse pra ele que não poderia mentir e que também estava muito infeliz. Meu coração fez uma força um pouco mais intensa e eu não resisti ao dar-lhe um abraço. E ele retribuiu com o calor mais intenso que poderia haver. Ali estavam as algas gêmeas unidas, mesmo em corpos distintos. Mesmo que por uma última vez."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Não posso descrever o que houve naquele momento. Mais do que um simples abraço, mais do que qualquer palavra solta dita ali. Mais do que qualquer coisa. Qualquer desejo, qualquer vontade. Estavam presentes duas pessoas que se amam verdadeiramente e estão certas disto, mesmo duvidando por muito. Duas pessoas que, de certa forma, não podem viver longe uma da outra, mas que também não está viável viver próximas. É tão simples e pequeno! Tão complexo, no entanto! Não há argumentos, não há como descrever. Simplesmente é.&lt;br /&gt;E, diante daquele abraço, o passado e o futuro passaram a não se importar. Nem o que aconteceu e nem o que viria a acontecer. Somente aquele instante era valido. Nada mais. Nenhuma coisa além. O momento onde o fim e o início se cruzavam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Não posso descrever o que houve naquele momento. Foi como se, por um instante, eu me sentisse novamente segura. Momento onde minha mente havia adormecido e se esquecido de todo o mal que ele me causara. Onde passado e futuro passaram a não se importar. Só aquele momento. Só o presente. Pois não exista passado, nem conseguia ver futuro. Não sei o que fariamos dalí por diante. Sabia, todavia, que não podia mais perder aquele abraço. Mesmo tendo que perdê-lo."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;e agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Agora? Fecharei os meus olhos. Observarei a briga entre minha razão e orgulho com todos os meus sentimentos. Serei levada, entretanto, para o mesmo lado que ele escolher. Não serei capaz de tomar sozinha uma decisão que envolvem duas pessoas."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há uma coisa que eu aprendi, é que existe o amor. Sim, ele existe. Pois mesmo após de todos os atos tolos que antes cometemos, todas as brigas e todas as feridas, ainda existem coisas que permaneceram e permanecerão intactas. Por mais que ela possa negar, eu conheco-a. Sei o que pensa, sei o que vai dizer, sei o que vai fazer. Sei de tudo da vida dela. Assim como ela sabe de tudo. Assim como, por mais distantes que possamos estar, estaremos sempre perto um do outro. Sempre dentro um do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1817506329940051092?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1817506329940051092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1817506329940051092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1817506329940051092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1817506329940051092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/10/dialogo-de-almas.html' title='Diálogo de almas.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6181960894708347712</id><published>2010-10-31T04:19:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T04:19:57.007-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>O rival que caminha ao lado.</title><content type='html'>Antes eu odiava-o. Jurei pela minha própria vida eliminar todo e qualquer rastro que pudesse levá-lo à sobrevivência. Pois sim. Pois fora ele quem consumiu os meus pais, levou-me o meu amor e todos aqueles pelos quais tinha afeto, carinho e gratidão. Levara todos, exceto eu. Relutante de meu próprio destino, desembainhei minha espada e caminhei sorrateiramente por todo o território, à procura do traidor. &lt;br /&gt;Solitário, eu estou. Solitário permaneci durante todos esses anos com sede de vingança. Não me restou mais nada além de uma lembrança vaga de sua forma e de como ele eliminava as pessoas. Estranhava-me o modo de como inofensivo ele se fazia e de quanto tempo demorava para dominar um ser muito superior a ele por completo. Levara meus pais e os pais dos meus pais. Levara, também, minha alma e minhas perspectivas.&lt;br /&gt;Foram inúmeras as vezes que tentei detê-lo. Foram diversas as opotunidades em que ele brincou de surgir diante dos meus olhos e eu ter que ver minha amada fingir e mentir para confidenciar segredos para meu pior inimigo. Se ele consumia devagar e diretamente todos ao meu redor, comigo sempre fizera diferente. Ele não me tocava, não se aproximava de mim. Mas fazia questão de partir meu coração em pedaços infinitos e saboreá-los com uma mudez de triunfo.&lt;br /&gt;Até que houve o dia em que nos encontramos. De frente, um para o outro. Não havia mais ninguém, somente nós. Eu e quem eu mais odiava. Eu e quem eu deveria eliminar de uma vez por todas de minha vida, para, então, poder viver em paz. E quando eu parti para o ataque, percebi que, naquele instante, havia um inimigo em comum entre o meu pior inimigo e eu. Esta nova entidade surgira, ou melhor, se fez presente em todos os momentos sem que eu jamais pudesse perceber. Era a solidão. Até meu pior inimigo sofria do mesmo mal que eu. Um mal que teria de ser detido, com todas as forças, até mesmo as nossas unidas. &lt;br /&gt;Às vezes, até inimigos de longas datas unem-se com uma finalidade de progresso mútuo. E, conforme foram se passando os dias em que lutamos juntos para acabar com a solidão que assombrava a minha alma, fui percebendo mais pontos em comum com ele do que eu poderia imaginar. &lt;br /&gt;Não se deve renegar o seu próprio destino, jamais. Hoje a solidão está ferida mortalmente. Mas, ao invés de retomar minha rivalidade à vida, percebo que encontrei um companheiro de campanhas. Um companheiro que, assim como meus pais e os pais deles, me consumirá. Mas que eu mesmo dei minha alma em troca do fim de um inimigo maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6181960894708347712?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6181960894708347712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6181960894708347712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6181960894708347712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6181960894708347712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/10/o-rival-que-caminha-ao-lado.html' title='O rival que caminha ao lado.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2055133863853751432</id><published>2010-10-24T08:48:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T06:38:35.731-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Antes'/><title type='text'>A dor que remédio algum pode curar.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9e/Con%C3%ADmbriga_minotauro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9e/Con%C3%ADmbriga_minotauro.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não há nada para se temer neste momento, mas mesmo assim temo. Preso à toda essa liberdade, eu serpenteio as ruas da cidade de prédios altos, onde o minotauro é minha própria sombra de receios, dúvidas, consequencias. Minha própria teia de temores. E caminho, cambaleante e instintivo, perguntando-me permanentemente se eu sou mesmo aquele tão famoso Teseu do contemporâneo. Mas mesmo um grande herói precisa ser acolhido em braços firmes.&lt;br /&gt;Não há nada para se sentir nesse momento, mas mesmo assim sinto. Sinto muito por concluir o que jamais desejei e deixar para trás o que me foi bom. Sinto por ainda me desgraçar em lágrimas inúteis, lágrimas que já são tão sonoras quanto a melodia que dobram os meus ouvidos. Como os sinos dobram na igreja, alertando a queda de mais uma grande alma. Pois até as boas almas perecem com o desgaste causado pelo tempo.&lt;br /&gt;Não há nada para se fazer neste momento, mas mesmo assim faço. Fico quieto, estático, mudo. Se não sei o que dizer, nada digo. Se não sei o que vai acontecer amanhã, simplesmente vivo e vejo os ponteiros gigarem vagarosos, até que toque o doze e os sinos dobrem novamente. E enquanto o amanhã não vem, eu passo a me entreter com minhas próprias dores, meus tristes afazeres, meus sentimentos e meus temores. Pois não há dor maior do que a dor da alma. Não há remédio que cure a dor causada pelo sacrifício do que pode ser chamado de "suicídio póstumo". Pois minha alma já não vive mais, mas ainda vive para contar sua triste história.&lt;br /&gt;Não há o que doer nesse momento, mas a dor é intensa. É imensa, essa dor. Dor da alma, dor da saudade, dor da lágrima e grito. Dor da meia noite, do meio dia, do dia todo, de todos os dias. Não há o que temer, não há o que sentir, não há o que fazer. Então, continuo cambaleante pelas curvas sinuosas, com espada em punho firme e cerrado, pronto para assassinar meu minotauro interior. Mas o que mais me aflinge, é a dúvida que tenho em saber se, ao meu regresso, minha Ariadne ainda estará me esperando a porta, com o seu fio dourado e pele quente, para que juntos, finalmente, sem problemas, possamos construir nosso novo reino de castelos de areia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2055133863853751432?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2055133863853751432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2055133863853751432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2055133863853751432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2055133863853751432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/10/dor-que-remedio-algum-pode-curar.html' title='A dor que remédio algum pode curar.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6075239754016511033</id><published>2010-10-22T18:19:00.001-07:00</published><updated>2010-10-22T18:19:57.674-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><title type='text'>A ferida está cicatrizada?</title><content type='html'>São bons os fluidos que circulam dentro de mim. São puros, raros e autênticos, todas as atitudes, gestos e pensamentos. É harmônico. Um paradoxo entre o sonoro e o silencioso, entre o grito e o sopro, entre a exclamação e a respiração.&lt;br /&gt;Algo que li, tempos atrás, reflete como um espelho para os dias de hoje: Como algo que falamos no passado, tem sua conclusão no futuro?&lt;br /&gt;Perguntas sempre rondam as nossas mentes. Quando as respondemos, mais perguntas aparecem. Esse é o grande mistério da vida. Saber de onde tantas questões se formam é o grande objetivo a ser buscado.&lt;br /&gt;Vai dizer que você não sente uma pontada fria e fina lá dentro, lá no centro do coração, quando você escuta meu nome. Vai dizer que você não se pega pensando em mim quando está sozinha, deitada na cama, ou quando olha para aquele horizonte que um dia até confundido com outras coisas foi. Vai garantir que ainda não sonha, não lembra e não sente saudades do passado. Vai dizer? Vai garantir?&lt;br /&gt;Eu digo, por você, eu garanto. A cada dia que passa, mais o paradoxo do cego e do cortante se atenua. Mais de futuro o passado transforma. Mais vejo que, apesar de dias, semanas, meses e anos, eu ainda sei pouco dessa fábrica de perguntas. A cada dia mais velho, mais perto da verdade eu fico e mais longe de ter uma idéia de qual resposta eu receberei tenho. A vida é assim. Cheia de realizações, mistérios, perguntas e deduções.&lt;br /&gt;Cheia de paradoxos e cheia de pensamentos que, de certa forma, ainda me leva pro lugar de onde eu jamais deveria ter saído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(20/01/2010)&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6075239754016511033?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6075239754016511033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6075239754016511033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6075239754016511033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6075239754016511033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/10/ferida-esta-cicatrizada.html' title='A ferida está cicatrizada?'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6334403996630169544</id><published>2010-10-18T11:35:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T11:35:05.515-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Ser vivo.</title><content type='html'>Percorrendo o horizonte com um olhar sobrecarregado de tristezas e de olheiras fundas, percebo o quanto pode ser adversos nossos caminhos. Enxergar além e não enxergar nada pode ser a mesma coisa se visto de ângulos opostos. Conquistas podem se transformar em fracassos, ilusões podem se tornar reais e idéias podem jamais sair do campo da imaginação.&lt;br /&gt;Aprendi a não acreditar mais no impossível. Bastou apenas uma pequena injeção de confiança em meu sangue de pulsar fraco pelas sucessivas quedas, para compreender que nada do que fora perdido outrora não possa ser reconquistado. Tudo bem que nada voltará a ser como era. Tudo bem que cicatrizes haverão sempre e estarão presentes. Serão notadas da mesma forma por todas as pessoas que as observarem. O que diferenciará será como nós mesmo nos lidaremos com estas.&lt;br /&gt;A dor sempre estará presente dentro de nós. Uma leve pontada no coração, como um breve badalar de sino, consumirá nossas almas rápida e intensamente sempre quando algo que nos desagradou for lembrado. Alegria também pode se transformar em tristeza. Saudade pode ser uma variável de raiva. Amor pode ser raiva, também.&lt;br /&gt;O que importa, no fim, é saber ainda se sente ou se não sente mais. Não há fim enquanto o existir sentir, enquanto o sentir existir, enquanto o coração não aceitar que não há mais nada para se fazer, a não ser seguir em frente e em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nota: Peço desculpas aos leitores do &lt;b&gt;&lt;u&gt;imaginadongo&lt;/u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;pelo tempo em que fiquei sem postar. Tenho trabalhado bastante nesse período e me dedicado mais à leitura. Outro fato importante é o de eu estar sem internet em casa. Prometo a todos que sempre que puder colocarei uns textos curtos e, se possível, com um vocabulário mais extenso e inteligente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6334403996630169544?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6334403996630169544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6334403996630169544' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6334403996630169544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6334403996630169544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/10/ser-vivo.html' title='Ser vivo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6875717909109236945</id><published>2010-10-05T15:39:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T06:34:16.111-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monólogos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Antes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Sete de Setembro.</title><content type='html'>&lt;i&gt;"Nunca antes na minha vida me senti tão fraca. Indecisa, impotente, temerosa, perplexa e imóvel. Nada no meu corpo está funcionando como deveria. Não consigo reagir aos comandos do cérebro, ocupado demais pensando em uma simples decisão, mas que pode ser crucial para o resto da vida. O desejo de correr e se entregar é o mesmo de fugir e abandonar todas as realizações conquistadas com muito esforço. Ao mesmo tempo que muito penso, nada há em minha mente. Somente uma palavra de cada vez.&lt;br /&gt;Minhas mãos agora tremulam com ferocidade. O coração bate acelerado, incansável, prestes a explodir com a onda de euforia e ânsia de tudo acontecer. Ofegante, tento eu inutilmente me ocupar com outras coisas. Música, televisão. Música e televisão. Folheio uma revista qualquer. Rabisco em um papel qualquer. Mais um gole d'água, outro e outro. Aquele maço de cigarros, antes fechado, já está no fim. Nunca foram tão necessários para me acalmar como agora. O suor gelado escorre pela minha face. As mãos geladas apertam minhas coxas ao ponto de deixarem hematomas. &lt;br /&gt;A cadeira em que estou sentada parece pequena demais para o meu corpo e todo esse sentimento que aqui tenho dentro de mim. Os suspiros são ainda mais fortes agora, em que na tela do meu computador sua foto e um "oi" no messenger você acaba de mandar. Por um mínimo instante, recordei-me de todos os dias em que estivemos juntos até este momento. Meus "erros" impediram que hoje, nessa data que é de extrema importância para mim, pudessemos estar juntos e felizes. Por um momento me arrependo de todo o mal que pude ter feito para você. Penso em te ignorar e te deixar seguir em paz, ser feliz. Mas, sinceramente, de alguma forma, eu sei que a sua felicidade está guardada dentro de mim. Eu não tenho certeza disso, mas eu tenho certeza. &lt;br /&gt;Entretanto, não posso voltar atrás em minhas decisões. Se tomei essa atitude, foi por ter certeza de que seria melhor para você, pois é uma pessoa de qualidades ímpares e pequenos defeitos completamente releváveis. Eu sei que não mereço sua atenção, seu carinho, seu amor. Sou uma pessoa normal, como qualquer outra, sem nenhum talento, nenhuma qualidade. Só faço te faço o mal com os meus defeitos e, sinceramente, não suporto te ver sofrer por mim. Infelizmente eu não consigo me mudar, então, decidi sair da sua vida para que você pudesse encontrar uma pessoa que fosse capaz de te fazer feliz de verdade. &lt;br /&gt;Mas o que eu poderei sempre garantir é que ninguém, jamais, te sentirá como eu senti você em mim. Ninguém te beijará mais apaixonadamente do que eu e nem chorará mais do que eu já chorei. Luto todos os dias contra mim mesma para não me reaproximar e te fazer sofrer mais com isso. Sinto que não posso brincar com os seus sentimentos, pois acaba ferindo muito mais a mim. &lt;br /&gt;E quando penso em sair de casa e fazer qualquer coisa que possa me fazer te esquecer, uma vontade avassaladora de te dizer o quanto eu te amo toma conta de mim. Sei que não devo e não farei. Meus olhos lacrimejam mas mantenho-me firme. Sempre com o pensamento de que isso será o melhor e a mais nobre atitude a ser tomada. Não posso dizer assim tudo o que tenho dentro de mim e te confundir, mas, infelizmente, tudo isso dentro de mim é forte demais para conseguir te ignorar.&lt;br /&gt;Um último trago, um último gole e um último suspiro. Com uma revoada de pensamentos em minha cabeça eu fechei os olhos e, estranhamente, enxergando seu sorriso largo diante de mim, eu disse: 'oi :)'. Não tive um dia bom hoje, mas sei que após falar com você, o restante das horas serão bem menos dolorosas."&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite, eu sei de muitas coisas.&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6875717909109236945?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6875717909109236945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6875717909109236945' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6875717909109236945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6875717909109236945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/10/sete-de-setembro.html' title='Sete de Setembro.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-578247462223604670</id><published>2010-10-01T21:15:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T06:34:55.678-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Antes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Dias de luta, dias de glória.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cMiB4BKXewU/S797uiFIQYI/AAAAAAAAASI/XMERF4dCWps/s1600/sorriso1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://4.bp.blogspot.com/_cMiB4BKXewU/S797uiFIQYI/AAAAAAAAASI/XMERF4dCWps/s200/sorriso1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Hoje acordei com um pensamento diferente dos quais haviam nos dias passados. Acordei com a sensação boa de, mesmo parecendo não haver qualquer chance de mudança, saber que posso fazer deste um dia diferente dos anteriores. Bastaram apenas alguns minutos de intensa reflexão para, enfim, descobrir tudo aquilo que realmente já me fez feliz. Nada daquilo que outrora me fez sorrir há em minha vida neste momento. O planeta gira e revira nossos pertences com consequencias de nossos próprios atos. Atitudes precipitadas, atos que ferem e magoam. Injustiças, muitas vezes involuntárias, mas que assim mesmo destroem todo o progresso alcançado com difícil esforço. &lt;br /&gt;A vida, entretanto, me ensinou a nunca desistir. Mais importante do que obter ou perder coisas especiais em nossas vidas é o fato de poder evoluir com cada vitória e derrota. Aprender que quando erramos, o ideal é se arrepender e tentar se redimir. Inventar motivos e dizer que "foi melhor desta maneira" ou enumerar os prós de uma falha não a faz menor ou menos dolorosa. Aprender que deixar de mão subitamente nossos sonhos é o mesmo que sofrer para conseguí-los, sem a recompensa no fim de tudo. &lt;br /&gt;Hoje eu acordei e disse para aquele velho conhecido, que há tempos não via refletido no espelho, tudo aquilo que deveria ter dito enquanto tive calma, como essa de agora. Disse que sou uma pessoa apaixonada, que sente saudades daquela que me faz bem, que já pensou em desistir diversas vezes, mas que no fim nunca irá embora sem tentar uma última vez. Que pode ser tirado de mim tudo o que tenho, mas as coisas boas que fiz pra quem amo é eterno. Marcou como tatuagem e não há esforço que possa apagar isso. O esforço é inútil nesses casos. Eu já tentei, mas não é possível remar contra uma maré tão forte quanto essa. Tentar esquecer não me fez uma pessoa mais feliz. Muito pelo contrário. Fez-me apenas pensar com maior intensidade e me lamentar, cada dia mais, por não poder ter feito diferente quando pude.&lt;br /&gt;Desisti de sofrer e lutar contra os meus verdadeiros ideais. Assim como tudo foi me tirado e degráus da escada da vida eu desci, um a um eu vou trazendo de volta todos os meus melhores momentos, melhores pessoas e melhores dias. Talvez nem tudo volte. Isso é só o futuro quem determinará. Ainda assim, sinto-me otimista. Sei do que eu sou capaz de ser e fazer. Estou à um mínimo passo da minha plenitude, do meu melhor estado de espírito, mesmo ainda não tendo nada. O motivo é porque, diferentemente de antes, agora eu confio em mim como nunca confiei. Antes de desconfiar das pessoas que amo, desconfiei de minha própria capacidade. Todos temos momentos turbulentos. Todos nós já perdemos a cabeça e tomamos decisões e fizemos coisas precipitadamente. Somos vítimas de nossos próprios medos. Somos seres humanos. Estamos perdoados.&lt;br /&gt;Ainda que muito sei que devo trabalhar para reconquistar minha antiga vida, um sorriso largo surgiu em minha face. Trouxe lágrimas, mas não de dor e sim de otimismo. Esse sim sou eu. Esse sim é o meu sorriso. Resgatei todo aquele talento que estava guardado no armário. Assim viverei, pois agora eu entendo tudo. Compreendo o porque das coisas, mesmo após de aprender que sentimentos valem mais do que respostas. Eu sinto. Sinto que estou no caminho certo, mesmo sem conhecê-lo bem. Mesmo conhecendo-o bem o bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-578247462223604670?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/578247462223604670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=578247462223604670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/578247462223604670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/578247462223604670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/10/dias-de-luta-dias-de-gloria.html' title='Dias de luta, dias de glória.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cMiB4BKXewU/S797uiFIQYI/AAAAAAAAASI/XMERF4dCWps/s72-c/sorriso1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7093244541202311878</id><published>2010-09-28T09:45:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T10:22:44.692-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Dúvidas, milagres e espera.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm4.static.flickr.com/3156/2825284629_e001129e87.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://farm4.static.flickr.com/3156/2825284629_e001129e87.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Talvez eu veja fantasmas onde não existem. Talvez sonhos sejam apenas coisas que brotam em nossa imaginação como as flores desabrocham dos botões. Talvez eu já sentisse dúvidas antes mesmo de saber as questões oferecidas pela doce fábrica que se chama vida.&lt;br /&gt;Nada mais importa neste momento. Nada mais. Nunca mais eu quero dizer, sistematicamente, repetidas palavras que só me causam aflição e medo. Sinto-me imponente, confiante e sereno. Entretanto, ao abrir a porta dos meus domínios, uma torrente de água cai sobre minha cabeça. Um verdadeiro mar de possibilidades e ramificações de conclusões para a vida. Nada mais faz sentido.&lt;br /&gt;É como se o tempo congelasse e eu permanecesse lúcido, para analisar com maior clareza tudo o que está ao meu redor. Pessoas, pássaros, objetos, sentimentos, expressões. Tudo. Tudo o que eu posso ver, sentir e pensar está logo ali, ao meu alcance.&lt;br /&gt;Não existe alcance que ultrapasse as linhas da imaginação. A distância é infinita, ininterrupta, estável e fixa. O que os olhos enxergam são pouco ou quase nada, comparado aos olhos da mente. Nada mais importa agora.&lt;br /&gt;O que acontece, afinal, é que eu quero alguém sentado ao meu lado nesse chão frio, para compartilhar veredas singulares. Espero por um milagre. Este, enquanto não acontece, faz-me dizer loucuras, respirar ofegante e correr em meio ao manto da escuridão. A vida é uma linha tênue. Se em um momento estamos em profundo êxtase, no outro estamos em tormentas poderosíssimas. O que eu faço é me apegar à fé e nunca deixar de acreditar, pois milagres existem e sempre acontecem. Quase sempre eles acontecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7093244541202311878?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7093244541202311878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7093244541202311878' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7093244541202311878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7093244541202311878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/duvidas-milagres-e-espera.html' title='Dúvidas, milagres e espera.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3156/2825284629_e001129e87_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4964822521744049797</id><published>2010-09-26T02:35:00.001-07:00</published><updated>2010-10-31T06:36:33.261-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Antes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Limites do acreditar.</title><content type='html'>Passei bastante tempo apenas pensando em todos os acontecimentos recentes em minha vida. A vontade de trasncrever tudo, durante algum tempo, se escondeu em minh'alma e sentiu medo de se expor de forma negativa. Contudo, assim como os dias e as noites, certos hábitos e atitude que já faz parte de nosso caráter pode partir, mas sempre volta trazendo coisas novas. Um novo sol acaba de surgir dentro de mim.&lt;br /&gt;Confiança é algo que não tem feito parte da minha vida ultimamente. A ânsia de descobrir o porquê das coisas e me fazer chegar logo em um ponto final me fez desacreditar e desconfiar de pessoas que não mereciam. E não foi somente isso que fiz. Também magoei, feri e confundi. Acabei mostrando para todos um lado insano de mim. Aquele lado que lutei todos os dias para que não fosse liberto, que permanecesse adormecido durante toda a vida. Quando esse "monstro" acordou, devastou os sonhos e os sentimentos de muitos, mas nada que ele tenha feito possa superar o que fez comigo, o que eu fiz comigo mesmo. &lt;br /&gt;Eu não consigo explicar com palavras tudo o que posso sentir neste momento. Apesar de sofrer em demasia por olhar um monstro diante no espelho quando deveria me ver, acredito veementemente de que isso foi necessário. Fez-me descobrir quem eu posso ser se não controlar os meus sentimentos, o que eu posso fazer se não conseguir manter a calma, a vontade de obter as respostas. &lt;br /&gt;Respostas estas que obtive. Agora eu consigo ver com clareza tudo. Consigo saber o porque de tudo e vejo o quanto e como as coisas fazem sentido. Um momento de lucidez foi precedido pelo meu momento de maior loucura. Insanidade que me afastou daquela que mais tive apreço. Não consigo explicar como e nem quando eu consegui, exatamente, entender tudo o que aconteceu desde o início, mas agora eu estou no ápice do saber. &lt;br /&gt;É muito difícil assumir um erro. Mais difícil ainda é se arrepender do erro que cometeu. Tentar encontrar respostas, motivos e explicações para justificar atitutes que não fizeram bem nenhum para ninguém. Pois bem. Assumo que me arrependo de cada um de meus atos recentes. Não tive motivo nenhum, mas mesmo assim fiz. Confabulei coisas por estar numa busca por respostas que agora vejo de que nada adianta. Troquei uma pessoa pela qual eu não canso de dizer que amo por respostas bobas e idiotas que não trarão de volta tudo aquilo que eu quis e já tive um dia. &lt;br /&gt;"Mereço o castigo. Mereço ser excluido e esquecido. Não acreditei quando deveria e, agora que acredito, é tarde demais. O que devo fazer é tentar seguir a minha vida em paz e deixar que vivam as suas vidas na mesma paz."&lt;br /&gt;Minha esperança havia esaparecido por completo quando disse isso para um velho sábio. Após contar todos os fatos e dobrar o meu orgulho ao assumir que estava arrependido, ele me fez crer que, mesmo quando tudo está perdido, desistir é a pior forma de conseguir o perdão. Disse que todos erram, mas quando se ama, se há somente vítimas. Que cada um sofre pelos seus próprios atos, não pelas consequências que eles trazem. Consequências são o que os outros pensam ou agem em relação ao que você fez. Consequências não consertam erros, atos inversos sim. Disse que pedir perdão é um alento para o sofrimento, por mais que o perdão não venha. &lt;br /&gt;Agora a moeda mudou de face. Tenho um pouco de sorte de saber tudo o que sinto agora já foi sentido por outra pessoa num passado próximo e tudo o que ela deve sentir agora eu já senti. Sinto que é praticamente impossível reverter a situação, assim como já pensei. Mas, já que o sábio me devolveu um pouco da esperança que eu havia perdido, sei que enquanto ainda houver uma semente minúscula de sentimento dentro daquele coração, tudo o que eu preciso fazer é regar novamente para que possa nascer uma flor. &lt;br /&gt;No fim, eu percebi que respostas nunca importa. O que agente sente é o que sempre valerá mais. Eu fiz a escolha tola de trocar meus sentimentos por respostas. Agora sofro. Mas se tudo o que eu gostava fiz questão de jogar fora na minha caminhada rumo aos desfechos, tentarei mais uma vez voltar ao início e fazer diferente. Tudo o que eu preciso é de uma chance. Na verdade, 0,02% de chance já basta. Se meus olhos lacrimejam agora, não é porque me sinto perdido, mas sim confiante. O mal que causei, as desconfianças que tive foram pelo simples motivo de não acreditar em mim mesmo e na minha capacidade antes. Agora eu acredito e sinto que voltei a ser que eu sempre fui, mas que perdi no meio da estrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bon voyage.&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4964822521744049797?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4964822521744049797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4964822521744049797' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4964822521744049797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4964822521744049797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/limites-do-acreditar.html' title='Limites do acreditar.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-925117736276654358</id><published>2010-09-24T06:13:00.001-07:00</published><updated>2010-09-24T06:16:31.245-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><title type='text'>Fim, começo e recomeço.</title><content type='html'>Passo por uma fase de adaptação. Não consigo compreender o porquê das mudanças, mas creio que elas sejam mesmo necessárias. É chegada a hora de aprender a lidar com o novo, com o desconhecido, com tudo aquilo que antes era apenas imaginação e ilusão de uma mente fértil.&lt;br /&gt;Segui ao pé da letra a expressão que eu mesmo disse tempos atrás. A de que "cada passo adiante que damos, deixamos coisas valiosas pelo caminho". Um mal impressindível para quem precisa se evoluir, se conhecer. O mal que faz constatar que a vida é um conjunto feito por vários ciclos, onde sempre há o início, o meio, o fim e o recomeço. Porquê é quando buscamos as respostas das perguntas antigas é que descobrimos mais enigmas para desvendar. Quando saciamos nossa sede do saber é quando a excitação de conhecer mais do desconhecido nos cerca. É quando a vingança pulsa forte, a satisfação grita e o futuro vira presente.&lt;br /&gt;Hoje, pude presenciar o fim de mais um ciclo. Conquistei respostas que há muito desejei, responder à perguntas que nunca foram feitas até então e entender o porquê que "os fins sempre justificam os meios". Lamento os erros que cometi, mas não me arrependo deles. Fico feliz por ter feito sempre as coisas que eu achei que era correto, ao invés de agir única e exclusivamente como o meu coração e minha mente pensava.&lt;br /&gt;É preciso prudencia pra ser louco. Não podemos agir insanamente. Porque tudo o que fazemos hoje, no recomeço, pode fazer toda a diferença e interferir no êxito. Entretanto, me conforta saber que enquanto a morte não chega, os ciclos vão se iniciar, desenrolar e se encerrar, trazendo sempre as respostas e os objetivos.&lt;br /&gt;Posso dizer que, diante de um novo começo, pude perceber que cumpri com muitos objetivos que tracei. Alguns não como exatamente planejava, outros de forma melhor daquela que eu imaginei. Deixei de concluir muitas coisas, mas nada que me faça falta agora. Pois o que passou passou e que venham os novos desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-925117736276654358?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/925117736276654358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=925117736276654358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/925117736276654358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/925117736276654358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/fim-comeco-e-recomeco.html' title='Fim, começo e recomeço.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-208652696827758695</id><published>2010-09-20T21:26:00.003-07:00</published><updated>2010-09-24T14:19:26.606-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Variáveis e constantes.</title><content type='html'>Repentinamente, tudo torna-se escuridão. Meus olhos vendados pelas trevas numa trilha de destino fazem-me tatear o corrimão cortante daquela escada em que para cada degrau que subo, mais longe fica o topo. A luz da lanterna que me guiava agora se apagou. Resta agora somente eu e meus sonhos decadentes. Tentativas frustradas de construir um futuro, participar do futuro de alguém e cumprir algumas promessas. &lt;br /&gt;Promessas não são somente aquelas em que vêm antecedidas pelo "eu prometo" ou "eu juro". Fazemos promessas diárias com todos quando, simplesmente, damos nossa palavra e exigimos confiança. Quem não tem consciência disso, acaba tropeçando na própria capa de soberba e deixando um punhado de coisas para trás por não assumir responsabilidades. Ser responsável por alguém é prometer cuidados. Cuidar é prometer carinho. Assim por diante.&lt;br /&gt;Houve o tempo em que eu desisti de fazer promessas. Cheguei a acreditar, inclusive, que elas são desnecessárias em nossas vidas e que sem elas viveríamos melhor. Doce engano. Sorte minha que ainda sou uma variável. O orgulho faz das pessoas uma constante. Eu já fui uma constante inflexível, como muitas pessoas que me rodeam atualmente. Como essas pessoas que sobem pela mesma escada que eu e que, a cada passo, deixa pelo chão desejos, vontades, tudo. Mesmo sangrando, não são capazes de tentar salvar aquelas coisas que realmente importam.&lt;br /&gt;Penso nas pessoas que são regidas pelo orgulho severo e imponente. Pobres seres que sempre ao dormir pensam em tudo aquilo que gostaria de ter ou de recuperar, mas ainda sim não se esforçam. Preferem esperar que o prêmio venha fácil e acredita que aguentar a espera faça um sofrimento melhor do que buscar as respostas e encontrar a frustração e a derrota. &lt;br /&gt;Sou um derrotado, confesso. Opto sempre por sacrificar o meu esgotado orgulho e lutar um pouco mais para segurar em minhas mãos tudo aquilo que desejo. Ora ou outra eu deixo cair algo e, quando tento recuperar, acabo deixando cair mais e mais coisas importantes. Mas porque não descer alguns degraus e tatear também o chão para, quem sabe, reencontrar minhas coisas queridas? &lt;br /&gt;Prometi ser mais sensato, menos eloquente. Prometi sempre ser sincero e nunca omitir nada. Prometi amar para sempre. Prometi fazer sempre o possível para ajudar as pessoas. Prometi ser menos frio e rígido. Nenhuma dessas promessas eu disse que prometeria, no entanto. Algumas eu cumpro, outras já deixei há tempos. Por mais que não quisesse, sempre prometi algo para alguém ou para mim mesmo. Uns podem chamar de metas, outros de objetivos. No final, contudo, tudo será fruto de um mesmo denominador. Variáveis de uma mesma constante, numa tentativa frustrada de ludibriar a verdade.&lt;br /&gt;Os dotados de orgulho não admitem, mas podem ser as menores e mais fracas pessoas que conheço. Promessas foram feitas para serem cumpridas e para não serem cumpridas também, pois quando deixamos de conseguir algo, tornamos-nos mais fortes e melhores. O orgulho mais nobre é ter a humildade de admitir que não foi capaz de ser quem "prometeu" ser, ou de voltar atrás de uma decisão. Nada volta a ser como antes, mas quando nos redimimos, nos comprometemos a não pecar nos mesmos pontos. &lt;br /&gt;Se desculpar, se redimir ou retroceder é um passo importante na subida dessa escada sinuosa, mesmo que esse passo seja para o degrau abaixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-208652696827758695?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/208652696827758695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=208652696827758695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/208652696827758695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/208652696827758695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/variaveis-e-constantes.html' title='Variáveis e constantes.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3747585972502134177</id><published>2010-09-16T17:43:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T06:36:56.851-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Antes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Mais um mês.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://viajeabarcelona.files.wordpress.com/2009/03/the_persistence_of_memory_1931_salvador_dali.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" qx="true" src="http://viajeabarcelona.files.wordpress.com/2009/03/the_persistence_of_memory_1931_salvador_dali.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O tempo é complicado de entender. A relatividade foi descrita com ele, mas nem o cientista tem a exata noção do quanto ele pode ser perturbador na vida de um poeta. Se imaginação vale mais do que conhecimento, quem escreve deixa de lado ambos e passa a valer somente aquilo que está dentro do peito. Os segundos são os batimentos cardíacos, os ponteiros são as artérias e veias. O despertador é a dose de adrenalina injetada e toda a perturbação que contagia o corpo a cada passo e olhar daquela que sentimos saudades de ver. E a saudade é, ao mesmo tempo, a pilha que move tudo e a ausência dela que faz o relógio "morrer". E em meio a tantas certezas e incertezas, os paradoxos são infinitos, mas que, como tudo, sempre tem um final. &lt;br /&gt;Ao mesmo tempo que durou uma eternidade, esses últimos trinta dias passaram como um carro da Nascar. Enquanto muito aprendi nesse último período, de nada ainda continuo a saber. Assim como caminhei com passos largos, não saí do lugar. Lembrando sempre tudo aquilo que fiz questão de esquecer à cinco minutos atrás e que esquecerei nos próximos cinco, pra lembrar daqui a dez e seguir a minha vida.&lt;br /&gt;Não sei como se faz pra apagar aquilo que está tatuado na pele. Não sei como se consegue mentir para nosso interior e nos convencer de que "o que passou, passou". De que adianta encerrar ciclos se eles ainda estão presos dentro de nós com amarras grossas e cadiados gigantes? Há coisas que, por mais que tentamos com todas as nossas forças, não conseguimos apagar.&lt;br /&gt;Em meio de acertos e tantos "erros", muitos dos quais anseio descobrir, busco, ao menos, uma plenitude temporária. Busco conhecer o meu interior e tentar desvendar em mim um lado pecador e, também, misericordioso. Se sofremos por acreditar que não há perdão para certos atos e atitudes, porque não nos perdoamos primeiro? Ou porque não buscamos o perdão?&lt;br /&gt;Talvez haja ainda muito para a evolução da humanidade. Aprender que o orgulho nem sempre é necessário e que quando abrimos mão de algo, não só deixamos de ver o fim, mas também de fazer parte dele. Perder é e sempre será melhor do que desistir. O essencial é e sempre será invisível aos olhos. Palavras jamais valerão mais do que sentimentos. &lt;br /&gt;Logo, se um dia eu puder ver mais uma vez aquele par de olhos, mesmo tristes, mesmo cansados, eu descobrirei o que há diverdade dentro da janela de sua alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3747585972502134177?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3747585972502134177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3747585972502134177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3747585972502134177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3747585972502134177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/mais-um-mes.html' title='Mais um mês.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2205854349475644736</id><published>2010-09-10T11:08:00.000-07:00</published><updated>2010-09-10T12:50:43.661-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>Além das sete cores.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.pousadapeter.com.br/820.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="114" ox="true" src="http://www.pousadapeter.com.br/820.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A subida não parece tão íngreme de dentro do carro. Serpenteando rapida e intensamente entre floresta e casas bonitas, alço o vôo em direção ao topo, ao pico do céu. Busco aquele ar que não consigo inspirar ao nível do mar, cercado de prédios e poluição. Não há nada acima, além do céu. Abaixo do morro, os prédios parecem como os daquele brinquedo que costumava montar casas em minha infância. Entrando na pequena xácara, meu copo é a última esperança de paz. Os amigos foram os que Deus me consedera alí, na hora. Aceitaram de braços abertos um desconhecido, portando apenas seu violão e sua inviolável sabedoria e tristeza. &lt;br /&gt;A magnífica vista é algo indiscutívelmente indescritível. Quando perguntado se preferiria uma paisagem de sol, arco-íris e mar, eu respondi que não trocaria paisagem nenhuma por aquelas que minhas retinas captavam naquele momento.&amp;nbsp; Uma paisagem praiana é repetitiva. Logo, nos faz pensar sempre naquelas coisas que não queremos. Observe, agora, toda essa infinidade de informações! Prédios de todas as formas e tamanhos diferentes, com cores diferentes. Olhe ao fundo a baía, com uma ponte sepadando-me de onde estou e de onde eu moro. Árvores e catedráis. Carros e aviões. A diversidade é tamanha que não me deixa pensar em nada. Apenas observar e conseguir destinguir o maior número de formas possíveis.&amp;nbsp;Não me deixa pensar no quanto o&amp;nbsp;prefíxo ex- ainda me dói quando falo, mas infelizmente, tenho que dizê-lo.&amp;nbsp;Não me deixa pegar o baseado que está aceso, pois minha vez é e será sempre a próxima. Não me deixa ver&amp;nbsp;o quanto de solidão e cáus há dentro de minh'alma e coração.&amp;nbsp;Tudo. Nada me consome enquanto meus olhos ainda estiverem abertos observando tudo aquilo.&lt;br /&gt;Pouco a pouco, um a um, meus novos amigos se retiram da varanda. Restou apenas eu e todo o meu universo, que aprendi a gostar mais do que aquele velho arco-íris que eu já quis dar de presente para alguém ex-pecial. =(&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rápido, porém intenso.&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2205854349475644736?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2205854349475644736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2205854349475644736' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2205854349475644736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2205854349475644736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/alem-das-sete-cores.html' title='Além das sete cores.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2030717057312630570</id><published>2010-09-07T08:35:00.000-07:00</published><updated>2010-09-07T08:35:54.898-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Partir e repartir.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.mochilaosemfronteiras.com/wp-content/gallery/jujuy-a/viagem_aduana_mochilao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="153" src="http://www.mochilaosemfronteiras.com/wp-content/gallery/jujuy-a/viagem_aduana_mochilao.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sou imaturo para tratar-me como adulto e, ao mesmo tempo, antiquário o suficiente para não me sentir jovem. Sou o que divide os loucos dos sãos. A fronteira entre o heroísmo e a covardia, entre a coragem e o medo, entre o existir e não existir. O copo vazio, o cofre quebrado, a carta aberta e lida. Não sou Raul, mas sou meu próprio fim, início e meio. Sou meu próprio meio de locomoção, minha visão e audição. Sou punk, erudito e popular. Uso ouro, prata e brincos baratos. Escrevo visões, sentimentos e imaginação.&lt;br /&gt;Até hoje ainda não descobri se alguém é capaz de me entender. Sou tão claro como a luz do sol, tão misterioso quanto a lua e tão complexo quanto o &lt;i&gt;big bang&lt;/i&gt;. Minha flexibilidade é a de ser inflexível quanto aos meus próprios costumes. Minha mudança é nunca deixar de ser quem eu sempre fui, mesmo tendo dentro de mim milhares "eus" diferentes. Seja lírico ou psdeudônimos, sempre haverá uma caracteristica única. &lt;br /&gt;Minha face é e sempre será meu legado. A cabeça erguida será a minha lei. Necessito renovar meus velhos costumes e novamente voltar a acreditar no que o Mago disse. Há de ser tudo da lei quando fazemos o que queremos, desde que façamos possuídos do amor mais puro, rico e verdadeiro por qualquer se sejam nossos ideais e objetivos. É quando agimos seguros e gostamos de nossas atitudes que tudo tomará sentido.&lt;br /&gt;Não adoto banalidade em minhas palavras e costumes. Não minto naquilo que escrevo, como um genuíno poeta, pois estes instantes em que me deparo com papel e caneta é quando entro em contato com minh'alma e todos os seus anseios. Encaro vitórias como reconhecimento de meus talentos e esforços. Derrotas, confesso que nem sempre trato como aprendizado, mas acabo aprendendo mais a viver e conviver com outras pessoas a cada tombo que tomo. Assim como uma criança que chora ao cair da bicicleta, mas que se levanta e não deixa de tentar novamente, eu aprimoro os meus conhecimentos.&lt;br /&gt;Se digo que gosto, é porque gosto de verdade. Se digo que tenho fé, é porque ela mora dentro de mim. Quando digo que não me importo, é porque de fato não há significado. Não gasto desnecessáriamente os meus "eu te amo" e os verdadeiros amigos em que posso contar, mesmo sabendo que sempre serei sozinho no mundo, são diversos. Não me apego ao impossível ou improvável, assim como desconfio do fácil. Acredito que, para algo valer a pena realmente, a balança deve sempre estar equilibrada com os prós e os contras.&lt;br /&gt;Sou permanentemente mutável. Contemporâneo, Barroco e Romântico. Sou minhas próprias armas, minhas próprias pernas e asas. As grades da minha gaiola se chama atmosfera e a partida é a minha maior necessidade. O que há além do horizonte eu posso não saber. O que se esconde ao fim da ponte, quais os valores de alguém. Para cada vez que coloco-me na estrada, deixo um pouco de mim em cada lugar em que passei. Quando parto é quando me reparto em migalhas guardadas como o mais precioso diamante. Todos se lembrarão de mim e eu me lembrarei de todos aqueles que me cativaram. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bon Voyage&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2030717057312630570?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2030717057312630570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2030717057312630570' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2030717057312630570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2030717057312630570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/partir-e-repartir.html' title='Partir e repartir.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-777468439899321601</id><published>2010-09-05T08:42:00.000-07:00</published><updated>2010-09-05T09:46:45.130-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>Túnel do tempo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm3.static.flickr.com/2225/2213492953_22550fd8b8.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://farm3.static.flickr.com/2225/2213492953_22550fd8b8.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Fora um sonho tão belo! Completamente diferente dos pesadelos aterrorizantes que me atormentaram nas noites anteriores. Pareceu-me tão real o sol quente em pleno inverno, o céu limpo, infinitamente azul e enrubrescido em suas bordas por um poente do tamanho da palma de minhas mãos. Meus olhos estavam realmente abertos e o sonho não fora deitado em minha cama, como de costume. &lt;br /&gt;Meu corpo, necessitado de movimento constante, tomou domínio e posse de suas próprias pernas e partiu caminhando em direção ao nada. Saiu em busca, novamente, do seu universo infinito que procura dentro de suas próprias frases soltas em um caderno onde só escreve-se vestígios românticos do que já fora um coração. Algo que é tão visível como o vento, mas tão perceptível quanto.&lt;br /&gt;A ferida funda deixa a cicatriz. A verdade não dita corrói a alma. Viver sem desfrutar da vida é o mesmo que passar despercebido pela Terra. Ver aquilo que se tem apreço afastar-se de nós como uma frecha atirada do arco negro de Thomas é como ser atingido pela mesma frecha bem no centro do peito. E com o sangue derramado pela esfera da existência que guardamos dentro de nós, se vai cada elixir de alma que ainda resta, mesmo após tantos consecutivos golpes e perfurações. &lt;br /&gt;Pobre alma, mente, coração partido e olhos criam esse conjunto. Pernas firmes e enfeitiçada com uma "berserk spell" rumam para o oeste. Leva consigo a pesada bagagem de desilusões, perdas e inidiferença. A armadura, pele enferrujada e remendada após tantos cortes, segue trajando-me firme. Meio pano de fino linho das florestas, e ferro das minas, corpo este é metade de nobre cavaleiro, e outra apenas mais um soldado. &lt;br /&gt;Fora um sonho tão belo! Parecia imaginação, mas era real. Meus sapatos descalçados eu carrego em uma das mãos, enquanto meus pés afofam a areia recém tocada pelo mar. A realidade dói, mas é bela e intensa, mesmo assim. Viagens e mais viagens dou a cada passo à diante. O vento trás o aroma das migalhas de frases e poesias perdidas em meu caderno de antigas realidades e novas ilusões. A última frase de um livro não é, necessáriamente, o fim de uma história. O fim talvez virá, como a alvorada do amanhã, ou talvez já se fora, como o poente que não mais enrubresce as bordas do céu azul como o oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-777468439899321601?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/777468439899321601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=777468439899321601' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/777468439899321601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/777468439899321601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/09/tunel-do-tempo.html' title='Túnel do tempo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm3.static.flickr.com/2225/2213492953_22550fd8b8_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5675291239015071841</id><published>2010-08-30T03:21:00.001-07:00</published><updated>2010-08-30T03:23:51.697-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>Incompleto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://colunas.epoca.globo.com/animal/files/2008/05/blog_tartaruga.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://colunas.epoca.globo.com/animal/files/2008/05/blog_tartaruga.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Será que há redenção para os seres de coração puro? Será que há recompensas por fazer coerencia de razão com coração? Será que há gratificações para os justos, sinceros e verdadeiros? Para aqueles que chegam à beira da ingenuidade somente para proteger a integridade do próximo? E para os que renegam os instintos e agem de maneira racional? &lt;br /&gt;Sinceramente, conforme os dias passam, a vontade de ser uma pessoa moral diminui cada vez mais. Vendo que os outros usam clausulas para justificar a falta de respeito, burlar algo que me parece inflexivel tem sido a única a enxergar nesse mundo de sombras, medo e desconfiança. A trapaça é o caminho mais curto para o sucesso. A mentira e a omissão confortam e fazem de nós aquilo que não somos. &lt;br /&gt;Não existe um padrão do que é errado e do que é certo. Ninguém pode tomar decisões por mim ou achar que me esconder um segredo que me afetaria diretamente resolve todos os problemas. Caráter não é preservar. Preservar não é proteger, mais sim mostrar o que é a vida de verdade e tudo é feito contra nós têm os prós e os contras que fazem o equilibrio da balança. Não posso convencer a ningém deixar de ser o que se é por pena. Não posso permitir que sintam pena de mim por fazer algo que me desagradaria. Assim como não posso usar argumentos duvidosos para fadar uma certeza. &lt;br /&gt;Lealdade não significa não magoar. O verdadeiro significado é nunca falhar com a honestidade da palavra, nunca deixar de participar e aconselhar, mesmo não se considerando a melhor pessoa para aquilo naquele momento. Não existe no mundo dor maior do que sentimos quando tudo está em silêncio. O mundo, além de envolto às névoas, agora é mudo. Não acende a luz do sol, não diz o barulho do mar, da cachoeira. &lt;br /&gt;Por mais que a insanidade e a fúria tome conta de nós ao receber uma notícia ruim e inesperada, um tapa dado na cara seguido de um pedido de desculpas vale muito mais do que um olhar vazio te encarando, sabendo que têm muitas coisas pra falar, mas que, mesmo assim, adota o discurso das tartarugas. Escondem-se em seus cascos temendo o perigo. Escondem-se dentre os próprios pensamentos e vontades contidas, pelo simples fato de achar que está preservando o próximo. &lt;br /&gt;Se haverá redenção para mim um dia, sinceramente não sei. Se me transformarei nessa tartaruga preservadora, também não sei. O que posso garantir é que não mudarei por nada e nem por ninguém. Descobri que tentar mudar pelas pessoas é uma grande perda de tempo. Depois elas se vão e as mudanças ficam. Sempre, então, que você se olha no espelho, se depara com alguém que não sente mais o menor prazer em ver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5675291239015071841?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5675291239015071841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5675291239015071841' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5675291239015071841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5675291239015071841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/incompleto.html' title='Incompleto'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1695617623069496358</id><published>2010-08-29T20:58:00.000-07:00</published><updated>2010-08-30T03:25:41.062-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>A dança do anjo e das serpentes.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://ericltkong.files.wordpress.com/2008/04/when-angels-and-serpents-dance.jpg?w=288&amp;amp;h=288" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://ericltkong.files.wordpress.com/2008/04/when-angels-and-serpents-dance.jpg?w=288&amp;amp;h=288" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sinto o cheiro do sangue da discórdia e desconfiança. Aqueles que hoje estão conosco podem tornar-se inimigos mortais. Os fatos são esses. O caminho é único para cada pessoa. Tendemos a fazer aquilo que queremos e sentimos, individualmente. Nada de pensar no próximo, no coletivo, no que é melhor para aqueles que nos cercam e que temos afeto. A vontade carnal supera o brilho intenso de uma amizade talvez inabalável. Sangram os olhos, sujam as mãos e o dever é cumprido. Nada de se perder boas oportunidades, mesmo que para isso, o coração de alguém seja dilacerado.&lt;br /&gt;Contar segredos é alar as serpentes e aliar nossa pureza fadada sempre ao fracasso com decepção, sofrimento e ingenuidade. Ainda há crianças dentro de cada um de nós. Acontece que, cada dia mais, essas crianças morrem prematuramente, assassinadas pelo monstro, pelo vírus que consome e infecta cada um através da mídia, da má convivência e da sede da vingança. &lt;br /&gt;Troquei as vendas nos olhos pela cegueira permanente. Furei meus olhos para não ver o mundo definhando em minha frente e eu não poder fazer nada para salvá-lo. O mundo pelo qual eu não fiz nada contra e mesmo assim me ataca com verocidade. O mesmo mundo em que vivo é o qual faz questão de me prender, escravizar. &lt;br /&gt;E são tantas mágoas que também não consigo mais sentir nada. Não choro, não sinto felicidade. Esperando apenas a paz de espírito, entro em conflito com meu interior e exterior a cada instante. A mesma mente que trabalha initerruptamente, vive momentos ociosos. Só consigo pensar em não pensar em nada. Só consigo ver rostos de siluetas e ouvir vozes uniformes. O ar que eu respiro não há cheiro que não seja o da desconfiança daqueles que já me ofereceram seus melhores perfumes.&lt;br /&gt;Não há certeza de nada daquilo que guardo em minha mente. Um dia essas certezas virão. Mas enquanto espero-as, preocupo-me em me preparar sempre para o pior e mais sangrento combate que terei contra a vida e contra os meus ideais. Um dia de cada vez. Estudando todos ao meu redor, sem exceção. A serpente pode despertar de dentro de qualquer um. Principalmente daqueles que sabem o meus pontos fracos.&lt;br /&gt;Tenho dançado conforme à música. Lenta, fúnebre e sonolenta. Sou agora o reflexo do espelho, não mais o corpo diante dele. Aprendendo a falar menos, observar mais. Aprendendo a combater as serpentes com armas selestiais. Preparando-me para as consequencias. E por falar em preparar, não importa o quanto estamos prontos, sempre estamos sujeitos à surpresas. E a certeza de que me surpeenderei com meu futuro é a única coisa que eu posso garantir no momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1695617623069496358?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1695617623069496358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1695617623069496358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1695617623069496358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1695617623069496358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/danca-do-anjo-e-das-serpentes.html' title='A dança do anjo e das serpentes.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-5335893311072478774</id><published>2010-08-26T07:54:00.000-07:00</published><updated>2010-08-26T07:55:41.788-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>Novas diretrizes para tempos de paz.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://ofuxico.terra.com.br/admin/smarty/templates/img_upload/2009/08/Filme%20Tempos%20de%20Paz%20(3)G.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" ox="true" src="http://ofuxico.terra.com.br/admin/smarty/templates/img_upload/2009/08/Filme%20Tempos%20de%20Paz%20(3)G.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não há um ser humano sequer em nosso planeta que não já tenha perdido a calma, a serenidade e a razão. Não existe pessoa que não tenha sofrido, chorado, se machucado. Também não há quem nunca feriu e&amp;nbsp;fez sofrer. Somos todos um punhado de bem e de mal que, diluído aos nossos sentimentos, transformam-se em uma vitamina de idéias, ações e consequencias. &lt;br /&gt;Somente depois que tudo passa, ou praticamente tudo, percebemos o quanto de errado e de certo fizemos em determinadas ocasiões. Aprendemos a entender a parte que está dentro de nós e criamos paciência para esperar a outra parte do entendimento, que está espalhada por todo o resto do mundo. As suposições tornam-se escassas, a mente começa a buscar novos objetivos,&amp;nbsp;o corpo passa, lentamente, a descansar em paz todas as noites.&lt;br /&gt;Numa busca voraz pela felicidade, esquecemos-nos de que ela nunca durou e nem nunca vai durar para sempre. Momentos felizes existem, tristes também. Mas podemos viver momentos tristes ou felizes em paz. Essa sim deveria ser a verdadeira busca. A pela plenitude do espírito e a da coragem de brigar pela trégua dos conflitos internos e externos. &lt;br /&gt;Lamentamos, muitas vezes, por estarmos em certas situações. Entretanto, não há ninguém suficientemente forte para nos manipular e nos fazer afundar. Estamos onde estamos por sermos o que somos. Somos o que somos porque queremos ser. A vida é uma moeda. Em qualquer escolha, sempre haverão duas faces, dois caminhos, o bom e o ruim, o dia e a noite, o cara e a coroa, o maior paradoxo que a vida já pode nos dar. Quando nossas escolhas caem com a face para o desconhecido, sentimos medo por perder a aposta. E quando há uma sequência de perdas, a mente torna-se frágil, carente e tudo o que acontecer de ruim pode acabar por parecer ser a pior coisa que já nos aconteceu. &lt;br /&gt;Aprende melhor quem aprende errando. Vence melhor quem sabe como é perder. Por isso que o melhor nem sempre é aquele que vence sempre. A dor da perda nos deixa mais virís. O arrependimento dos erros nos fazem compreendê-los melhor e não repetí-los. &lt;br /&gt;Como me disse uma sábia, certa vez, "Se queremos algo, que seja na subida, pois as decidas são fáceis demais, rápidas demais"&lt;br /&gt;Sempre só daremos valor àquelas coisas que são difíceis de se conseguir. Foi assim, é assim e sempre será assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-5335893311072478774?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/5335893311072478774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=5335893311072478774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5335893311072478774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/5335893311072478774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/novas-diretrizes-para-tempos-de-paz.html' title='Novas diretrizes para tempos de paz.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-6886992644941793132</id><published>2010-08-23T06:39:00.000-07:00</published><updated>2010-08-23T06:40:09.503-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>Entre a capacidade e as feridas.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://luzagas.blog.uol.com.br/images/ESAB___Universo_Digital.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" src="http://luzagas.blog.uol.com.br/images/ESAB___Universo_Digital.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Achei que estava calejado de desilusões. Outrora havia julgado que senti todo o sofrimento possível e que jamais tornaria a tê-lo. Nunca mais senti aquele sofrimento de antes, mas a dor agora é pior e mais intensa. Ultrapassa todos os limites que o corpo pode suportar. Nunca antes pus a mão no peito e o massageei, tentando inutilmente amenizar a dor. Nunca antes sonhei tanto com uma mesma pessoa, lembranças boas, ruins, e coisas que não aconteceram mas que gostaria ou não que acontecesse. &lt;br /&gt;Achei que estava maduro e adulto o suficiente para encarar a vida e todas as suas desilusões. Outrora havia pensado que um raio não caia duas vezes no mesmo lugar. E, de fato, ele não cai. Fui atingido no fundo da alma com uma atitude que, mesmo esperando que aconteceria mais cedo ou mais tarde, não pensei que seria justo naquele momento em que eu carregava toneladas de novos planos e propostas. Cegou meus olhos de tal forma, que não consegui raciocinar numa saída lúcida para tal situação, permiti, então, que meus instintos e mecanismos de defesa agissem por sí só. Sofri mais, me machuquei ainda mais, por não dizer, fazer e agir da forma com que eu realmente gostaria. &lt;br /&gt;Achei que era capaz de controlar a minha mente em toda e qualquer ocasião. Outrora havia determinado a mim mesmo não conhecer o que era a felicidade, o amor. E esses sentimentos eu descobri que só existiram enquanto acreditava neles. O que vejo agora não é amor ou felicidade. É algo que não tem nome, denominação. É algo que te leva do céu ao inferno com somente um único passo, que nos faz a melhor e a pior pessoa ao mesmo tempo, que nos faz assumir a culpa e a responsabilidade de tudo, mesmo sabendo que não é essa a verdadeira realidade. É algo que não se pode lutar contra, mesmo quando o fim chega. É um sentimento que não se pode simplesmente jogar no lixo, porque ele é auto suficiente e se regenera dentro de nós sempre que tentamos excluí-lo. Talvez se ele deixar de ser alimentado possa morrer um dia. Mas deixá-lo morrer faz sofrer tanto quanto mantê-lo vivo. &lt;br /&gt;Achei que conhecia os segredos e armadilhas da vida. Outrora havia constatado mudanças dentro de mim e um amadurecimento quanto aos sentimentos. Realmente eu amadureci. Criei coragem para seguir em frente e arriscar algo maior, verdadeiramente puro e sincero. Acreditei que encontraria a paz ao observar um sorriso, a liberdade ao me fundir e me prender em outro corpo. Realmente mudei de opinião. Agora eu tenho certeza de que não haverá sentimento maior, mais puro, mais forte e que me entristeça tanto. Posso até encontrar alguém que seja capaz de me proporcionar sentimento maior. Entretanto, eu já guardo dentro de mim o infinito do infinito. Não há mais lugar para nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-6886992644941793132?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/6886992644941793132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=6886992644941793132' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6886992644941793132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/6886992644941793132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/entre-capacidade-e-as-feridas.html' title='Entre a capacidade e as feridas.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-3500529303641247755</id><published>2010-08-23T05:35:00.001-07:00</published><updated>2010-08-23T05:43:19.624-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><title type='text'>Colcha de retalhos.</title><content type='html'>Peguei minhas coisas e joguei-as dentro da mochila suja. Queria ir embora, precisava ir embora. Não deveria, não gostaria e não agüentaria ficar para presenciar o fim de tudo. Da varanda, um alguém de olhos distantes e chorosos observava a triste cena. Lá se ia o barquinho de papel ao encontro do mar. Partindo solitário, em direção ao imenso mar de gente. Toda aquela nossa magia se acabou. A casa ficou pequena e apertada demais para nós dois. Talvez eu não quisesse ir, é verdade. Mas você é capaz de me esperar voltar? É capaz de cuidar de si mesma, enquanto eu encontro respostas? É capaz de compreender que eu parto pra ter certeza de que você é mesmo tudo aquilo que me faltava? Ouvi dizer, certa vez, que os dispostos se atraem, não os opostos.&lt;br /&gt;Isso não é uma carta de amor, não é. São pensamentos soltos que vieram agora em minha cabeça, como um trovão corta o céu tempestuoso. Quero que tente entender o que nem eu entendo. Não sou um sujeito normal, você sabe muito bem. Faço as coisas que me vem em mente, digo-as sem o menor resguardo. Sempre fui assim. Posso não agüentar viver sem sua presença, sem seus carinhos, mas preciso de um tempo livre de suas maluquices, caretices.&lt;br /&gt;Aonde quer que eu vá, saiba que estará sempre presa dentro de mim. Meus sonhos vão te buscar todas as noites, para caminharmos num jardim florido e perfumado. Levarei-te no olhar, para qualquer lugar, por todos os dias, até a minha volta.&lt;br /&gt;Nessa viagem, aprenderei a dançar tango, limparei o metrô, andarei pela Bahia. Pretendo ficar rico, voltar e te levar pra outro lugar, além do sol, além do mar. Apesar de tudo, dentre todas as mulheres que tive você foi diferente, com você foi de primeira. Fiquei sem chão, sem ar, quando te vi pela primeira vez. Sabe muito bem disso. Se quiser saber pra onde eu vou, te digo: Olhe para o sol em um dia de céu azul. É pra lá que eu estou indo. Caso não tenha compreendido tudo o que eu quis demonstrar com esse bilhete, eu digo apenas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;br /&gt;(05/02/2010)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-3500529303641247755?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/3500529303641247755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=3500529303641247755' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3500529303641247755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/3500529303641247755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/colcha-de-retalhos.html' title='Colcha de retalhos.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4542797897974587703</id><published>2010-08-21T10:10:00.000-07:00</published><updated>2010-08-21T10:10:19.583-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mal do século.'/><title type='text'>Luz no fim do banho.</title><content type='html'>São tantas palavras, tantas frases, tantas opiniões, dúvidas, sugestões da verdade, que me perco em cada parágrafo de pensamentos. A torrente de água gelada em minha cabeça só faz misturar ainda mais as idéias e desconfiar mais do futuro triste e fatal. Não me faz acordar da embriaguez do dia anterior, não me faz lembrar de nada, também não me faz esquecer coisas que gostaria muito, se pudesse. &lt;br /&gt;Uma lacuna gigantesta ainda está por preencher. Páginas e páginas de um livro com uma história tão intensa, mas que um bom pedaço simplesmente deixou de ser escrito, ou se foi escrito, deixou de ser publicado. O chuveiro ligado e derramando sobre a minha face a bênção e a dádiva da vida, não vem consigo esclarecimentos. Não tras de volta, também, o estado sóbreo do meu corpo, após shots de vodka pura da noite que se passou. &lt;br /&gt;Assim como a água já derramada, tudo em nossas vidas passa. E se o banho leva embora as impurezas, a vida também nos leva coisas que julgamos impressindíveis. Ela nos prega peças, nos surpeende e nos faz perder e ganhar a todo instante. Estou limpo. Limpo de felicidade, de harmonia, de amor, de misericórdia. A vida, em mais uma de suas surpresas, me esvaiu desses sentimentos. Por vezes me conformo, em outras sinto raiva, ou até tento ignorar. Mas não é fácil ignorar ou se conformar com um espaço enorme vazio dentro de sí. Não é fácil lidar com a perda, com a derrota, com a pena. &lt;br /&gt;Tenho consciencia de que, pouco a pouco, esse espaço será preenchido com diversas outras pequenas coisas. Oque me pergunto, entretanto, é se eu serei mesmo capaz um dia de preencher novamente esse espaço, tentar escrever alguma coisa nas páginas em branco do livro. Sofrimento como esse que sinto agora eu não desejo a ninguém, nem a mim mesmo, numa próxima vez. &lt;br /&gt;Há peças que acabamos perdendo, mas essas são únicas e insubstituíveis. Não haverá peça ou frase que se encaixe com perfeição. A mesma gota d'água não toca duas vezes a nossa pele. Não nos faz lembrar, mas não nos faz esquecer. A vida não nos tira nada, nem nos dá. Mostra apenas os caminhos pelos quais devemos percorrer, ou que somos obrigados a percorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4542797897974587703?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4542797897974587703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4542797897974587703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4542797897974587703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4542797897974587703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/luz-no-fim-do-banho.html' title='Luz no fim do banho.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1609890239838729289</id><published>2010-08-20T10:10:00.000-07:00</published><updated>2010-08-20T10:48:20.626-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Olhos fechados e mente vazia.</title><content type='html'>É preciso um coração para escrever um bom texto, como dizem todos os poetas. É preciso sentimentos, tantos bons quanto ruins. É preciso um plantel bom de palavras, um pouco de imaginação e sensatez, mesmo que, no fim só reste frases insensatas. É necessário uma dose forte de bebida, certas vezes. Para poder fazer renascer aquelas sensações cujas não queremos recordar enquanto estamos sóbreos e conscientes. É preciso entender que há coisas que não se explicam e, por mais que remamos contra a maré, tudo tem um início, meio e final. &lt;br /&gt;Não sairá, desta vez, qualquer texto bonito de minhas palavras reunidas. No local onde estivera um coração um dia, agora&amp;nbsp;há só um músculo que bombeia o sangue para o resto do corpo. A dor é tamanha, que chegou a me adormecer e me anestesiar. Meu veneno é a minha própria cura. Não consigo chorar, tão pouco sorrir. Sou um especrto vagando pelas ruas, assustando a todos com minha frieza e indiferença. E, quando tentam aproximarem-se de mim, não trato mal, mas também não trato bem. Não consigo mais diferenciar os rostos das pessoas, não consigo mais reconhecê-las, pois agora são todas iguais. &lt;br /&gt;Eu não sei mais o que digo para as pessoas, não tenho me importado mais. Depois de descobrir que buscar a felicidade é o mesmo que buscar a sinfonia ou a onda perfeita, constatei que também não seria infeliz. Há apenas momentos felizes e tristes, não há plenitude nesses dois extremos. Da mesma maneira que o passado eu guardo numa caixa dentro da minha mente, o futuro passa a não me interessar mais. Shakespeare me alertou, certa vez, "O terreno do amanhã é incerto demais para os planos. O futuro tem o costume de cair em meio ao vão". Não há o que acontecerá. O que aconteceu, já aconteceu. A única conjugação a ser usada nos verbos, tem que ser a primeira. Eu, no presente. É só assim que conseguimos descobrir a simplicidade das coisas, proporcionar momentos felizes a&amp;nbsp;nós e a todos ao&amp;nbsp;nosso redor.&lt;br /&gt;Não leve a mal, não sei o que eu estou escrevendo, não sei o que estou pensando. Acredito que nem esteja conseguindo pensar em nada que não seja qual será a próxima palavra inserida no meu bolo de babozeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1609890239838729289?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1609890239838729289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1609890239838729289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1609890239838729289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1609890239838729289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/e-preciso-um-coracao-para-escrever-um.html' title='Olhos fechados e mente vazia.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1547311606977216345</id><published>2010-08-17T05:29:00.001-07:00</published><updated>2010-08-17T05:29:22.994-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Ponto, parágrafo.</title><content type='html'>Diversas das pessoas ao meu redor, entre diversos elogios quanto a mim, chegam à um denominador no seguinte ponto: O meu talento natural e impressionante para a escrita. Por minha modestia até acho certo exagero da parte destes, ao falar que sou um fenômeno da escrita, quando simplesmente torno-a apenas um pouco mais fácil. Correto, admito que escrevo bem, mas não o suficientemente bem para ser rotulado com todos esses títulos que me cercam.&lt;br /&gt;Há dias em que acordo com ódio de tudo que escrevi no dia anterior. Dias em que eu vejo que não valeu a pena gastar o tempo, a tinta da caneta e a concentração com palavras que não surgem mais efeitos ou que não tem mais significância para certas pessoas. Então, em um acesso de fúria, rasgo todos os manuscritos e jogo-os no lixo. Quando conto o que faço com meus textos, os próximos a mim se assustam com tamanha incredibilidade. Tratam meus textos como jóias únicas, preciosas. Lamentam por não terem conseguido ler ao menos uma última vez. &lt;br /&gt;A vida também é assim. Há dias em que acordamos com ódio de tudo o que aconteceu no dia anterior e anseia por mudanças. Então, num acesso de fúria consciente, joga fora tudo aquilo que não mais quer e todos ao redor lamentam e dizem "Mas porque você acabou com algo que era tão lindo?". Na nossa passagem pelo mundo, ganhamos algumas coisas, perdemos outras e jogamos fora o resto. Quando eu escrevo, faço isso. Ganho alguns textos e os adapto em minha forma de escrita, dou alguns e outros jogo fora, sem dó, sem pena. &lt;br /&gt;Sinceramente, não sinto falta de nenhum deles. São só textos, são só palavras. Talvez hora ou outra bata a saudade de como era bom escrevê-los, de como eu escrevía-os. Talvez, somente isso. Entretanto, passam-se alguns dias e eu já até me esqueço da precisão com que usei aquelas palavras e é, então, chegado o verdadeiro fim. Tão simples como abrir a lixeira e jogar fora um papel amassado. &lt;br /&gt;Dia após dia, vivemos testando aquelas pessoas que estarão sempre conosco. Aqueles "textos" que jamais serão esquecido ou até emoldurados seus escritos originais. A perda na vida de certas coisas, certas pessoas, certas diretrizes é eminente. É o mundo girando e nós caminhando em sentido contrário para acelerar o processo. Não é retroceder, nem progredir. Simplesmente, viver. Simplesmente buscar a felicidade que é algo platônico, mas que não conseguimos sequer respirar sem ter o pensamento de que pode conseguir o seu lugar ao sol. As pessoas ao meu redor lamentam-se pelos textos perdidos, mas acreditam sempre que eu voltarei com aquele sorriso largo de sempre com um texto melhor e mais belo. É a superação. E se eu posso tornar os textos simples e melhorá-los cada vez mais, também posso fazer o mesmo com a minha própria vida. Se uma história bela eu perdi, fora jogada fora, não faz mal! Posso, com toda a certeza, rasgar o que sobrou, jogar no lixo e escrever outra história mais bela ainda. &lt;br /&gt;É assim que escrevo, é assim que pretendo viver. Ponto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1547311606977216345?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1547311606977216345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1547311606977216345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1547311606977216345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1547311606977216345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/ponto-paragrafo.html' title='Ponto, parágrafo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4687692768401054795</id><published>2010-08-13T07:45:00.000-07:00</published><updated>2010-08-13T07:46:17.177-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><title type='text'>Sarau para as paredes.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TGVafjQyVAI/AAAAAAAAAX0/Q3B_6LapUR8/s1600/Bahia.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://4.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TGVafjQyVAI/AAAAAAAAAX0/Q3B_6LapUR8/s200/Bahia.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O retrato retrata as frores do jardim. Um porta-retrato de uma vida marcada e retalhada de esperança e sonhos. Voe, fugindo de uma realidade que finge ser sonho.&lt;br /&gt;Sentindo a prosa poética, poesia genética e molecular, sinto-me possesso e possessivo de uma vida inteira. Vida esta, que me deixa sem chão, sem sono, sem ar, sem documento. O vento. Correntes invisíveis que me prendem no lugar de onde jamais deveria ter saído, mas que insistentemente penso em não mais ficar. Congelado como um refrigerante do bar ao lado do meu lar, de frente para a ponte, aonde, aonde mora a minha pequenina felicidade.&lt;br /&gt;Pra que muita idade e experiencia? Se o que importa é a descencia, a docura, a loucura e a jornada. Caminhando em busca de uma aventura que não tem fim nem meio, só inicio e o receio, de cair no primeiro que surgir. Pense em um ato covarde. Fugir? Talvez seria a melhor opção. Mentir? Talvez seria só por precaução. Ou será de meu dever, dizer o que penso e o que faço, somente para manter minha reputação.&lt;br /&gt;Convoco uma reunião. Preciso dizer para todos os que conheço, que sou parte de um infinito imenso universo, que me acolhe e me transcreve, em versos e estrofes, fatos e relatos, notas e tons de melancolia.&lt;br /&gt;Amigos meus são as porcelanas, as estátuas e as paredes. É pra quem declamo agora toda minha loucura e insanidade. Prioridade para aqueles que estão sempre presentes, dia e noite, semana e mês, ano e década.&lt;br /&gt;A cada "tic-tac" do relógio velho entre as porcelanas, estátuas e parecedes, meu coração faz um "tum-tum" misterioso e severo. Bate pequeno, aflito, afringido e ainda sim astuto. Persuaviso de uma forma irreversível, enganando até a mim mesmo, fraco demais para uma resistencia. Persiste, jovem rapaz, até encontrar sua paz, até encontrar seu amor, fugir da dor ou morrer na cruz, como o homem Jesus.&lt;br /&gt;Jesus morreu pelos judeus, pelos ateus e pelos pecadores. Morreu por sua ingenuidade, por sua bondade. E se até ele ressussita, por que não posso deixar minha loucura elouquente e partir em busca de um novo infinito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(19/10/2009)&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4687692768401054795?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4687692768401054795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4687692768401054795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4687692768401054795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4687692768401054795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/sarau-para-as-paredes.html' title='Sarau para as paredes.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TGVafjQyVAI/AAAAAAAAAX0/Q3B_6LapUR8/s72-c/Bahia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-7940629525882529157</id><published>2010-08-12T12:51:00.000-07:00</published><updated>2010-08-12T12:51:52.840-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Variáveis do tempo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://hypedesire.blogtv.com.pt/img/image/HypeDesire/2009/abril/relogio_dali.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://hypedesire.blogtv.com.pt/img/image/HypeDesire/2009/abril/relogio_dali.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há ocasiões em nossas vidas em que parece que mais nada importa. O passo dado à frente não move nosso corpo, o grito, busca pela paz, não nos conforta. Resta apenas o conformismo de observar o relógio girar os seus ponteiros lentamente, dia após dia, até o momento em que nos enxergamos saturados das limitações e, finalmente, respiramos fundo e nos levantamos da rede de rotinas e decepções.&lt;br /&gt;O tempo é um termo que, não importa o que façamos, sempre estará presente em nossas vidas. No entanto, é impressindível sabermos lidar com ele com o máximo de harmonia possível. Nem sempre ele soprará ao nosso favor, nem sempre ele será generoso e espaçoso. Há ocasiões em nossas vidas, as boas principalmente, em que o tempo passa tão ligeiro que não o percebemos. Acabamos deixando coisas por fazer, pessoas por ajudar, dívidas por pagar. &lt;br /&gt;Não é arrependimento, tão pouco tristeza por deixar te ter feito uma série de coisas por conta da falta de desportividade do tempo. Momentos bons e raros são únicos. Ainda assim, as recordações aquecem o peito como se eles estivessem sendo revividos naquele instante em que a lembrança vem à mente. Devo um abraço ao meu amigo, mas não tive tempo de ir lá abraçá-lo. Devo um dia de praia a mim, mas não pude comparecer ainda, por falta de tempo. Um beijo de boa noite na minha amada, que ainda não dei por não conseguir uma sobra no tempo. &lt;br /&gt;Mas o tempo passa tão lentamente agora. Agora que tenho todo o tempo do mundo para fazer tudo, ele ainda é mais longo do que eu precisava. Porque não há um padrão? Seremos eternamente escravos de suas vaidades e quando temos tempo, temos muito tempo de sobra. Já quando ele é apertado, parece mesmo não existir! &lt;br /&gt;Há ocasiões em nossas vidas, como hoje é a minha, em que parece que nada importa. Tenho tempo de sobra pra fazer tudo, mas não posso. O tempo é nosso maior aliado e nosso pior inimigo. Nos dá com uma mão e nos tira com a outra. Se tenho o relógio em meu favor prara pagar dívidas, ajudar pessoas, fazer coisas, não tenho pernas para caminhar, não tenho pulmões para respirar e olhos para enxergar. Quando as efermidades passarem, o tempo também passará e continuarei a dever muitas coisas que eu não gostaria, mas que é uma dívida eterna com aquele que não pedimos nada, mas que mesmo assim devemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-7940629525882529157?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/7940629525882529157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=7940629525882529157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7940629525882529157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/7940629525882529157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/variaveis-do-tempo.html' title='Variáveis do tempo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-2236465515637999094</id><published>2010-08-06T15:20:00.000-07:00</published><updated>2010-08-06T15:25:43.734-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><title type='text'>A Fênix.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://14demarco.files.wordpress.com/2008/08/fenix.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://14demarco.files.wordpress.com/2008/08/fenix.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Havia tempo em que eu não sentia o ar saindo dos meus pulmões tão quentes como que se estivesse à beira de um vulcão ativo. Havia tempo em que eu não sentia o meu sangue pulsando com violência nas veias e meu coração palpitando como um prisioneiro dentro de uma camisa de força. Havia tempo em que eu não sorria sem motivos, chorava de alegria e levantasse as mãos aos céus para agradecer, não para pedir e implorar mudanças na minha vida.&lt;br /&gt;A impaciência corroeu meu corpo lentamente, durante muito tempo, deixando-me fraco, indisposto e muito perto da morte. A situação era crítica ao ponto de eu já conseguir sentir um laço forte me puxando para o além, uma luz envolvendo a alma e me levando para outro patamar.&lt;br /&gt;Estava nas cinzas, esfarelado e desfigurado. Deitei em meu leito, em meu ninho, e deixei-me consumir pela chama que é a morte.&lt;br /&gt;Agora, meu corpo amanhece, meu sangue queima e eu respiro aliviado. Estou revigorado, cheio de idéias e de novos objetivos. Minha pele recuperou a cor e minhas costas e braços agora são capazes de suportar problemas tão pesados quanto os elefantes.&lt;br /&gt;Não sou tão fraco assim como alguns pensam. É quando eu estou nas piores situações que uma força sobrenatural sai de mim, reerguendo-me e empurrando-me sempre à diante.&lt;br /&gt;Hora de alçar vôo e ir ao encontro de mais uma jornada perigosa. Deseje-me boa sorte e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(04/03/2010)&lt;br /&gt;... Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-2236465515637999094?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/2236465515637999094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=2236465515637999094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2236465515637999094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/2236465515637999094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/fenix.html' title='A Fênix.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1007366686232150438</id><published>2010-08-05T05:30:00.001-07:00</published><updated>2010-08-05T05:33:08.333-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><title type='text'>Dois pontos.</title><content type='html'>Horas se passaram enquanto um caderno vazio ansiava por palavras diante de mim. Ansiava por mais um surto literário, frases de efeito, de difícil entendimento. A vontade era tamanha que haviam períodos durante todas essas horas em que ele parecia falar comigo. Suplicava para que alguma coisa pudesse ser escrita em suas linhas, que alguma coisa pudesse ser compartilhada e guardada por sua capa grossa de papelão. Mas não houve nada na minha cabeça durante todas essas horas. Ou quase nada.&lt;br /&gt;O que havia dentro de mim não eram "subidas íngremes", "alçar o voo da imaginação" ou "nova-mente". Não haviam as dúvidas, o resgate ao passado, o que era certo e o que era errado. Tentando transmitir para imagem, desenhei um pequeno círculo no centro da página aberta. Era tudo o que eu queria e precisava dizer. Um ponto, somente um pequenino e simétrico círculo diante de uma folha completamente vazia. &lt;br /&gt;Horas se passaram enquanto eu encarava o caderno vazio, tentando encontrar dentro de mim qualquer coisa que pudesse compartilhar com meu querido amigo e acabar com sua angústia. Tudo que eu consegui foi colocar um ponto. Se qualquer pessoa observar aquele gesto, não verá mais do que aquilo que pode ver. Mas pra mim, aquele ponto significa uma infinidade de palavras que poderia ter dito. &lt;br /&gt;Desenhei mais um circulo exatamente igual logo ao lado. Estava terminado o meu texto. Estava alí tudo o que eu precisava dizer. Dois pontos, um apontando para o outro, prestes a reproduzir a explosão do Big Bang. após esse choque, milhares de milhoes de palavras preencheriam não só aquela folha do caderno, mas todas as outras e todas as folhas de todos os cadernos ainda vazios que em meu quarto guardava. &lt;br /&gt;Esses dois pontos eu apelidei de certezas. A certeza do que eu sou capaz de fazer e a certeza do que os outros são capazes de fazer por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1007366686232150438?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1007366686232150438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1007366686232150438' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1007366686232150438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1007366686232150438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/08/dois-pontos.html' title='Dois pontos.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-1608216205394489180</id><published>2010-07-31T10:37:00.001-07:00</published><updated>2010-07-31T10:37:21.439-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monólogos'/><title type='text'>A grande final.</title><content type='html'>&lt;i&gt;"A situação era complicada ao extremo. Precisávamos não somente vencer, mas vencer por cinco gols de diferença. A primeira partida da final, que aconteceu semana passada, foi um baile do adversário. O time não conseguia se encaixar, se entender. Fomos vazados quatro vezes e foi pouco. O time oponente abusou de perder gols bobos, por preciosismo. Minha atuação no jogo passado também não foi boa. Não posso perder a humildade, mas sou a peça mais importante da equipe. Sou o craque, o camisa 10, capitão e jogador do elenco há mais tempo no clube. Aspirante a ídolo da torcida. Minha preformace dentro de campo influenciam todos os meus companheiros. E eu entrei apático. O time se abateu e sofremos 4 gols.&lt;br /&gt;Parecia tudo perdido. A taça estava na mão do outro time. A glória e o nome resgistrado na história também. Tive uma semana dura de treino. Somos profissionais pagos para jamais desistir de fazer o nosso trabalho. Contudo, a chegada do doloroso e triste fim faziam minhas pernas tremerem, meu coração disparar. Sinceramente, eu já estava me dando por vencido. Porque sofrer, achando que seria capaz de conquistar aquele título, se o outro time era o grande favorito e ainda havia nos goleado. Eu cumpriria o protocolo, faria o que era necessário fazer e pronto. Ninguém acreditava. Nem a comissão técnica, nem os dirigentes, nem os companheiros de time. Ninguém conseguiria imaginar aquela taça na nossa sala de troféus. &lt;br /&gt;Dois dias antes do último jogo, uma ligação me comoveu de uma maneira impressionante. Eu não sei quem era, nem como conseguiu o meu número de telefone. Ele só disse que era torcedor e que compreendia que a situação era complicada, mas mesmo assim ele ainda acreditava em que poderiamos ser campeões. "futebol são onze de cada lado. Da mesma maneira que eles marcaram 4 gols no primeiro jogo, vocês poderão marcar 5 nesse."&lt;br /&gt;Ele contou ainda que havia uma mobilização de todos os torcedores. O estádio estaria lotado de homens, mulheres, crianças. Todos cantando a mesma música e dando força, por mais que tudo parecia à beira do precipício.&lt;br /&gt;Eu não parei de pensar nessa ligação durante a concentração, durante a preleção. O técnico estava passando as intruções da partida quando me levantei e fui ao lado dele. Todos os meus companheiros me olharam assustados. Foi quando eu comecei a discursar.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;- Estamos trabalhando duro durante o ano todo para conseguir chegar no lugar em que estamos agora. Estamos na final de um campeonato importante. Sei que somos profissionais acima de qualquer coisa. Mas ser profissional no momento em que nos encontramos agora não é o suficiente. Precisamos ser mais, ser melhores, ser maiores do que tudo e todos. Eu aposto que cada um de vocês pensaram no quanto seria difícil quando acabasse esse importante jogo. Nós vamos perder, o outro time é superior. Mas a minha vontade de levantar aquela taça é maior do que qualquer vontade que já senti na vida. Não só por mim, mas por todos que ainda acreditam nagente. Porque acreditam. Quando entrarmos naquele campo, haverão milhares de pessoas lotando o estádio e nos apoiando a cada lance, a cada jogada. Sofrerão da mesma maneira que sofreremos. Façamos de cada grito um fôlego a mais, de cada lágrima um passo à frente. Somos capazes, basta acreditarmos. Eu vou vencer. Eu quero vencer, mas não posso sozinho. Preciso da ajuda de vocês. Sem vocês eu não sou ninguém. &lt;br /&gt;Um silêncio pairou durante poucos segundos. Todos estavam mudos. Todos estavam chorando. Um dos jogadores começou a bater palmas e aquele gesto foi imitado por todos os outros naquela sala. &lt;br /&gt;- Se perdermos, - Continuei eu - será uma derrota honrosa. De cabeça erguida. Não tentar virar esse jogo só nos fará sofrer mais no futuro. Só temos essa chance. Devemos aproveitá-la. Essa é a hora de aproveitá-la. Nós todos sabemos o que temos de fazer. Não serão lousas e instruções que trarão a taça para as nossas mãos. Será o comprometimento e o coração na ponta da chuteira. A vontade de vencer que superará as barreiras do corpo e da alma.&lt;br /&gt;E assim foi. A torcida Estava presente em peso. Eles não desistiram, pois amam o clube pelo qual torcem. Há muitos amantes que desistiram, mas por medo de sofrer mais. Não os culpo. Sofrer é uma coisa horrivel e difícil de se fazer. Agora dar mais um passo à frente é mais difícil ainda. Se jogar numa jaula com leões famintos é bastante complicado. &lt;br /&gt;Aprendi, nesse dia, que conquistar uma taça não significa vencer. Podemos não ser campeões, mas seremos vencedores por termos lutado até o fim, não ter desistido até que não houvesse mais qualquer chance, por mais que mínima. Que se aceitar a derrota não é o mesmo que se conformar antes mesmo do último embate. E se uma parte de mim diz que eu vou perder aquela partida, a outra parte diz que eu ainda tenho um jogo inteiro pela frente para provar do que eu sou capaz da melhor maneira possível. Eu provarei. Para todos que me apoiam e para mim mesmo.&lt;br /&gt;Que começe o jogo."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-1608216205394489180?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/1608216205394489180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=1608216205394489180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1608216205394489180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/1608216205394489180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/07/grande-final.html' title='A grande final.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4795303642692707982</id><published>2010-07-31T05:06:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T06:35:17.734-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Antes'/><title type='text'>A derrota do vitorioso.</title><content type='html'>Mesmo com o coração despedaçado sobre as mãos, mesmo sabendo que magoei e que fui magoado, mesmo que não haja mais certeza de nada, pela primeira vez as lágrimas escorrrem sobre a minha face com um verdadeiro sorriso estampado no rosto.&lt;br /&gt;Mesmo sabendo que o fim está se aproximando, mesmo que o fim venha contra a minha vontade, mesmo que seja o desfecho de um conjunto de coisas extremamente desagradáveis e ruins, pela primeira vez o choro é de alívio, não de sofrimento.&lt;br /&gt;E o sorriso que estampo na face pálida, não é somente por recordar com carinho todos os lampejos de bons momentos, mas também por ter certeza, finamente, de muitas coisas. A certeza que sempre soube e ainda sim trancava-a dendo de mim e inventava respostas e teorias duvidosas para tudo o que estivera acontecendo.&lt;br /&gt;Meu sorriso é o de uma pessoa que, pela primeira vez, sabe o que vai fazer e está convicto de que é o melhor. Se choro, é porque perdemos lutas para conquistar o respeito e honra. Perdemos amigos, perdemos tempo, perdemos amor. Essas derrotas são por nossos próprios demétiros, próprios desleixos. Não há nada que nos faça cair quando nos sentimos imponentes. Não há dúvidas que nos faça fraquejar quando estamos concivtos da certeza. Nem dúvidas há. Tudo sempre é tão claro que, às vezes, assusta. &lt;br /&gt;Enganar a nós mesmos faz com que as pessoas ao nosso redor sofram. Quanto mais próximo ela estiver, mais sofrerá, por ter a impressão de que há algo escondido e pensar que é a grande culpada. Eu me sinto assim, eu fiz as pessoas se sentirem assim.&lt;br /&gt;O ser humano tem o dom de tomar decisões certas tarde o suficiente para não colher aquilo que plantou com tanto afeto. Eu sou um deles. Pequei por ser quem eu sou quando não precisava e deixar de ser quando se era impressindível. Não pequei sozinho, concordo. Mas pequei. &lt;br /&gt;Sei que agora é tarde para lamentações. Por isso que estou sorrindo, por isso que estou chorando. Choro porque, lá no fundo da minha alma, sei de tudo o que eu podia ter feito para evitar essa reação em cadeia. Se continuo a sorrir, mesmo assim, é por ser grato à vida ao me dar mais uma oportunidade de dizer tudo o que devia e quis há bastante tempo, sem a pressão de falar algo errado e perder aquilo que amo. Agora eu não me importo com as consequencias, apenas com a minha consciencia, de mesmo que tarde para salvar um sentimento da destruição, no tempo suficiente de, ao menos, dar um motivo e não me lamentar depois.&lt;br /&gt;Já sei o que eu devo fazer. Estou determinado a fazer. Porque quando agente determina, agente faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Se um dia você se ver no fim de um jogo muito arriscado, onde já sabe que não há condições de vencer, não desista. Tente novamente vencê-lo, ao menos mais uma última vez. Se você perder, não terá nenhuma surpresa, pois era o resultado esperado. Surpresas podem acontecer a todo o momento. Afinal, enquanto uma partida não acaba, ainda não há vencedores e perdedores."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4795303642692707982?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4795303642692707982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4795303642692707982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4795303642692707982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4795303642692707982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/07/mesmo-com-o-coracao-despedacado-sobre.html' title='A derrota do vitorioso.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8699338465329888861</id><published>2010-07-28T20:12:00.001-07:00</published><updated>2010-07-28T20:17:41.538-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monólogos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remake do Blog'/><title type='text'>Somente uma passagem.</title><content type='html'>&lt;i&gt;"Serei o mais breve que puder, meu filho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa paisagem linda que observa agora, estas crianças brincando e correndo, aquele casal sentado na grama, os idosos sentados no banco, tudo isso não passa de sua imaginação. O lugar em que você se encontra agora, na verdade, é de todo escuridão. Não existem as árvores ou mesmo grande lago. Aquela ponte de cristal, na verdade é de madeira negra e sombria.&lt;br /&gt;Olhe para você! Pode estar se vendo vestido em uma manta toda branca, sua pele rosada, seu coração vibrando e o sangue ainda pulsando pelo seu corpo. Mas isso não é verdade. Estás deitado num leito, com pele pálida, corpo extremamente magro e frio, como uma múmia. Seus parentes choram em suas mãos de maneira deprimente. Até eu, meu filho, sinto remorso por todos aqueles que sempre te amaram e sempre vão te amar. Entretanto, todos entendem que a vida é algo demasiadamente simples e frágil, que já aceitaram sua partida.&lt;br /&gt;Pois bem. Estás vendo toda essa paisagem de crianças, lago e árvores? Consegues ouvir esta música cativante? Segure minha mão e não tema, pois após aquela ponte de cristal, haverá uma paisagem idêntica aquela. Muitos de seus antepassados que já atravessaram aquela ponte, estão lá do outro lado para te receber. Confie em mim, pois tudo isso é somente uma passagem. Tua vida estás prestes a começar...&lt;/i&gt; "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8699338465329888861?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8699338465329888861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8699338465329888861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8699338465329888861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8699338465329888861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/07/somente-uma-passagem.html' title='Somente uma passagem.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-8518688064930008488</id><published>2010-07-26T06:05:00.000-07:00</published><updated>2010-07-26T06:06:42.602-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos abertos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro Branco'/><title type='text'>Uma pessoa diferente de todas as outras.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAADnVO6eeLdfbUuPYUu6X6V6SAs0crEJetfHua-uZ89gpn-4Xt8U3uir00pk8D5w2ZZfXDyfHamuM1Dh59hsJCBwAm1T1UDNmXQP89apUbywRjGItQTbXTFM9.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAADnVO6eeLdfbUuPYUu6X6V6SAs0crEJetfHua-uZ89gpn-4Xt8U3uir00pk8D5w2ZZfXDyfHamuM1Dh59hsJCBwAm1T1UDNmXQP89apUbywRjGItQTbXTFM9.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não sou uma pessoa como qualquer outra. O cotidiano atual são de seres de caráter não duvidoso, mas instável. Sentimentos puros e atitudes inoscentes estão cada vez mais raras de se encontrar em uma pessoa. Foram tomadas e reprogramadas por um sistema de artificialidades, maus costumes e infidelidades. Namorados têm, cada vez mais, se deixado levar pelos devaneios, prazeres da carne e tentações levianas. Não estão prontos para os problemas cotidianos de um relacionamento comum e buscam uma fuga para todas elas nos braços de outras pessoas que não querem nada além de momentos de prazer. Mas o que mais dói é a falta de sinceridade ao contar para o parceiro o ocorrido. Contradizem-se, inventam histórias fabulosas, mas não dizem, por pena, o que magoaria extremamente o companheiro, mas que o confortaria depois, pelo caráter e coragem de tomar esta decisão.&lt;br /&gt;Não sou uma pessoa como qualquer outra. Sou teimoso e não me rendo ao sistema. Mesmo quando vejo meus amigos seguindo o outro caminho, mesmo quando ouço meus parentes dizerem que seguiram o outro caminho na juventude e que eu sou novo demais para ter um pensamento radical como este de levar a sério aquela pessoa que digo que amo. A porta para o sistema é larga e o interior do aposento é confortável e quente. Lá não há muito sofrimento, desilusões e sobram prazer e satisfação. É o inferno travestido de paraíso, o carnaval onde nos rebelamos e compactuamos com diversos tipos de armas que ferem e matam esses sentimentos puros do qual eu me refiro. &lt;br /&gt;Se digo que amo, é porque amo sim. Talvez não tenha encontrado a melhor maneira de demonstrar esse tamanho e inoscente sentimento, não tenha conseguido sintonizar o meus sinais de um modo plenamente receptivo. Entretanto, não posso mentir em que há horas que eu me sinta um tremendo idiota de tentar seguir a estrada estreita e sinuosa para se chegar à porta dos seres raros, apaixonados, românticos. Esse portal, diferente do outro, é minúsculo e o interior do aposento é empoeirado, pequeno e frio. Os sofrimentos causados pelo amor e pela solidão que o amor causa magoa profundamente. Faz perder o sono, a fome, os objetivos. &lt;br /&gt;Não sou uma pessoa como qualquer outra. Não consigo mudar e fazer parte deste sistema. Sou diferenciado, de caráter inflexível. Não me rendo aos encantos de um caminho fácil e uma ilusão de que está tudo completamente bem. Sou forte, resistente, íntegro. Amo e respeito. Sou sincero ao ponto de me fazer cruél com as palavras, ás vezes. Perdi o medo de escolher a porta larga por medo de me ferir na caminhada até a outra e não conseguir entrar. Perdi, também, o medo de permanecer lá dentro só. Deixa o passado para quem não se concentra no presente. Caminharei, passo à passo, rumo àquilo que me faz bem. Farei a minha parte até os últimos dias da minha vida, pois sou uma pessoa diferente das outras. &lt;br /&gt;Infelizmente, diante de todo esse sistema cativante e belo, é difícil as pessoas enxergarem que dentro daquele espaço pequeno e frio, há uma luz brilhante e contagiante. há uma estrela que nos transporta para um paraíso onde num belo jardim,&amp;nbsp; junto à uma grande árvore, sua amada te espera. Vejo, muitos até tentando trilhar esse caminho difícil, mas poucos são os que conseguem atingir a plenitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="goog_1756652774"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1756652775"&gt;&lt;/span&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-8518688064930008488?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/8518688064930008488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=8518688064930008488' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8518688064930008488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/8518688064930008488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/07/uma-pessoa-diferente-de-todas-as-outras.html' title='Uma pessoa diferente de todas as outras.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4048739425691006328</id><published>2010-07-23T19:59:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T06:37:18.211-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Antes'/><title type='text'>Realejo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://spa.fotolog.com/photo/58/14/111/moakaprudente/1256529440594_f.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://spa.fotolog.com/photo/58/14/111/moakaprudente/1256529440594_f.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Somos como dois imãs apaixonados. Curiosamente, aquilo que nos difere é justamente aquilo que temos em comum. Estamos em sentidos opostos, com o norte apontado para a direção do outro. Por maior que seja a força que façamos, não conseguimos nos unir e nos apegar. Não posso garantir que esse raciocínio está correto. Contudo, não ter certeza de que somos e pensamos iguais é justamente o que me deixa mais certo disso. Somos incapazes de nos expor diante da ameaça de magoar a pessoa amada. E essa reclusão, dada após a pressão de se calar, acaba afetando ainda mais não só quem sentimos afeto, mas principalmente a nós mesmos. &lt;br /&gt;Uma cachoeira de dúvidas e insegurança cai em queda livre rumo ao rio de pensamentos pessimistas, deduções ilusórias e fatos inexistentes. A certeza e a fidelidade dos sentimentos continuam sendo maiores, mas ainda sim somos capazes da crueldade de diminuí-los diante de problemas que não passam de obras de nossa imaginação. E o que é problema corriqueiro, típico de nosso cotidiano, acumulamos à estes, somente para fazer de desculpa e ocultar a verdadeira aflição. &lt;br /&gt;Passamos, então, a nos lembrar dos piores momentos em que passamos em conjunto. Aqueles que mais nos faz desagradar, que nos dá vontade de chorar, apenas por achar ora ser muito, ora ser pouco para a pessoa amada. As tristes recordações se embaralham com questões do tipo, "ser muito ou ser pouco?", "merece-me ou não?", "Mereço-o ou não?".&lt;br /&gt;Se há algo que eu aprendi nos últimos dias e que eu posso tomar como lição e passar à diante é que existem as perguntas que podem ser respondidas, existem outras que não podem e também há aquelas que não se responde com palavras, mas gestos. &lt;br /&gt;Essa inquietação, tensão, nada mais é do que o desejo profundo de unir os dois nortes e não conseguir. Contestar a física e criticá-la por ser tão complicada de entender, de executar. Pois se há algo que eu tenho certeza é que quando fazemos uma força sobreumana e conseguimos unir os dois imãs com um abraço apertado, todas as perguntas inúteis se dissipam no ar. Nada mais importa, a não ser aquele momento raro, vivido como se fosse o último sopro de vida. Demasiadamente intenso, de forma que nem as recordações boas são suficientes para reconstituir aquele instante de tempo infinito e desprezível. &lt;br /&gt;Pois é assim que eu me sinto. Não posso afirmar se o outro norte pensa da mesma maneira, mas mesmo assim, estranhamente, eu tenho uma leve certeza deste raciocínio ser mútuo. Por mais que não se possa ir contra as leis da física, Podemos fazer uma força Newton maior do que a resistência do imã e conseguir tocá-los por mais alguns segundos. Porque os opostos se distraem, os dispostos é quem se atraem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Sinta&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-4048739425691006328?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/4048739425691006328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=4048739425691006328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4048739425691006328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/4048739425691006328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/07/realejo.html' title='Realejo.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-9110397959777256552</id><published>2010-07-21T06:49:00.000-07:00</published><updated>2010-07-21T06:52:58.975-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas comemorativas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olhos fechados'/><title type='text'>Pier, vinho e violão.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_q0mrEFq9D3M/S_F7jW8_AmI/AAAAAAAAAGg/KrKCSAIdE80/s1600/amigos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0mrEFq9D3M/S_F7jW8_AmI/AAAAAAAAAGg/KrKCSAIdE80/s200/amigos.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Passam as horas, passam os dias e mais um ano entra sem ao menos perceber o tanto tempo que já se foi. Passa a garrafa, passa a bola! Joga, joga! Passa aquele abraço apertado do reencontro pra cá! Passa aquele sentimento de euforia e passa, também, todas as fofocas que estamos todos cansados de saber. Relembra aquelas históias que nós sabemos na íntegra, pois estávamos presentes em muitas delas, mas mesmo assim não nos cansamos de ouvir! &lt;br /&gt;A vida vai passando e com ela se vai lentamente nossa juventude. Agora podemos enxergar o mundo um pouco menor, pois nossos olhos aumentaram o campo de visão e a mente já tem perspectivas amplas. Passam os amores, passam as vontades. Passa o presente pra virar passado. Ficam a memória e a saudade daquilo que não voltará para nos alegrar novamente. Entretanto, assim como há momentos que jamais retornarão, existem as pessoas cujo momentos esses foram compartilhados que sempre voltarão dispostos a novas histórias. Gente como eu, que não tem vergonha do simples, não faz questão de muito, se não a presença daqueles que realmente nos fazem brilhar e sentirmos-nos únicos. &lt;br /&gt;Passa o violão pra eu tocar a saideira! Vou tocar aquela que todos cantam juntos, sempre. A canção de um jovem aventureiro que aprendeu com as coronhadas da vida, mas agora é capaz de compreender e distinguir o certo do "serto" e o "serto" do errado. Dedilhar os acordes que cessam todos os pensamentos maléficos à alma. Que acalma e trás sorrisos, trás lágrimas também. Que nos faz durante poucos minutos parecer que vivemos num mundo como "nova-mente", onde os problemas são tão minúsculos que sequer parecem existir. &lt;br /&gt;Eu sempre vejo pessoas infelizes buscando sua felicidade em lugares tão distantes. Eu já fui um infeliz destes, achando que não poderia contar com a cumplicidade e carinho de um próximo semelhante. Mas isso foi há muito tempo. Apos acordar com a ressaca e a cabeça latejante de uma noite anterior no pier, com violões e uma galão de vinho barato, eu percebi que a dor que parecia furar o crânio era a mesma que movia a minha boca à um sorriso largo, aquele que eu guardo só para momentos especiais. &lt;br /&gt;Mas não foi o pier, a música, ou mesmo o vinho que me fez sentir assim. Não bebi sozinho, não cantei sozinho. E mesmo que não houvesse bebida e canções, a minha felicidade seria a mesma. Sentiria-me saciado de igual maneira. Pois em cada um ali presente naquela noite, um pouco de mim deixei e um pouco deles coletei. Sei que cada um estava sem as máscaras do cotidiano que costumamos colocar por diversos motivos. Não por falsidade, mas por proteção. Alí não havia esse tipo de coisa. Cada um era aquilo que reamente é. &lt;br /&gt;Momentos como esse não acontecerão novamente. Jamais haverá outro dia como aquele, com as mesmas pessoas, com o mesmo vinho. Mas se haverá algo que sempre estará presente, essa é a minha grande descoberta: Que eu sou feliz e que o que pode parecer pouco ao olhos de muita gente, é impressindível para mim. E, mesmo que daqui a algum tempo alguns desses não puderem estar presentes, sei que outros estarão. Não para tomar o lugar de quem já esteve, mas sim para somar e aumentar o cíclo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dedicado à: Kado, Paulinho, Higor, Caio, Gustavo, Pedrinho e todos os brothers que não estavam presentes em corpo, mas que foram lembrados e não terão seus espaços ocupados jamais. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;(21 de Julho. Dia do Brother)&lt;br /&gt;Pense o que você quiser. (Y)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5271499762212316418-9110397959777256552?l=imaginadongo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://imaginadongo.blogspot.com/feeds/9110397959777256552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5271499762212316418&amp;postID=9110397959777256552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/9110397959777256552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5271499762212316418/posts/default/9110397959777256552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadongo.blogspot.com/2010/07/pier-vinho-e-violao.html' title='Pier, vinho e violão.'/><author><name>Victor Cupertino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835869329898116348</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='17' src='http://3.bp.blogspot.com/_UDFQ3Tnj5U8/TAnKfRHC2qI/AAAAAAAAAVU/gEp8_M4teyI/S220/perfil2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_q0mrEFq9D3M/S_F7jW8_AmI/AAAAAAAAAGg/KrKCSAIdE80/s72-c/amigos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5271499762212316418.post-4043593659768959240</id><published>2010-07-19T15:34:00.001-07:00</published><updated>2010-07-19T15:34:22.247-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quase-paradoxos'/><title type='text'>Sonhos e realidades.</title><content type='html'>Uma avalanche de confusão me enterrou na cama fria e pouco aconhegante, onde me encontrava há instantes atrás. Assombrado por incertezas e longa espera, o caminho árduo pelo qual pretendo percorrer parece ainda mais estreito, serpenteando entre a densa floresta de dores, tristezas, solidão.&lt;br /&gt;É quando fecho os meus olhos e deixo-me levar pela sonolênica, ironicamente, sinto-me mais preso e sufocado. O mesmo momento de êxtase que, no passado, parecia me dar asas e não ponderava limites para as viagens, as companhias, agora é o momento de maior aflição. Os sonhos se tornaram paredes e grades rígidas, mantendo-me refém de situações inexplicavelmente reais. &lt;br /&gt;Tenho sonhado com a minha realidade somente. Os sonhos antigos, metas antigas se foram. Agora são as voze
